<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-6917996799159797113</id><updated>2012-02-07T19:19:21.441-02:00</updated><category term='Ciência'/><category term='Música'/><category term='Computação'/><category term='História'/><category term='Literatura'/><category term='Modernidade'/><category term='Arte'/><category term='Calvinismo'/><category term='Educação'/><category term='Política'/><category term='Apologética'/><category term='Cristianismo'/><category term='Economia'/><title type='text'>Em Busca de um Nome</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://fernandopasq.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6917996799159797113/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fernandopasq.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6917996799159797113/posts/default?start-index=101&amp;max-results=100'/><author><name>Fernando Pasquini</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10251767167271298140</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_cc7nKb92UKs/TG9APKe7ADI/AAAAAAAAAek/s9mJzIK-j7U/S220/profile.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>149</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6917996799159797113.post-6710389086044926299</id><published>2012-02-01T20:22:00.000-02:00</published><updated>2012-02-01T20:22:51.529-02:00</updated><title type='text'>Culto Solene</title><content type='html'>&lt;br /&gt;Sempre ouvi por aí muitos pregadores cristãos falarem o tempo todo e defenderem a ideia do culto&amp;nbsp;&lt;i&gt;solene&lt;/i&gt;. "Solene?" - eu me perguntava. "O que é isso?" E embora eu acertadamente associasse isso a uma crítica aos exageros dos pentecostais e neo-pentecostais nos cultos cristãos, nunca pude compreender o sentido exato da palavra. Entendia o que não era, porém, não o que era. E então, por vários anos, creio que passei por um processo bastante vagaroso, porém produtivo, até entender razoavelmente bem o que é que estes pregadores queriam dizer ao exigir tanto aquilo que chamavam de&lt;i&gt;&amp;nbsp;solenidade&lt;/i&gt;. E o processo, além de vagaroso, também teve seus pontos de instabilidade - más compreensões do que é um culto solene, e, com isso, atritos desnecessários com algumas pessoas. O tempo passou, eu errei e aprendi muito; e por isso, agora, escrevo. Já aviso que o texto é voltado mais para cristãos (tenho que avisar pois é o preço de se ter um blog onde eu escrevo de tudo).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas devo alertar: mesmo reconhecendo os meus erros quanto a algumas críticas que fiz, o que o que eu pretendo escrever aqui ainda tem um caráter bastante exigente e que coloca uma situação para igreja brasileira ainda longe de ser alcançada. A solenidade dos cultos ainda continua sendo um evento raro nas igrejas atuais. Mesmo tendo errado quanto à definição de um culto solene, ainda não me convenci de que a situação não é alarmante...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E por isso, vou ser chato e irritante agora. E vou usar exatamente a expressão que ouvimos por aí: o culto solene é sim, aquele tal culto "&lt;i&gt;morto&lt;/i&gt;". Sim, é aquele culto quieto, onde as músicas te dão sono, o pregador fala com calma. Não tem agitação e não tem euforia. Sim, isso é um culto solene, e o que eu estou para defender aqui é que devemos, sim, buscar um culto desse jeito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acalme-se... eu vou me explicar! Não, eu não falei sério quando disse que quero um culto morto, apesar de muitas pessoas dizerem isso dos cultos solenes. Não, essa não é a definição de solenidade. Solenidade é (e agora vai realmente a minha definição) espírito de reverência e quebrantamento diante de Deus. É estar reunido com os irmãos em Cristo com um coração aberto para receber a palavra e ouvir a voz de Deus. É estar de joelhos, em oração, em silêncio, mas também em comunhão com os irmãos. Solenidade, para mim, pode ser resumida numa plaquinha que pude observar, certa vez, no templo de uma igreja da Assembleia de Deus (puxa vida, não?) que visitei: "silêncio e oração".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sim, solenidade gera silêncio, rostos sérios, cabeças baixas. Mas não é morte;&amp;nbsp;não é ausência de alegria, e muito menos de comunhão. O culto deve ser alegre, sim, mas também deve ser solene... e você pode imaginar o que é isso?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É difícil imaginar, em termos práticos, não? Ainda mais quando se tem toda aquela discussão sobre cultura, idade, escolaridade e sua relação com a liturgia... Dei aqui apenar uma definição, mas é uma definição que eu mesmo já sabia desde sempre. O culto solene, para ser melhor compreendido, deveria ser muito mais experimentado do que explicado, e por isso gostaria de contar duas histórias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A primeira ocorreu numa igreja presbiteriana que visitei em outra cidade. O espaço do templo era todo fechado, com um ar condicionado, com uma porta de vidro separando essa parte de uma outra área, onde ficavam as pessoas que acabavam de chegar. Algumas até esperavam do lado de fora. Chegamos, resolvemos entrar no templo e... ! ... Silêncio. Silêncio e oração. Olhei para o púlpito e para o relógio e vi que o culto ainda não tinha começado. Ninguém conversava lá; todos estavam sentados, orando, e foi o que me senti impelido a fazer também. O culto começou sem que eu percebesse. As músicas, calmas, foram cantadas todas em paz, com poucas distrações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso me faz pensar, também, no porque oramos de olhos fechados. Você já se perguntou? Oramos de olhos fechados porque nossa oração é solene e reverente. Nossa oração tem a intenção de fechar os olhos e os ouvidos para tudo o que acontece exteriormente, voltando nosso pensamento somente para Deus. Isso me leva à pergunta - de que adianta você fechar os olhos para orar e considerar essencial que você tenha um solinho de guitarra no fundo, para que sua oração seja mais bonita? Por que fechar os olhos e não os ouvidos? Digo: o culto solene é um culto feito em paz, sem preocupações e muito menos observações do que acontece em volta de você. Eu mesmo sou uma pessoa que precisa de um culto bastante simples; já que minha cabeça trabalha a mil, e reparo demais nas coisas. E não acredito ser a única pessoa assim... Fica muito difícil reparar a beleza e a santidade de Deus quando se tem muito a cantar, muito a ler, muito a ver, muito a ouvir, muito a fazer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E então chego à segunda história, que, infelizmente, acontece na minha igreja. Defendemos o culto solene, sim, mas às vezes a extrema preocupação para com isso acaba tornando-o um culto longe de ser assim. Posso dizer, com peso no coração e também tomando parte na culpa, que não muitas vezes já cheguei a ver um culto acabar e eu sequer pude sentir a presença plena de Deus ali. A causa? O que fiz foi uma sequência de ações pré-definidas e ensaiadas - toca ali, senta ali, abre a Bíblia aqui, volta pra tocar ali, vem aqui, senta aqui, faz isso aqui. Olhando ao meu redor, também via isso. E não que eu não sinta prazer em fazer isso, afinal, eu amo tocar piano. Mas era só isso, e mesmo com a noção de que fazia aquilo em louvor a Deus, a presença consoladora do Espírito Santo de Deus parecia muito longe, pois minha mente não estava ali. E então, pude me lembrar daquele culto que citei na primeira história. Mais ainda, pude perceber que os melhores cultos que já pude passar na minha igreja aconteceram no período de férias dos músicos e do conjunto coral. Nestes dias, as músicas são todas cantadas pela congregação, e são mais simples; também sobra mais tempo para a oração e a pregação, e principalmente para a reflexão silenciosa. O culto acaba sendo o que estas pessoas chamam de "morto", mas o que para elas é morto, é para mim uma vida plena na presença confortante de Deus, juntamente com os irmãos em Cristo. Marque isso: o culto solene é o culto simples. Se você precisa de muitas euforias e coisas especiais para que seu culto seja interessante, algo está errado. O culto é a Deus. Você já não sabe disso há muito tempo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Queria dirigir uma palavrinha (com amor) a esse "irmão abençoado" que gosta de falar que o culto foi morto, e que ficou com sono durante ele. Ou para quem ouve essa linda música aqui, que cantamos no período do Advento, falando sobre a alegria - &amp;nbsp;"Alegria", e diz que essa música não é alegre, e é morta. Te digo duas coisas:&lt;br /&gt;1) Você é insensível. Você só sabe associar alegria com euforia. Você só sabe associar alegria com entretenimento. Você quer essa tal "alegria"? Não vá para o culto, porque ele é o pior meio de conseguir isso. Vá para um show, assista um filme, jogue videogame.&lt;br /&gt;2) Se você não aguenta ficar acordado em um culto solene, volte pra casa. Sim, volte para sua cama e durma, durma bastante, depois acorde e comece já a ter o seu momento de oração e comunhão com Deus sozinho, com a porta do quarto fechada e a TV desligada. Aprenda a estar com Deus de uma maneira reverente, com calma e voltando sua atenção somente para Ele. Aprendeu? Agora você pode ir ao culto e fazer isso com outras pessoas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estou falando "numa boa". Mas se você discorda de tudo isso que eu disse e/ou tem objeções, comente, mande e-mails, fale! É um assunto que precisa ser discutido urgentemente, uma vez que até hoje temos problemas nessas tais discussões sobre como deve ser a liturgia. Mas já me adianto com três perguntas que me podem ser feitas. São elas:&lt;br /&gt;1) O que você está defendendo não é só uma expressão cultural? Ela não pode variar de pessoa para pessoa?&lt;br /&gt;Resposta: Sim, a solenidade está intimamente relacionada à formação cultural e mesmo à idade das pessoas. Você pode ir para um lugar onde uma pessoa consegue estar em paz ouvindo heavy metal (e se você conhece alguém assim, me apresente essa pessoa, pois eu preciso pedir umas dicas de como manter a atenção). Mas você pode também conhecer pessoas que já se distraem com uma mosca que começa a zumbir do seu lado na hora do culto. O que fazer? Procure respeitar todas as pessoas, desde o mais novo até o mais velho, pois o culto é comunitário. Se o rapaz que comentei aí consegue manter a atenção até mesmo ouvindo heavy metal, porque não manteria atenção sem ouvi-lo? (Se ele não conseguisse manter a atenção sem o heavy metal, a atenção dele, portanto, está não em Deus, mas na música).&lt;br /&gt;2) Tudo bem, mas então, qual seria o papel da música na igreja?&lt;br /&gt;Resposta: Não acabei de dizer? Devemos manter a atenção em Deus, no seu caráter, na sua santidade, e na sua revelação na Bíblia. Arte é contemplação de Deus. Logo, a arte nos ajuda a manter o foco em Deus, o autor de toda a beleza. Não obstante, também nos fará louvar e mesmo aprender sobre as verdades bíblicas. No momento em que a música perder essa função principal no culto, creio que já está na hora de você pensar em outra forma de fazer isso.&lt;br /&gt;3) Porque eu iria me reunir com várias pessoas para ficar quieto e orando, de cabeça baixa?&lt;br /&gt;Essa é a pergunta do cara que gosta daqueles momentos em que o pastor manda todo mundo se abraçar no meio do culto. É o cara que acha que uma comunhão verdadeira com os irmãos só acontece quando você vira para o lado e cumprimenta a primeira pessoa que aparecer. Meu amigo, o que é comunhão cristã? Eu concordo que uma igreja que só se reúne para os cultos também não teria uma boa comunhão, uma vez que isso também envolve boas conversas, almoços juntos, passeios juntos, e até abraços, sim. Mas só isso não é comunhão. Ou você não ouve e diz "amém" para o que as outras pessoas dizem, enquanto oram durante o culto? E mais - o quanto você comenta com as outras pessoas, depois do culto, sobre a pregação? Você esteve junto com ela prestando atenção no que Deus tinha a dizer através da Bíblia? Você se uniu a todas as outras pessoas para fazer um canto e uma música linda e que exalte o nome de Deus? O culto é muito diferente de estar sozinho, em casa, orando (embora as duas coisas sejam necessárias). Ele envolve comunhão, sim, e muito mais do que você (e mesmo eu), às vezes, perceba.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estive pensando, aqui, numa boa maneira de terminar este meu texto. Mas resolvi não conclui-lo, pois o que mais gostaria de fazer agora é ouvir. Ouvir, responder, conversar, trocar ideias. Sei que esse texto vai de encontro com a visão de muitos (muitos mesmo!) cristãos que eu conheço, mas isso é bom, pois abre portas para mudanças, que podem ocorrer tanto em mim (me convencendo de que o que escrevi aqui pode estar errado), ou nos outros.&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6917996799159797113-6710389086044926299?l=fernandopasq.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fernandopasq.blogspot.com/feeds/6710389086044926299/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6917996799159797113&amp;postID=6710389086044926299' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6917996799159797113/posts/default/6710389086044926299'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6917996799159797113/posts/default/6710389086044926299'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fernandopasq.blogspot.com/2012/02/culto-solene.html' title='Culto Solene'/><author><name>Fernando Pasquini</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10251767167271298140</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_cc7nKb92UKs/TG9APKe7ADI/AAAAAAAAAek/s9mJzIK-j7U/S220/profile.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6917996799159797113.post-7651210611347460602</id><published>2012-01-25T00:04:00.000-02:00</published><updated>2012-01-25T00:07:06.774-02:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;span style="background-color: white; color: #333333; font-family: 'lucida grande', tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 18px;"&gt;Não tenho medo do ridículo, do antiquado, do "desestiloso", do infame, do alienado, do politicamente incorreto, do sério e reflexivo ao invés do eufórico. Arte, para mim, vem do coração e fim de história. Que eu nunca deixe que a pressão do socialmente aceitável venha a abafar as lindas percepções que Deus me faz ter desse Universo; coisas que sim, na maioria das vezes não são lindas aos olhos de&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="text_exposed_show" style="background-color: white; color: #333333; display: inline; font-family: 'lucida grande', tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 18px;"&gt;todos, mas que são um esforço humilde de um pecador que busca, incessantemente, contemplar uma pequena parte da beleza do céu. E da mesma forma, que eu nunca me torne insensível e crítico ao ver outras pessoas, simples, às vezes, tentando fazer o mesmo. Sinceridade é o ingrediente principal da arte. E é uma pena que essa mesma sinceridade, quando colocada na arte, tem sido vista hoje como um fator de incompetência ou burrice, alvo de ridicularização. E assim caminhamos rumo ao desespero... Será que ainda podemos resgatar a arte sincera e humana dos nossos antepassados?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;span style="color: #333333; font-family: 'lucida grande', tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="line-height: 18px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="360" src="http://www.youtube.com/embed/O7UV51HWacA" width="480"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6917996799159797113-7651210611347460602?l=fernandopasq.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fernandopasq.blogspot.com/feeds/7651210611347460602/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6917996799159797113&amp;postID=7651210611347460602' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6917996799159797113/posts/default/7651210611347460602'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6917996799159797113/posts/default/7651210611347460602'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fernandopasq.blogspot.com/2012/01/nao-tenho-medo-do-ridiculo-do-antiquado.html' title=''/><author><name>Fernando Pasquini</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10251767167271298140</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_cc7nKb92UKs/TG9APKe7ADI/AAAAAAAAAek/s9mJzIK-j7U/S220/profile.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/O7UV51HWacA/default.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6917996799159797113.post-7565103450625372287</id><published>2012-01-06T01:03:00.001-02:00</published><updated>2012-01-06T01:08:57.868-02:00</updated><title type='text'>Tolkien me Convenceu</title><content type='html'>Certa vez eu li que J. R. R. Tolkien tinha conversas muito sérias com C. S. Lewis sobre o propósito de se escrever romances de fantasia. Ele rejeitou fortemente a ideia de seu amigo, que na maioria das vezes escrevia romances apenas com o propósito de ensinar alguma coisa sólida ou passar alguma lição de moral (como em &lt;i&gt;As Crônicas de Nárnia&lt;/i&gt;). Na verdade, Tolkien foi um grande opositor do romance alegórico. Ao escrever livros como &lt;i&gt;O Hobbit&lt;/i&gt; e &lt;i&gt;O Senhor dos Anéis&lt;/i&gt;, ele mesmo comenta que não tinha como objetivo passar alguma lição, e embora isso às vezes fosse inevitável, a proposta era somente escrever um bom romance.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sempre gostei e sou bastante fã da literatura de J. R. R. Tolkien.&amp;nbsp;Mas confesso que, por muito tempo, eu hesitei em aceitar essa sua ideia.&amp;nbsp;E pensava: "como pode? Como pode um intelectual desse porte escrever um romance simplesmente por escrever? Fazer historinhas é algo que faço desde a minha primeira aula de redação, no ensino fundamental. Não é possível! Deve existir, com certeza, alguma mensagem que o escritor quis deixar por trás de toda essa história!"&amp;nbsp;E então me vinham à mente aquelas coisas que aprendemos na nossa formação esquerdista dos colégios brasileiros: "será que Tolkien era mais um desses babacas de Hollywood que fazem histórias para alienar as pessoas? Será que Tolkien era burro? Será que Tolkien não tinha uma visão profunda da sociedade, da filosofia, da vida e de tudo mais?"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-fThNHETbxpQ/TwZiUZWHHrI/AAAAAAAAAw0/39-aSaNJkq4/s1600/l_hobbitonposter.png" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://3.bp.blogspot.com/-fThNHETbxpQ/TwZiUZWHHrI/AAAAAAAAAw0/39-aSaNJkq4/s320/l_hobbitonposter.png" width="242" /&gt;&lt;/a&gt;Meu amigo, se você tem esse questionamento, ou se até mesmo já aceitou esse fato, por favor, leia Tolkien. E, antes de ler, por favor, deixe um pouco de lado sua face "adulta" e leia como uma criança, curiosa, despreocupada, interessada. E então, você verá como é difícil não gostar de um lindo romance de fantasia como &lt;i&gt;O Hobbit&lt;/i&gt;. É uma linda história, linda e trabalhada até os mínimos detalhes, como uma catedral gótica, como uma música barroca, como, até mesmo, a folha de uma árvore. É uma história que não procura fazer você refletir, não procura fazer uma análise social, não procura transformar a sociedade, não procura discutir conceitos filosóficos; e pelo contrário, é uma história que só procura ser uma linda história. Isso não basta para nós, hoje? Ou pior - será que isso é "pecaminoso" demais para nós, hoje; uma história bonita que, como dizem por aí, "é arte de elite que não presta para nada além de alienar"? É uma pena que o amor à beleza de muitos, hoje, acabou sendo sufocado pelo orgulho intelectual, pela necessidade de glória própria e pelos frutos do pessimismo da filosofia moderna, do existencialismo, do niilismo, do desconstrucionismo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tolkien é uma voz que clama no deserto, até os dias de hoje, colocando-se frente à modernidade, à arte contemporânea, e à cultura da idolatria ao útil. Tolkien para mim, não é só um artista, mas é quem me convenceu da necessidade da arte. Que o homem gosta de passar alguma ideia ou lição de moral em sua arte, isso não se duvida, mas fazemos isso exatamente porque a verdade e a moral são bonitas para nós. Mas ao imaginar as trilhas e caminhos por onde Bilbo Bolseiro caminha pelo condado, vejo que o propósito da arte não está em discutir ou construir a verdade, e sim, somente celebrá-la, abrindo espaço para que toda a beleza que conseguimos capturar da natureza ou criar nas nossas mentes apareça, destacada, e nos encha de alegria.&amp;nbsp;Comentei que "escrever historinhas é coisa de crianças de ensino fundamental". Pois é, e continua sendo, até que a nossa cultura moralista e hipócrita tira isso de nós. Onde foi parar a nossa arte de criança, a arte decorrente de uma admiração profunda por tudo aquilo que podemos ver?&amp;nbsp;Arte, como o próprio C. S. Lewis comenta, é inútil para a sobrevivência, mas, pelo contrário, é uma daquelas coisas que dão valor à sobrevivência. E, muito mais para os cristãos, é louvor ao Deus supremo e Criador de todas as coisas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você, artista, estaria livre para seguir como Tolkien e valorizar a arte da mesma maneira que ele valorizou? Pense bem. Embora ainda haja muito a ser feito no mundo, uma mente que não está treinada a parar e prestar atenção no tamanho da glória que nos cerca em pouco tempo tornará a existência um fardo. Qualquer mudança, por mais útil que pareça, será inútil quando você não se dispõe a olhar sua pequenez e reconhecer um&amp;nbsp;Deus soberano, criador de tanta beleza, para a nossa alegria e adoração. Pense bastante no céu, onde não haverá mais nada a ser feito para que o mundo melhore, e nada que possa te render reconhecimento. O que sobrará para fazer? Sem dúvida, "&lt;i&gt;somente"&lt;/i&gt; aquilo para o que fomos criados: glorificar a Deus e gozá-lo para sempre!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6917996799159797113-7565103450625372287?l=fernandopasq.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fernandopasq.blogspot.com/feeds/7565103450625372287/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6917996799159797113&amp;postID=7565103450625372287' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6917996799159797113/posts/default/7565103450625372287'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6917996799159797113/posts/default/7565103450625372287'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fernandopasq.blogspot.com/2012/01/tolkien-me-convenceu.html' title='Tolkien me Convenceu'/><author><name>Fernando Pasquini</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10251767167271298140</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_cc7nKb92UKs/TG9APKe7ADI/AAAAAAAAAek/s9mJzIK-j7U/S220/profile.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-fThNHETbxpQ/TwZiUZWHHrI/AAAAAAAAAw0/39-aSaNJkq4/s72-c/l_hobbitonposter.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6917996799159797113.post-1751140051955390599</id><published>2011-12-28T10:29:00.000-02:00</published><updated>2011-12-29T09:47:16.709-02:00</updated><title type='text'>Revolução versus Regeneração (ou, Porque Sou Contra a Palavra Revolução)</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Nota: esse texto foi começado há um bom tempo atrás, e só agora tive a chance de terminá-lo. Pois é, o blog ficou parado por um tempo; talvez porque resolvi me dedicar mais à leitura e menos à escrita. Acho que isso se deve ao Facebook e a outras redes sociais, que ultimamente tem me cansado tanto, e também tem me ensinado a ficar calado e não sair por aí falando o que penso sobre qualquer assunto. Parece que todos nós gostamos da liberdade de expressão que temos nas redes sociais, mas nos esquecemos que essas redes, algumas vezes, estão tirando a nossa liberdade de permanecer calados, ouvirmos e refletirmos... Apesar disso, resolvi, hoje, escrever um pouquinho... de vez em quando isso também não faz mal, uma vez que é uma boa forma de organizar o pensamento. Façamos tudo equilibradamente... :)&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Revolução é uma palavra que anda na moda. Junto com o vocabulário redundante e subjetivo do politicamente correto, entre os quais estão as expressões "justiça social" e "política pública", o fato é que a palavra revolução vive na boca do povo, ultimamente. E eu, por mais que possa ser interpretado como chato, conservador e moralista, me recuso a colocá-la na minha boca, a não ser que seja por pura crítica. Não, não coloco mesmo. "Ah!, vai falar que alguma revolução não é boa, por menor que seja"? Calma. Vou discorrer aqui todos os pontos que explicam porque tenho bastante cautela com essa palavra, e não recomendo que cristãos e não-cristãos a saiam utilizando por aí.&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;1)&amp;nbsp;Assassinato da semântica&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;O primeiro problema não é nem moral ou filosófico. É puramente semântico. Muito do que chamamos "revolução" não tem nada a ver com o sentido próprio da palavra. Dizemos que Steve Jobs "revolucionou" o mercado com o&amp;nbsp;&lt;i&gt;iPad&lt;/i&gt;, quando na verdade a única coisa que ele fez foi inovar. Steve Jobs não revolucionou nada; ele não jogou bases e pressupostos do mercado no lixo e começou uma nova empreitada, do zero. Steve Jobs seria um revolucionário se ele, por exemplo, convencesse as pessoas de que o computador não presta para receber e-mails ou navegar na internet, e que ele serve, na verdade, para servir pão de queijo no café da tarde; fazendo, então, sucesso com o seu iChesseBread. O iPad não é uma revolução e também muito do que vemos não é revolução.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem, no fim das contas, a semântica tem sido realmente muito assassinada por esses jovens cheios de razão que postam frases espirituosas no Facebook, não? (Digo isso também me incluindo, eu mesmo já a assassinei várias vezes!). Vou fazer uma digressão, talvez desnecessária, mas é o que tenho pensado... O Facebook, além de ter se tornado, hoje, um pequeno museu de jovens que não tem o que fazer, ou jovens extremamente preocupados em mostrar o quanto são humanos, bonzinhos, e que pensam profundamente nas coisas certas, votam no PT, andam de bicicleta ao invés de carro... também têm se tornado um lugar cômico onde os sentidos das palavras são tão confusos quanto o ensino que receberam nas escolas. "Religião", por exemplo, é um caso - deixou de significar sistema de crenças e agora significa religiosidade hipócrita.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;2)&amp;nbsp;Progressismo cego&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Revolução é uma linda palavra dentro do ideal progressista, que coloca o progresso da humanidade como prioridade número um no mundo, pouco se importando com o resto. É claro que o progresso é algo desejável por todos, mas Chesterton diz: "o louco é quem perdeu tudo, menos a razão". E o revolucionário é, também, o louco, que perdeu a noção de tudo, exceto de que deve fazer a humanidade progredir a qualquer custo. E daí surge a palavra revolução: uma vez que as coisas não progridem e não funcionam, a melhor opção é destruir o que já foi construído e começar tudo de novo, "re-evoluindo". Na versão marxista dessa história, a destruição é a luta armada das classes mais baixas, destruindo as mais altas e ocasionando o progresso. Nas outras versões, o princípio pode até parecer mais humano e santo, mas ele não muda: tudo se resume a "re-evoluir". É perder a paciência e apertar o&amp;nbsp;&lt;i&gt;reset&lt;/i&gt;&amp;nbsp;do computador, o que pode até resolver algumas coisas no momento, mas onde você não salva os seus trabalhos e também não garante que ele trave de novo, mais tarde.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Me impressiono, às vezes, com essa face patética do esquerdismo.&amp;nbsp;Parece que tudo se resume a criticar aqueles que se acham bons, e se achar bom por isso. É se orgulhar por parecer humilde, e destruir, com todo ódio, usando a justificativa de que se ama e se quer o bem da humanidade. Como já diria Luiz Felipe Pondé, "eu odeio política como redenção".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E citando Chesterton novamente:&amp;nbsp;"Os homens inventam novos ideais porque não ousam tentar velhos ideais. Eles olham adiante com entusiasmo porque têm medo de olhar para trás".&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;3) Não seja ridículo&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Você poderia até concordar comigo sobre a interpretação da palavra que dei neste último ponto, mas diria: "tudo bem, mas eu não uso a palavra nesse sentido". E eu respondo: "então escolha outra". Quando eu era criança, ouvia a expressão "garota de programa" e achava que isso se referia às dançarinas do programa do Faustão. Não preciso nem dizer que o resultado era constrangedor para quem estava por perto, quando eu resolvia usar a palavra... Fato é que a nossa língua precisa ser objetiva, caso contrário não há quem se entenda.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;4) Cristianismo e revolução&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Certa vez conversei com um amigo sobre o sentido da palavra&amp;nbsp;revolução&amp;nbsp;dentro do cristianismo. Quando um cristão entrega sua vida a Cristo, o que ocorre não é exatamente uma revolução dentro de si? De certa forma, sim. A regeneração e a nova vida que temos em Cristo, através do Espírito Santo, muda totalmente as nossas bases. Mas espere. Eu acabei de dizer... nós já temos uma boa palavra para isso:&amp;nbsp;&lt;i&gt;regeneração&lt;/i&gt;. A expressão "re-gerar", quando colocada lado a lado com "re-evoluir", parece, para mim, muito mais forte. Evoluir novamente não inclui o fato de que as bases são mudadas. Nascer novamente já significa um novo começo, uma nova natureza, uma nova base sobre a qual iremos progredir. E essa base não é mais uma evolução aleatória, materialista, e sem Deus, como muitos sugerem hoje. É um crescimento espiritual real, em todos os sentidos, guiado unicamente por um grande Deus pessoal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estes dois conceitos que estou contrastando, afinal, se parecem muito próximos do que conhecemos, na ciência, pelo dualismo do evolucionismo versus criacionismo. Somente Deus é quem cria uma nova vida e uma nova maneira de agir. O homem está em pecado, e não pode "evoluir" sozinho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por isso, vou repetir o terceiro ponto: cuidado com essa palavra - você pode ser muito mal interpretado!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;5) Evangelismo&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;"Bem, mas então, como vou falar do Evangelho para o pessoal de humanas da minha universidade, se não chego a eles com conceitos e palavras próprios deles"? Me desculpe, mas me recuso a comentar isso muito profundamente. A princípio até digo: por favor, pare de achar que as pessoas são burras! Com uma boa explicação, todo mundo é capaz de entender a Bíblia, seus conceitos e definições. A não ser que alguém tenha um bom preconceito com palavras, acho que ninguém vai virar as costas para você se você perguntar: "ei, você sabe o que significa expiação? Salvação? Regeneração? Glorificação? Adoração? Oração? Amém?". O vocabulário cristão não é mau. Ele serve para nos ajudar a definir conceitos, nos ajudando muito no evangelismo! E se eles fazem bem para nós, por que não para as outras pessoas? Afinal, como você espera que um professor de computação, por exemplo, explique um algoritmo de busca binária em árvores de dados para alunos que sequer saibam o que é uma árvore de dados?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo bem, eu também concordo que utilizar metáforas e imagens são coisas muito legais quando explicamos o cristianismo, ou mesmo qualquer outro assunto. Mas o evangelismo cristão, para mim, tem duas faces; duas faces que a princípio parecem se contradizer, mas devem sempre permanecer juntas.&amp;nbsp;O evangelismo envolve, sim, utilizar conceitos que a pessoa já conhece para explicar outros. Isso é um princípio básico de comunicação. A própria Bíblia faz isso. Mas, por outro lado, a mensagem cristã é muito diferente do que tudo aquilo que já se conhece. Os atributos de Deus, a salvação em Cristo, e a nova vida no Espírito não se limitam só a imagens que conhecemos, são coisas que superam qualquer experiência terrena. São maiores do que o vento, a água, o fogo, são maiores do que revoluções ou quaisquer outras coisas. Dessa forma, se limitarmos nossa explicação do Cristianismo a apenas coisas que nossos amigos conhecem, de que maneira vamos esperar que eles mudem de posição? Afinal, se o cristianismo se parece com tudo aquilo que eu já sei, porque eu deveria abandonar tudo o que sigo e seguir a Cristo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acho que esse evangelismo "didático" que ouvimos ser pregado hoje peca por dois pontos. Primeiro, porque não depende da soberania de Deus em chamar as pessoas, criando uma nova vida de maneira sobrenatural. Ele parece se limitar somente à argumentação racional e humana. E em segundo porque tenta, por vezes, fazer uma imagem de Deus em semelhança de criatura, esquecendo-se de que ilustrações são apenas ilustrações, e não os conceitos em si. E então, criamos pagãos que se dizem cristãos. Criamos pagãos que adoram as revoluções, adoram o amor, adoram a caridade, e não adoram o Deus supremo e absoluto, que sempre ultrapassa nosso entendimento. A Bíblia utiliza, realmente, muitas ilustrações para explicar o nosso Deus e o seu relacionamento com a humanidade, mas, de uma maneira quase que inexplicável, ela também nos ensina que Deus é grande, e nunca poderá ser representado em qualquer forma humana e limitada. Note que, em última análise, isso não é contraditório. Que possamos nos lembrar sempre desse lindo paradoxo do cristianismo!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;"Que preciosos para mim, ó Deus, são os teus pensamentos! E como é grande a soma deles!&amp;nbsp;Se os contasse, excedem os grãos de areia; contaria, contaria, sem jamais chegar ao fim."&lt;/i&gt;&amp;nbsp;(Salmo 139:17,18)&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6917996799159797113-1751140051955390599?l=fernandopasq.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fernandopasq.blogspot.com/feeds/1751140051955390599/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6917996799159797113&amp;postID=1751140051955390599' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6917996799159797113/posts/default/1751140051955390599'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6917996799159797113/posts/default/1751140051955390599'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fernandopasq.blogspot.com/2011/12/revolucao-versus-regeneracao-ou-porque.html' title='Revolução versus Regeneração (ou, Porque Sou Contra a Palavra Revolução)'/><author><name>Fernando Pasquini</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10251767167271298140</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_cc7nKb92UKs/TG9APKe7ADI/AAAAAAAAAek/s9mJzIK-j7U/S220/profile.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6917996799159797113.post-3564231314282033197</id><published>2011-11-09T09:04:00.000-02:00</published><updated>2011-11-09T09:18:14.694-02:00</updated><title type='text'>Revoluções na USP - O que vimos, a discussão, e os resultados</title><content type='html'>Todos nós, brasileiros, assistimos ao caos que aconteceu na Universidade de São Paulo nessa semana . Muita briga, violência, discussão e até uma enxurrada de mensagens no Facebook, Twitter e e-mail com diversas opiniões das pessoas. Bem, e eu não poderia deixar de fugir disso. Entretanto, achei mais interessante deixar os argumentos de uma forma bastante metódica e direta. Peço desculpas se fui muito duro em alguns comentários, ou falei o que não devia. Todos nós erramos. Mas acho importante que as pessoas acusem os erros e discutam. Se não julgarmos e apontarmos os erros, não há como mudar.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;O Que Vimos&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;O que vimos nessa semana? Preciso primeiro responder a essa pergunta. Os alunos estão dizendo que a mídia está ocultando informação. Tudo bem, talvez ela não esteja se ocupando em apresentar argumentos. Mas a&amp;nbsp;mídia, antes de ser parcial, não deixa de apresentar os fatos. Vamos primeiro notar o que ela tem apresentado. E, com isso, vou dizer o que eu tenho notado ao assistir as imagens apresentadas na TV e na internet.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;1) O início da bagunça se deu com um "Não Pode".&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Toda essa história que vimos na USP nesta semana teve o seu estopim com o quê? Uma intervenção policial a alguns alunos que estavam simplesmente agindo contra uma lei federal, que proíbe o consumo de drogas como a maconha.&lt;br /&gt;Foi um péssimo momento de reação. Pois por mais que digam que a mídia esconda os argumentos sérios, a própria reação dos estudantes, naquele momento, já os colocou numa posição mal vista pela sociedade.&lt;br /&gt;O ódio e a raiva incontrolada gerada no momento da manifestação gerou essa imagem ruim dos alunos, que sim, não deixa de ser verdadeira: os estudantes querem poder fumar maconha à vontade e por isso querem a polícia fora do campus.&lt;br /&gt;Como é cínico agir dessa maneira tão imprudente, sujando a própria imagem, e depois ainda colocando a culpa no outro por difamá-lo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;2)&lt;/b&gt;&amp;nbsp;&lt;b&gt;Jovens que se acham heróis cheios de razão e sentido&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;As imagens mostram. O que mais me assusta em todas estas manifestações são as reações dos estudantes. Protestos descontrolados gritando democracia são muito pouco perto daquele "heroísmo idealista" que vemos em algumas imagens de alunos saindo presos e levantando livros, fazendo atos "simbólicos" e querendo mostrar que são o máximo. E ao mesmo tempo que defendem luta de classes e direito a oprimidos, agem como se fosse o maior absurdo agir contra aqueles pilares de sabedoria.&lt;br /&gt;Orgulho: é isso o que os professores de universidade nos têm ensinado. E, dizendo como também um jovem que sente na pele o que é isso, nós muitas vezes nos achamos cheios de razão e a resposta para todos os problemas da humanidade.&lt;br /&gt;Para quem não pode ver algumas imagens da reportagem do Jornal Nacional, assista:&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=yhX5lhDmAOU"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=yhX5lhDmAOU&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;3) Jovens barulhentos e provocadores&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Muitas pessoas não gostam de ouvir "não". Mas são os jovens que fazem um barulho enorme quando ouvem essa palavra. São os jovens que se colocam em blogs (como eu? hehe), redes sociais, manifestos populares, depredações de patrimônios públicos e vão lá encher o mundo com suas palavras sábias e poderosas, como se fossem Aquele que criou o mundo por sua Palavra.&lt;br /&gt;Chega a beirar o ridículo. Se você tem dificuldade em amar as pessoas, não assista o seguinte vídeo. Mas se quiser assistir e ver como nós, jovens, somos barulhentos, corremos atrás de coisas para acusar e reclamamos por tudo, assista o vídeo abaixo. Me surpreende ver os alunos gritando na cara dos policiais, ridicularizando, praguejando, e depois reclamam quando um deles se "estressa" e os tira do local.&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #0000ee; text-decoration: underline;"&gt;http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&amp;amp;v=LSwrqEiVOv4#!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Chega a beirar a loucura. Como aquele louco que vê alguém fazer um movimento brusco e pula, gritando: "ele vai me matar! ele vai me matar!". Se um policial fala para alguém sair do lugar, ele está escondendo alguma coisa. Se ele olha feio, está condenando. Se vira a cabeça para o lado, coça a barba ou estica as costas, ele está oprimindo.&lt;br /&gt;Ora, eles dizem que a PM é descontrolada e violenta. Do jeito como eles agem, quem não seria? Fique por alguns segundos, talvez (vou até ser humilde e não falar de minutos ou horas), me provocando, xingando, falando besteiras, dizendo que você está certo e eu estou errado, que eu sou burro... em pouco tempo, ou eu vou me afastar de você, ou eu vou tentar afastar você de mim, ou, na pior das hipóteses, eu vou partir para cima de você.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;A "Discussão"&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Bom, estes são os fatos e minhas interpretações. Agora vamos ao que os alunos estão reivindicando. Eu concordo&amp;nbsp;que é interessante observarmos os argumentos dos alunos. Sim, eu me dei ao trabalho de ler a manifestação e a reivindicação dos alunos. Li os argumentos e acho bom que as pessoas leiam; não só leiam como também escrevam sobre o assunto. São textos que, embora pouco profundos, despertam discussões políticas que precisam chegar com bastante força ao nosso país, se é que queremos mudança.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas deixem-me, agora, propor alguns outros argumentos e comentários sobre o que tenho visto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;1) Injustificável&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Imagine que uma pessoa apareça do nada, tire uma arma e mate uma outra pessoa na sua frente. Você se assusta e começa a se afastar. O assassino vira para você e diz: "espera, espera, eu posso justificar"!&amp;nbsp;Justificar o quê, meu jovem? Você acabou de matar alguém!&lt;br /&gt;Como já ouvi bastante durante esta semana, estão dizendo que todos os alunos que são a favor da polícia militar no campus não querem saber &amp;nbsp;dos argumentos do que são contra. São eles os leitores de Veja alienados, capitalistas filhos de papai, elite burguesa, insensíveis, que só querem saber de estudar para ganhar dinheiro. Mas o que temos visto nas imagens? Na minha opinião, o que eu vi foi só ódio, orgulho e tagarelice.&lt;br /&gt;Parece querer demais que as pessoas prestem atenção nas atitudes dos alunos quando estes estão mais preocupados em agir primeiro e só depois justificar. Isso é imprudência.&amp;nbsp;"Mas vocês não nos ouvem, estamos faz um bom tempo falando que a situação está ruim e precisa de mudança". Sim, talvez não ouvimos. Mas a não ser que vocês nos convençam que fazer uma barbaridade dessa vai ajudar a impor suas opiniões, qualquer outra justificativa, por mais "iluminada e intelectual" que seja, não vai ser interessante. Sim, o único argumento que eu me proporia a ouvir numa ocasião dessa seria porque lançar fora a moral e os bons costumes para se conseguir o que quer.&lt;br /&gt;Por isso dou muito mais razão a quem não lê os argumentos e discorda a ação dos estudantes, pois são estudantes que simplesmente viram uma barbaridade e tem o direito óbvio de discordar. Pela moral e os bons costumes. Se os estudantes acham que isso é uma bobagem, então que se deem ao trabalho de justificar, primeiramente, porque os valores e a moral não são necessários. E aí eles têm um bom trabalho... um trabalho vão e que só busca o total retrocesso da humanidade, como comenta C. S. Lewis em seu livro "A Abolição do Homem".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;2) Democracia e Ditadura&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Como disse o governador Geraldo Alckmin em resposta a uma breve entrevista sobre o assunto, "estes alunos precisam de uma aula sobre o que é democracia". Não gosto do Geraldo Alckmin e nem sou filiado a nenhum partido para ficar falando sobre políticos. Mas tenho que concordar que ele tocou no ponto mais óbvio de toda a questão.&lt;br /&gt;Como seria um processo natural e democrático de uma mudança política numa sociedade? Eu vejo essa questão de uma maneira muito simples: alguém surge com uma ideia e passa a compartilhá-la com outras pessoas. As pessoas observam e julgam se a ideia é boa ou ruim. Passa-se um tempo, um tempo em que naturalmente ou os defensores ou os rejeitadores da ideia são prejudicados, vivendo contra a sua vontade. &amp;nbsp;Tudo isso permanece até o momento em que um instrumento de democracia permite avaliar se a ideia deve ou não ser implementada no governo.&lt;br /&gt;Eu concordo que as coisas são muito mais complicadas; eu apenas citei um caso ideal.&amp;nbsp;Tudo complica quando entra a vontade impositiva do homem e a ditadura.&amp;nbsp;Todos nós sabemos como funciona. Se tivermos poder, podemos simplesmente impor as ideias à força. Ou, se a imposição à força comprometer o nosso poder, fazemos imposição psicológica - a famosa propaganda ideológica que vemos nos materiais escolares são polêmicos que o governo lança. se formos estudantes, fazemos o que?&lt;br /&gt;Os estudantes parecem estar fazendo isso: simplesmente ignoram qual seja a opinião da maioria e está pouco preocupada com isso. Eles querem é agir, e não refletir. E a situação fica assim: por acreditarem, cegamente, que a ideia de expulsar a PM do campus seja uma ideia que parte da democracia, os estudantes começam a ver que vivem numa ditadura, uma vez que a PM permanece no campus e nada é feito. Se você quer acreditar que o seu colega ao lado é um bandido, não se assuste de se encontrar um dia chamando a polícia para prendê-lo. O problema disso tudo é que, no fim, você acaba sendo o injusto da história, e, como no caso dos estudantes, o ditador.&lt;br /&gt;Eu sou contra a PM no campus, não sou socialista e muito menos marxista. E se eu não tiver voz nesse campus, sinto muito, mas terei que dizer que vocês são uns grandes ditadores. Só prometo que não vou sair ocupando o DCE, porque não tenho o menor interesse nisso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;3) Não sou socialista, nem marxista. E aí?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Quando lemos a manifestação escrita dos alunos que invadiram o prédio, nos deparamos com um show de conceitos e ideias que só convenceriam o resto das pessoas caso elas partilhassem da mesma visão política dos manifestantes. O que, obviamente, não se mostram nem argumentos nem justificativas. Vejamos algumas frases:&lt;br /&gt;"Num contexto de crise sistêmica do capitalismo, se evidencia, em todo o mundo, o papel da polícia como aparelho armado de repressão aos movimentos sociais que resistem ao avanço da desigualdade e ataques a direitos históricos da população."&lt;br /&gt;"A reitoria da USP se utilizou de maneira oportunista da morte do estudante Felipe Ramos de Paiva"&lt;br /&gt;"esse projeto político busca submeter a Universidade aos interesses de empresas e fundações privadas, cujo único objetivo é a maximização de seus próprios lucros"&lt;br /&gt;Ora, porque eu deveria acreditar nisso tudo? Eu não sou socialista e muito menos marxista. Essas frases, para mim, são totalmente injustificadas. E porque eu não posso ser a favor das atitudes do Reitor da USP? Cadê a democracia?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;4) Universidade de São Paulo, uma universidade brasileira.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Um argumento defendido pelos estudantes é o de que, como universidade, todos eles têm a liberdade de questionar o Estado. E como tem! Concordo plenamente. Mas isso é liberdade de consciência. Não implica em liberdade de agir contra a constituição brasileira. A USP faz parte do Brasil, e do seu Estado. Como isso é obvio...&lt;br /&gt;Um exemplo: discordo e odeio ter que pagar ao governo 60% do valor de um produto eletrônico que vem do exterior. Mas isso justifica o fato de eu comprar produtos piratas? Claro que não. Discordar não implica em se rebelar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;"&gt;5) Silêncio com relação a outros problemas da universidade&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Sim, a USP tem tantos outros problemas. Também não gosto muito do reitor da USP, mas acho que não poderia "demonizá-lo" só porque, como fazem alguns, suas posições tendem à direita. E ele tem várias outras atitudes que podem ser questionadas pelos alunos além da ocupação da PM.&lt;br /&gt;Para quem não sabe, nos últimos anos, os alunos perderam seus direitos à plano de saúde. E até agora não ouvi uma reclamação quanto ao assunto. Também existem vários alunos que discordam do modo como as verbas são distribuídas na universidade. Onde estão as reivindicações?&lt;br /&gt;Quando a única atitude da reitoria questionada pelos estudantes passa a ser algo que eles consideram uma força "repressiva" às vontades desses alunos, a primeira coisa que me vem à cabeça é que eles querem o enfraquecimento do sistema para que eles tomem tudo à força mais facilmente. Tudo bem, talvez não seja assim, mas é uma impressão.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Os Resultados&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Reparem nessa frase proferida por Che Guevara (&lt;a href="http://www.olavodecarvalho.org/convidados/mnagib.htm"&gt;http://www.olavodecarvalho.org/convidados/mnagib.htm&lt;/a&gt;): "O ódio como fator de luta. O ódio intransigente ao inimigo, que impulsiona além das limitações naturais do ser humano e o converte em uma efetiva, violenta, seletiva e fria máquina de matar. Nossos soldados têm que ser assim. Um povo sem ódio não pode triunfar sobre um inimigo brutal".&lt;br /&gt;É isso o que o ódio faz, então? Talvez sim. Mas eu também vi o que o ódio fez nesse evento. Gerou milhões de xingamentos, discussões sem sentido, intolerância, vidros quebrados, paredes pichadas, e, acima de tudo, um certo nojo da sociedade perante os alunos. A mídia encobre? Não, a mídia filma, a mídia grava, a mídia publica.&lt;br /&gt;Revoltas são assim. São mini-ditaduras, são bagunças, são ódio. Revolução é como apertar o "reset" do seu computador: você acaba com tudo e começa do zero, mas não garante que o computador vai funcionar direito depois.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que fazer, portanto, diante disso tudo? Para responder a essa pergunta adequadamente, deveria começar outro post. Mas gostaria de deixar alguns comentários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em primeiro lugar, eu vejo que essas notícias não deveriam nos desanimar na busca de uma sociedade melhor. Como cristão, tenho que afirmar que apesar de todas as barbaridades que ocorrem do mundo, Deus reina. Deus reina sobre tudo e sabe o que acontece.&amp;nbsp;E por mais imbecis que nós, todos nós, sejamos ao fazer esses manifestos e escrever estes textos enormes, Deus está reinando.&amp;nbsp;&lt;i&gt;"Por que se enfurecem os gentios e os povos imaginam coisas vãs? (...) Ri-se aquele que habita nos céus; o SENHOR zomba deles"&lt;/i&gt;. (Salmo 2.1,4). Como é bom saber que tagarelices como essas não vão tirar a glória do Criador!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E em segundo lugar, resta-nos o trabalho árduo de reformar a sociedade não através de rebeldia às leis, mas através de compreensão, amor, e principalmente, tolerância e resignação. "Ah, que bonitinho". Sim, é bonitinho e todo mundo gosta de usar esse discurso. Mas todos gostam porque ele é um discurso vago e pode ser interpretado de muitas formas. Os comunistas dizem que amam a humanidade quando querem promover luta de classes em favor do progresso. Os políticos dizem que amam a nação quando começam a tirar alguns direitos das pessoas. E é por isso que além do amor, usei palavras como compreensão e, principalmente, diálogo. E também resignação - a atitude de ter paciência e saber se calar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E falando especificamente aos cristãos, devemos buscar tudo isso através da glória do Pai, a redenção do Filho e a nova vida gerada pelo Espírito Santo.&amp;nbsp;Revolução ou regeneração? Como cristãos, que leem e confiam na Bíblia, deveríamos buscar a regeneração. Nossa luta não é contra a carne e o sangue. Que possamos cingir o cinto da verdade, vestir a couraça da justiça, calçar os pés com a preparação do evangelho da paz, usar o escudo da fé, o capacete da salvação e, principalmente, a espada do Espírito, que é a Palavra de Deus. (Efésios 6:11-20) Essa é a nossa luta. Não para buscar a transformação necessariamente em estruturas de poder ou leis, mas principalmente, no mais íntimo dos corações de cada um.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6917996799159797113-3564231314282033197?l=fernandopasq.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fernandopasq.blogspot.com/feeds/3564231314282033197/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6917996799159797113&amp;postID=3564231314282033197' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6917996799159797113/posts/default/3564231314282033197'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6917996799159797113/posts/default/3564231314282033197'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fernandopasq.blogspot.com/2011/11/revolucoes-na-usp-o-que-vimos-discussao.html' title='Revoluções na USP - O que vimos, a discussão, e os resultados'/><author><name>Fernando Pasquini</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10251767167271298140</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_cc7nKb92UKs/TG9APKe7ADI/AAAAAAAAAek/s9mJzIK-j7U/S220/profile.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6917996799159797113.post-6644438315186281478</id><published>2011-11-02T10:15:00.001-02:00</published><updated>2011-11-02T10:15:24.809-02:00</updated><title type='text'>Bíblia e Reforma</title><content type='html'>Não consegui escrever nada para o dia 31 de outubro, dia da Reforma Protestante do séc. XVI. Em compensação, li trechos do excelente livro: "Inspiração e Canonicidade da Bíblia", de Laird Harris, um livro com um assunto que considero pouco explorado nos meios da apologética e da teologia cristã atual. Uma pena, pois de que forma podemos afirmar o princípio &lt;i&gt;Sola Scriptura&lt;/i&gt;, uma das principais reivindicações da Reforma, sem que o possamos defender?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segue, portanto, um apelo do autor do livro para com essa necessidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;"(...) Não se pode separar Cristo das Escrituras.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Uma compreensão segura da evidência mostrará por que essa doutrina da inspiração verbal convence com tanta força a igreja cristã. Não adianta tentar refutá-la dizendo que ela é judaica, ou que parece ser do Islã, ou que foi criação do período que se seguiu à Reforma, ou que foi invenção do antigo Seminário de Princeton. De fato, ela foi sustentada pelos judeus, pela igreja primitiva, e ao longo dos séculos da história da igreja. Hoje esse ponto de vista é mantido por um grande grupo de cristãos, muitas vezes intitulados evangélicos ou fundamentalistas. (...) Mas a razão pela qual esses cristãos e muitos mais vêm mantendo essa visão é simplesmente que eles são cristãos e consideram como suprema a autoridade de Cristo. Portanto, creem no que eles lhes mandou crer. Não podem fazer diferente sem de novo trair seu Salvador.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Se há problemas que podem impedir uma crença plena na Bíblia, esses problemas devem ser reconhecidos e uma resposta buscada, ou a fé incentivada onde falta evidência completa. Mas negar a Bíblia, com a consequente negação de Cristo, traz outros problemas que nos nossos dias já levaram nosso mundo ocidental para bem perto do desespero. Não podemos sentir que o distanciamento da Bíblia no século 20 tenha produzido poder espiritual, crescimento em graça, segurança da salvação, paz de espírito, santidade do lar, ou qualquer outro dos frutos normalmente associados com o Cristianismo. Algo está pode na casa da fé. Talvez seja porque os profetas da teologia moderna perderam sua fé no Cristo do Livro."&lt;/i&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6917996799159797113-6644438315186281478?l=fernandopasq.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fernandopasq.blogspot.com/feeds/6644438315186281478/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6917996799159797113&amp;postID=6644438315186281478' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6917996799159797113/posts/default/6644438315186281478'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6917996799159797113/posts/default/6644438315186281478'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fernandopasq.blogspot.com/2011/11/biblia-e-reforma.html' title='Bíblia e Reforma'/><author><name>Fernando Pasquini</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10251767167271298140</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_cc7nKb92UKs/TG9APKe7ADI/AAAAAAAAAek/s9mJzIK-j7U/S220/profile.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6917996799159797113.post-2235292689404261300</id><published>2011-10-23T16:11:00.002-02:00</published><updated>2011-10-23T21:31:25.104-02:00</updated><title type='text'>O Intrometido</title><content type='html'>&lt;div&gt;Esterzinha passou na frente da sala onde se reuniam os oficiais da igreja. O que será que eles estão conversando, hein? Será que eles estão falando de mim? Ah, com certeza que é sobre o tal do Estevão e aquilo que ele fez...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Davi estava na frente da igreja, após o culto, e ouviu uma conversa séria entre Isaías e Jairo. Os dois estavam frente a frente com uma Bíblia na mão, conversando sobre um trecho que Davi não conseguiu identificar qual era. Mas seu ouvido ficava ali, ignorando toda a multidão que conversava ao seu lado para tentar descobrir o que é que estava sendo discutido. Ai se ele ouvisse algo que não gostasse! Esse Isaías! Esse Jairo! Só sabem conversar sobre Bíblia... daqui a pouco Jesus volta só por causa dessa conversa deles!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-r-sjPlFWdS8/TqRW_gj7LII/AAAAAAAAAv8/NXyZUkohJnw/s1600/girl-peeking-behind-the-door-1.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://1.bp.blogspot.com/-r-sjPlFWdS8/TqRW_gj7LII/AAAAAAAAAv8/NXyZUkohJnw/s320/girl-peeking-behind-the-door-1.jpg" width="211" /&gt;&lt;/a&gt;Você já se deparou com uma situação dessas? Já pensou como Esterzinha ou como Davi, e quis enfiar o nariz numa conversa séria onde você não esteve? Você já se ofendeu por não participar de muitas conversas onde você acredita que daria a "melhor opinião" caso estivesse lá? Você já se ofendeu pelo fato de outros conversarem sobre assuntos que você não entenderia?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Somos curiosos e queremos saber tudo o que está acontecendo à nossa volta. Às vezes, ainda reclamamos e justificamos falando que é um absurdo essas conversinhas paralelas entre as pessoas, "sem que eu fique sabendo do que está acontecendo". E às vezes, criticamos até os conselhos das nossas igrejas porque eles não levam à publico os problemas enfrentados.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O que a Bíblia diz sobre isso?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;i&gt;"Não apliques o coração a todas as palavras que se dizem, para que não venhas a ouvir o teu servo a amaldiçoar-te,&amp;nbsp;pois tu sabes que muitas vezes tu mesmo tens amaldiçoado a outros."&lt;/i&gt;&amp;nbsp;(Eclesiastes 7:21,22)&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Este trecho de Eclesiastes é muito claro. Todos nós pecamos ao falar, principalmente ao falar mal de outras pessoas. Nossas conversas estão repletas de erros, de ódio, ou mesmo de coisas que não edificam. E por isso Salomão nos dá uma recomendação muito importante: não queiramos prestar atenção em todas as conversas, pois ao fazer isso, podemos ouvir muito pecado e, com isso, seremos incentivados a odiar nossos irmãos.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Odiar os nossos irmãos! É isso o que pode acontecer conosco, na nossa pecaminosidade, caso conheçamos nossos irmãos cada dia mais a fundo. Conversar e abrir nossos pensamentos a alguém sempre pode causar esse problema, um problema que Tomas à Kempis, em seu livro "A Imitação de Cristo", explica tão bem:&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;i&gt;"Não abra seu coração para todas as pessoas, mas discuta seus negócios com os sábios e aquele que teme a Deus. (...) Precisamos ter amor para com todos, mas familiaridade com todos não é conveniente. (...) Nós pensamos, às vezes, que vamos agradar aos outros com nossa companhia e começamos, ao contrário, a desagradar com a maldade que descobrem em nós."&lt;/i&gt; (A Imitação de Cristo, Livro I, Capítulo 8)&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;E que forma de conhecer os nossos irmãos seria aquela onde enfiamos o nariz em conversas que não seria bom que ouvíssemos! Acredito que Deus, sendo nosso pai amoroso, nos priva do conhecimento de muitas coisas para que não pequemos pelo conhecimento delas. Se cada leitor desse blog, por exemplo, pudesse conhecer todos os meus pecados, eu não só seria deixado escrevendo aqui, como também seria ordenado a fechar esse site. Muito pecado alheio nos é oculto para que, na nossa fraqueza, não passemos a odiar e desconsiderar o nosso próximo.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mas nós nos revoltamos por não saber de algumas coisas! Por que? Porque somos curiosos e queremos ver "o circo pegar fogo". Queremos ver a fraqueza do nosso próximo sem o consentimento dele. Queremos ver quem e o que está errado nessas conversas e discussões entre irmãos. E qual é a consequência? Passamos a olhar algumas pessoas com outros olhos... e lançamos fora, muito facilmente, o amor.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Paulo, em suas epístolas, sempre nos diz que nossa liberdade cristã é sempre limitada pelo amor ao mais fraco. E este fraco muitas vezes somos nós mesmos... Quão bom seria se pudéssemos saber tudo o que acontece, nos abrirmos com todos e confiarmos em todos! E com certeza todos nós aguardamos o momento em que iremos para o céu, e possamos fazer isso por toda a eternidade com nossos irmãos, sem pecado e desconfiança. Mas ainda estamos sujeitos ao pecado. Ainda somos fracos. Portanto, tomemos cuidado com o que ouvimos e falamos.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Que ensinamento importante para nós, nos dias de hoje! Se pudéssemos nos lembrar disso todos os dias, e jogar fora o nosso orgulho para conhecer apenas aquilo que nos é dado a conhecer, pela graça de Deus! Gostaria de tirar duas aplicações importantes disso.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;1) Líderes. Líderes sempre conhecem as pessoas muito mais a fundo e sabem de muito do que ocorre. Pastores, presbíteros, e quaisquer outros líderes vêem muito mais pecado do que um simples membro de igreja. E por isso, eles precisam de preparo, e de muito progresso na vida de santidade. Pessoas assim devem sempre ter mais amor, paciência e suportar o próximo apesar de todas as falhas. Um líder que não tem progresso nesse amor incondicional com certeza irá se tornar um líder ranzinza, crítico e, muito pior, que se acha auto-suficiente e o único capaz de realizar a obra.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;i&gt;"Ora, nós que somos fortes devemos suportar as debilidades dos fracos e não agradar-nos a nós mesmos.&amp;nbsp;Portanto, cada um de nós agrade ao próximo no que é bom para edificação.&amp;nbsp;Porque também Cristo não se agradou a si mesmo; antes, como está escrito:&lt;/i&gt; &lt;i&gt;'As injúrias dos que te ultrajavam caíram sobre mim'. Pois tudo quanto, outrora, foi escrito para o nosso ensino foi escrito, a fim de que, pela paciência e pela consolação das Escrituras, tenhamos esperança.&amp;nbsp;Ora, o Deus da paciência e da consolação vos conceda o mesmo sentir de uns para com os outros, segundo Cristo Jesus, para que concordemente e a uma voz glorifiqueis ao Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo."&lt;/i&gt; (Romanos 15:1-6)&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;2) Redes sociais.&amp;nbsp;Embora eu seja normalmente quieto e reservado, também acredito que sou uma pessoa muito susceptível a me abrir e contar sobre minha vida. O próprio fato de contar isso, sobre mim, já comprova essa minha característica. Mas de alguma forma, quase todos nós, hoje, temos esse tipo de sentimento quando usamos as redes sociais como Facebook e Twitter; e quase todos nós temos a impressão às vezes de estar dizendo o que não se deve.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Dessa forma, as redes sociais podem estar se tornando um problema sério ao expor as vidas das pessoas e fazendo-nos odiá-las mais.&amp;nbsp;Nós sabemos quais são as grandes vantagens e desvantagens de expormos a centenas de pessoas os nossos dias, pensamentos, sentimentos, entre muitas outras coisas. A grande vantagem da abertura está no conhecer melhor o próximo e ter um espaço maior para conversar e trocar ideias com elas. Não nego que já tive muitas conversas proveitosas por e-mail e Facebook com pessoas que naturalmente não encontro andando por aí na rua. Mas a grande desvantagem é essa: a abertura exagerada pode ter algumas consequências sérias. Expomos o nosso pecado e a nossa fraqueza e incentivamos o ódio. Incentivamos o pecado...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Por isso, amigo, comece a pensar já sobre o que você tem postado nessas redes sociais. Algumas coisas seriam melhores se ficassem ocultas, talvez entre você e um amigo, talvez entre você e seus pais, talvez entre você e sua esposa/marido, e talvez entre só você e Deus. Nossa liberdade cristã sempre é limitada pelo amor ao mais fraco. &lt;i&gt;"Nós pensamos, às vezes, que vamos agradar aos outros com nossa companhia e começamos, ao contrário, a desagradar com a maldade que descobrem em nós."&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6917996799159797113-2235292689404261300?l=fernandopasq.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fernandopasq.blogspot.com/feeds/2235292689404261300/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6917996799159797113&amp;postID=2235292689404261300' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6917996799159797113/posts/default/2235292689404261300'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6917996799159797113/posts/default/2235292689404261300'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fernandopasq.blogspot.com/2011/10/o-intrometido.html' title='O Intrometido'/><author><name>Fernando Pasquini</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10251767167271298140</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_cc7nKb92UKs/TG9APKe7ADI/AAAAAAAAAek/s9mJzIK-j7U/S220/profile.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-r-sjPlFWdS8/TqRW_gj7LII/AAAAAAAAAv8/NXyZUkohJnw/s72-c/girl-peeking-behind-the-door-1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6917996799159797113.post-5370281818655576809</id><published>2011-09-19T20:01:00.003-03:00</published><updated>2011-09-19T20:05:51.692-03:00</updated><title type='text'>John Newton e a Noite de Guy Fawkes</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px; background-color: rgb(255, 255, 255); "&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;Transcrevi, hoje, o trecho de um livro que li no ano passado chamado "De Traficante de Escravos a Pregador, a história de John Newton". John Newton, como o próprio título diz, foi um grande pregador da Inglaterra no séc. XVIII, com uma vida transformada totalmente pelo Evangelho, após o seu tempo como marinheiro e capitão de um navio de escravos. Ele é o compositor daquele hino que todos nós conhecemos, "Amazing Grace" (há um filme recente com esse nome, onde Newton é um personagem, vale a pena assistir).&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;O livro é uma biografia de toda a sua vida. Esse trecho narra um episódio que aconteceu na cidade onde ele pastoreava, algum tempo depois de ter se convertido e se casado. É bastante interessante porque me lembrou muito do que aconteceu aqui em São Carlos na semana passada (se pior ou melhor, eu não sei). E nos incita a refletirmos em qual seria o nosso papel aqui na universidade, como cristãos; tanto na busca pela justiça (claro, que com amor e respeito ao próximo), como na oração por esses jovens da nossa geração.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;---&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;"O dia 5 de novembro era sempre perigoso em Olney. Muitos jovens embriagavam-se e mostravam-se desordeiros em ocasiões de festas populares, mas a noite de Guy Fawkes (conspirador que tentara, em 1605, explodir o Palácio de Westminster, a fim de restaurar a supremacia católica na Inglaterra) servia de desculpa para manifestarem sua selvageria mais do que nunca. Como resultado [de um recente incêndio na cidade], [John] Newton, juntamente com muitas das pessoas influentes da povoação, considerou sensato pôr um ponto final às habituais orgias das festividades. Castiçais com velas acesas nas janelas das casas com tetos de palha e velas ardendo, sendo transportados por bêbados, através das ruas, não pareciam ser atitudes sábias. A povoação foi devidamente informada. Mas a turba pensava de outro modo.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;John já tinha visto multidões iradas, quando, em tempos de fome e de alta de preços, cercavam em tumulto uma carroça de farinha de trigo, mas naquela noite a multidão não tinha motivos nem objetivos. Isto era sempre mais perigoso, porquanto uma turba nesse estado era inevitavelmente irracional. A turba selvagem e desenfreada desfilava pelas ruas, quebrando janelas e exigindo dinheiro de todos os que podiam agarrar. Um mensageiro bateu à porta da casa pastoral e avisou o pastor de que se aproximava um grupo de quarenta ou cinquenta desordeiros embriagados. John muitas vezes fizera que tripulações em revolta se submetessem, e, com um passado como o seu, poucas coisas havia que o assustassem. John pôs-se à porta de sua casa, pronto a receber o bando violento. Aprendera, através de uma longa experiência, que a melhor maneira de tratar com uma turba era reconhecer o chefe e acalmá-lo. Mas Mary estava aterrorizada; soluçava, implorava e pedia às forças; para tranquilizar a esposa, foi “forçado a enviar uma embaixada e pedir paz. Uma mensagem suave e um xelim para o capitão da turba garantiram a segurança e dormimos em paz. Ah! Não o noticieis por aí! Sinto-me envergonhado de conta-lo”.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;(...)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;O recrutamento obrigatório [no exército] arruinara a juventude de Olney, e o ex-capitão do mar empenhou-se numa guerra constante, a fim de restaurar tais jovens. John deixou transparecer sua grande preocupação por estes jovens num hino que compôs para ser cantado em uma reunião dirigida aos jovens, na noite de Ano Novo. Esse hino continha os seguintes versos:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt;  &lt;/span&gt;Que toda a nossa mocidade&lt;br /&gt;               Conheça a força da sagrada Verdade;&lt;br /&gt;               Que ela penetre em vosso ser&lt;br /&gt;               E vos ensine a amar e temer.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt;  &lt;/span&gt;Que vos mostre os caminhos em que tendes andado,&lt;br /&gt;               Que vos mostre o deserto do pecado;&lt;br /&gt;               Revelando o imenso amor, na cruz&lt;br /&gt;               E nenhum coração resistirá a Jesus.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;O sermão para os jovens, na noite de Ano Novo, passou a fazer parte da pregação de Newton, em Olney, e era sempre acompanhado por um hino que ele ou [William] Cowper havia escrito, especialmente para a ocasião. Compreendemos o grave problema de muitos dos jovens de Olney através da estrofe de um outro hino:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;i&gt;Da nossa numerosa juventude tem compaixão,&lt;br /&gt;               Os quais são jovens em idade, velhos em pecado.&lt;br /&gt;               E, pelo teu Espírito e pela tua Verdade,&lt;br /&gt;               Mostra-lhes o estado em que as suas almas estão!&lt;/i&gt;"&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;(De Traficante de Escravos a Pregador, a história de John Newton - Brian Edwards)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px; background-color: rgb(255, 255, 255); "&gt;&lt;div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; "&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6917996799159797113-5370281818655576809?l=fernandopasq.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fernandopasq.blogspot.com/feeds/5370281818655576809/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6917996799159797113&amp;postID=5370281818655576809' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6917996799159797113/posts/default/5370281818655576809'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6917996799159797113/posts/default/5370281818655576809'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fernandopasq.blogspot.com/2011/09/john-newton-e-noite-de-guy-fawkes.html' title='John Newton e a Noite de Guy Fawkes'/><author><name>Fernando Pasquini</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10251767167271298140</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_cc7nKb92UKs/TG9APKe7ADI/AAAAAAAAAek/s9mJzIK-j7U/S220/profile.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6917996799159797113.post-6496383380632667193</id><published>2011-09-15T09:30:00.000-03:00</published><updated>2011-09-15T09:31:41.406-03:00</updated><title type='text'>Justiça Seja Feita (III)</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Continuaremos, agora, seguindo pelos quatro inimigos restantes, dentre os sete que citei no último post: os inimigos que nos impedem de lidar com a ação social de uma maneira bíblica e que busque somente a glória de Deus. Os últimos três inimigos falaram sobre a nossa negligência quanto à ação social, e, agora, nos próximos quatro, veremos os erros que podem surgir &lt;i&gt;enquanto&lt;/i&gt; fazemos ação social.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Antes, devo um pequeno esclarecimento. Tendo já falado de justiça e de ação social, não citei o termo “justiça social”. Fiz assim por considera-lo extremamente controverso e indefinido nas atuais discussões políticas, e sempre que termos indefinidos, temos discussões longas e pouco proveitosas. Eu mesmo considero “justiça social” uma expressão redundante, já que é difícil pensar em justiça se não houver uma sociedade - não existe justiça que não seja social. Sem contar que o presente texto irá tratar sobre a ação social realizada por cada um de nós, como indivíduos, estando longe do meu foco uma discussão política sobre a ação do governo nesse sentido.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;b&gt;Inimigo nº 4: Culpa individual&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;O primeiro e talvez mais recorrente erro que podemos cometer enquanto buscamos a justiça está relacionado à forma de lidar com o nosso pecado e os nossos irmãos. Todos nós corremos o sério risco de deixar de interpretar a injustiça como um pecado coletivo, e passar a interpretá-lo como um pecado individual.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;O que seria isso? É um tipo de farisaísmo. É não se incluir, como um homem pecador, na causa dos problemas da sociedade, e passar a acreditar que tudo o que acontece de ruim se faz por causa dos políticos corruptos, da mídia formadora de opinião, das empresas, dos Estados Unidos, de Cuba, dos movimentos militantes de esquerda. E, ainda por cima, acrescentar que nada no mundo melhora, por causa dos crentes que só vão à igreja “esquentar o banco”. Parece muito fácil dizer que a sociedade está acabada, repetir o texto de Amós 5, e sair buscando a justiça como se fôssemos as pessoas mais santas do mundo. Mas esquecemos de que todos nós contribuímos para a injustiça na sociedade. Esse pecado é coletivo, e não individual.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Como já disse nos últimos posts, vale a pena reparar que o texto de Amós 5 consiste em uma acusação a todas as pessoas, e não só aos mais ricos e poderosos. “&lt;i&gt;Em todas as praças haverá pranto, e em todas as ruas dirão: Ai! Ai! E ao lavrador chamarão para choro, e para pranto os que souberem prantear.” &lt;/i&gt;Que possamos assumir nossa culpa coletiva, e dizer como Neemias, neste trecho: &lt;i&gt;“Faço confissão pelos pecados dos filhos de Israel, que temos cometido contra ti; pois eu e a casa de meu pai temos pecado. Temos procedido de todo corruptamente contra ti” (Neemias 1:6-7).&lt;/i&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;b&gt;Inimigo nº 5: Fins justificam meios&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Leiamos um trecho do livro de ficção &lt;i&gt;“Aquela Força Medonha”&lt;/i&gt;, de C. S. Lewis. Trata-se de uma conversa entre o personagem principal, Mark Studdock, e o reverendo Straik, um religioso bem aos moldes do liberalismo teológico que encontramos hoje. Vejamos o que ele diz:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left:63.8pt;text-align:justify"&gt;&lt;i&gt;“Não imagine —disse o Sr. Straik — que eu me permito sonhar em pôr em prática o nosso programa sem violência. Vai haver resistência. Hão de atormentar a língua e não se arrepender. Mas não seremos dissuadidos. Enfrentamos essas confusões com uma firmeza que levará os caluniadores dizendo que as desejamos. Pois que o digam. (...) É isto que eu não consegui que nenhuma das Igrejas visse. Cegaram. Cegaram pelos seus imundos farrapos de humanismo, pela sua cultura e humanitarismo e liberalismo, bem como pelos seus pecados, ou aquilo que pensam ser os seus pecados, embora estes sejam realmente aquilo que nelas será menos pecado. E por isso que acabei por ficar isolado: um pobre homem, fraco, indigno, mas o único profeta que restou. Eu sabia que Ele vinha para o poder. E por conseguinte, onde nós vemos o poder, vemos o sinal da Sua vinda. E é por isso que me encontro junto a comunistas e materialistas e amais quem quer que seja que esteja realmente pronto a acelerar a vinda. A mais fraca destas pessoas aqui tem o trágico sentido da vida, a impiedade, a dedicação total, a prontidão para sacrificar todos os valores meramente humanos, que não fui capaz de encontrar entre toda a nauseante hipocrisia da religião organizada.”&lt;/i&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Qual é o problema com o Rev. Straik? Bem, poderíamos escrever outro texto, gigantesco, falando sobre o liberalismo teológico as atitudes deste “Ricardo Gondim &lt;i&gt;lewisiano&lt;/i&gt;”. São vários erros. Mas o que gostaria de destacar neste trecho é a sua crença de que é possível fazer algo bom para a humanidade com atitudes que ele mesmo chama de “pecado”, aliando-se a qualquer pessoa ou agindo da maneira que se achar melhor. Straik pouco se importa se há violência ou se seus aliados são materialistas e comunistas; para ele, os fins justificam os meios, sendo este fim o de ter o Reino de Deus na terra.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Este inimigo parece ser muito simples de se evitar, mas não é. O caso que citei acima é apenas um extremo, mas sabemos que somos induzidos a pequenas atitudes no dia-a-dia que podem comprometer muito nossa integridade e testemunho, mas que podem dar muitos “resultados positivos” no trabalho social. E a nossa desculpa para agirmos desta forma é muito semelhante à de Straik: “é para o Reino”. Ou, se caso não agirmos desta forma, sabemos que muitos vão nos acusar da mesma forma que Straik: &lt;i&gt;“seu religioso hipócrita”&lt;/i&gt;!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Notamos que a causa desse erro também está bastante ligada a uma péssima escatologia, ou, num caso mais geral, a uma péssima teologia. A desculpa de Straik se resume ao fato de que ele quer instaurar, não importa como, o Reino de Deus, numa forma de milenismo misturada a um pelagianismo que coloca a total responsabilidade do homem na Segunda Vinda de Cristo e instauração do novo céu e nova terra. Não estou dizendo que o milenismo origina este tipo de opinião; o problema é o milenismo junto com uma noção humanista que coloca Deus num segundo plano de ação na terra. E desse tipo de pensamento, surge o falatório sobre a falsa esperança no Céu, coisa para acomodar os fracos, sobre a vinda não-literal de Cristo, etc. Não há qualquer noção de que Deus tem soberania para fazer tanto com que a terra morra de fome, tal como prospere. Não há confiança de que somente Deus é quem pode fazer justiça, e não nós, que somos apenas instrumentos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Há um grande erro, também, na motivação para a ação social. Para os adeptos do “fins justificam meios”, a ação social deixa de ser uma simples obediência ao mandato cultural e aplicação da mordomia cristã. A ação social passa a ser uma atitude crucial, uma salvação por obras, algo a ser buscado a qualquer custo através de revoluções ou Estados totalitários. E motivações erradas ocasionam fins errados: esquecemos de que às vezes nos propomos a servir de uma maneira que sequer está de acordo com a vontade de Deus.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Tomemos mais cuidado quando dissermos “estou utilizando os recursos nas minhas mãos para servir ao Reino”, sem sequer avaliar se estes recursos comprometem nossa santidade ou realmente é o trabalho que Deus deseja que façamos. &lt;i&gt;“Buscai-me, e vivei. Mas não busqueis a Betel, nem entreis em Gilgal, nem passeis a Berseba; porque Gilgal certamente irá ao cativeiro, e Betel será desfeita em nada.”&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;Inimigo nº 6: Obras, para que nos gloriemos&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Sejamos sinceros: os atos de ignorar a culpa coletiva e acreditar que fins justificam meios podem nos levar, muito facilmente, a uma visão marxista da sociedade; ou, numa situação menos radical, a algo que alguns definem como socialismo (que pode não necessariamente ser marxista). Não está em meus planos discutir sobre política nesse artigo, mas como me propus a acusar e alertar sobre alguns erros, devo citar algumas atitudes assumidas por quem se declara assim. Acreditar que a reforma da sociedade se deve à única e exclusiva ação do homem no poder, o Estado, é o maior exemplo do ato de ignorar que todos somos pecadores e que fins não justificam meios. Revoluções armadas e roubo dos ricos para dar aos pobres não deixam de ser pecados; e não, elas não levam ao progresso. E mais: a reforma da sociedade se dá quando toda a sociedade muda de atitude com relação a algum erro, e não somente alguns, que se acham &lt;i&gt;iluminados&lt;/i&gt; e tentam corrigir o problema, obviamente, através da força opressiva (física ou psicológica).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;E é por isso que, analisando os dois últimos inimigos, sou levado a pensar em um terceiro, que decorre dos últimos: o orgulho de se fazer ação social. Ninguém é iluminado porque faz alguma obra na sociedade, e isso é deixado muito claro no tão conhecido texto de Efésios 2:8-9, &lt;i&gt;“Porque pela graça sois salvos, mediante fé, e isto não vem de vós, é dom de Deus; e não de obras, para que ninguém se glorie”.&lt;/i&gt; Lembremos também das palavras de Jesus, em sua parábola do servo inútil (Lucas 17:7-10), que dispensa explicações:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left:49.65pt"&gt;&lt;i&gt;“Qual de vós, tendo um servo a lavrar ou a apascentar gado, lhe dirá, ao voltar ele do campo: chega-te já, e reclina-te à mesa? Não lhe dirá antes: Prepara-me a ceia, e cinge-te, e serve-me, até que eu tenha comido e bebido, e depois comerás tu e beberás? Porventura agradecerá ao servo, porque este fez o que lhe foi mandado? Assim também vós, quando fizerdes tudo o que vos for mandado, dizei: Somos servos inúteis; fizemos somente o que devíamos fazer.”&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Obras são para a glória de Deus, somente. Olhando no nosso ponto de vista terreno, somos servos inúteis ao fazê-las, pois nada vem de nós. A força e a retidão não vêm de nós (isso fica muito claro se pudermos ler Lucas 17 desde o começo, que fala sobre a necessidade do perdão e a fé comparada a um grão de mostarda).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;O resultado de uma visão arrogante da ação social é óbvio: começamos a desprezar qualquer tipo de trabalho que não tenha uma relação muito direta com ela. Uma forma com a qual gosto de ilustrar a situação seria se, por exemplo, você encontrasse uma memória de computador jogada na rua, observasse-a por um tempo, e no fim dissesse: “que pedaço de lixo”. Em seguida, visse uma placa-mãe, e dissesse: “isso não presta para nada”. E, enfim, você chega em casa, e vê um computador aberto, com tudo aquilo que você jogou fora. Você o liga e começa a navegar na internet, ouvir música, assistir filmes, estudar, trabalhar. Parece uma história boba, não? Mas da mesma forma como ela é boba, é bobo dizer que um engenheiro não faz nada, projetando um chip de computador, enquanto você dá aula numa escola infantil carente. É bobo dizer que um pastor, pregando num domingo à noite, não faz nada enquanto você distribui comida aos necessitados. Pois se o engenheiro parar de produzir, ou se o pastor parar de pregar, de nada vai adiantar que você continue dando aulas ou distribuindo alimentos. Na nossa visão orgulhosa, nos tornamos cegos, e esquecemos que todos são igualmente importantes em seus trabalhos, assim como igualmente culpados em suas negligências.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;O trabalho do nosso próximo muitas vezes não tem um vínculo tão claro, aos nossos olhos, com a justiça na sociedade, mas sempre precisamos aprender a, com toda a humildade, avaliar o trabalho de cada um. Deus confiou ao homem uma tarefa crucial, algo que chamamos de mandato cultural. Sobre isso, Paul Freston, em seu livro “Religião e Política, Sim; Igreja e Estado, Não”, faz um comentário, se referindo ao texto de Gênesis 1.26-28 (onde encontramos o trecho &lt;i&gt;“Sede fecundos, multiplicai-vos, enchei a terra e sujeitai-a”):&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left:63.8pt"&gt;&lt;i&gt;“Todos os seres humanos têm um mandato cultural. Deus não criou um mundo pronto e acabado, mas providenciou todo o material necessário e deu ao homem a responsabilidade e o privilégio de desenvolver as potencialidades do universo. (...) O desenvolvimento cultural em todos os seus sentidos, desde a técnica até a cultura erudita, passando pela criação de instituições sociais e políticas, é a vontade de Deus. (...) Somos chamados a ser colaboradores de Deus na criação do mundo.”&lt;/i&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Vejamos que a abrir uma instituição de caridade, por exemplo, não deixa de ser uma forma de seguir o mandato cultural. Mas ela não é a única forma. Todo trabalho é digno se seguir a proposta do mandato cultural, que está intimamente ligada à justiça na sociedade. A Bíblia condena a negligência para com os pobres e necessitados, mas não condena a prosperidade material, intelectual, econômica, militar de uma nação. Isso promove a glória de Deus, e, na medida que o faz, também produz justiça, de forma direta ou não.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Portanto, sejamos humildes: nossa atitude de dizer “seu trabalho não presta para o reino de Deus” pode fazer muitos cristãos se sentirem inúteis, impuros e desanimados. Enquanto não descartarmos os dois últimos inimigos, não descartaremos este terceiro, e estaremos comprando brigas desnecessárias, desprezando e desencorajando o trabalho do nosso próximo.&lt;span&gt;  &lt;/span&gt;Mas o fato é que cada um de nós, por conta própria, não prestamos para o reino de Deus, seja o que fizermos. Oremos para que sejamos somente instrumentos nas suas mãos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;Inimigo nº 7: O justiceiro&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Conforme já foi dito anteriormente, todos nós podemos deixar de acreditar que somente Deus pode fazer justiça. Mas também sabemos, muito claramente, de que temos um mandato cultural, onde devemos buscar a sua justiça na Terra. Surge, então, a pergunta: até que ponto vai a nossa ação?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Seria bom observar estes versículos de Amós: &lt;i&gt;“Buscai o bem, e não o mal, para que vivais; e assim o Senhor, o Deus dos exércitos, estará convosco, como dizeis. Aborrecei o mal, e amai o bem, e estabelecei o juízo na porta. Talvez o Senhor, o Deus dos exércitos, tenha piedade do resto de José”.&lt;/i&gt; A nenhum momento, aqui, Amós incentiva o povo a sair destruindo a cidade, como o próprio Deus ameaça, ou criar uma revolução. E Amós nem mesmo se declara como um novo político, incentivando um messianismo, e dizendo que quando ele tomar conta da situação, a justiça será feita.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Voltamos, mais uma vez, aos tais “cristãos comunistas” (como se fosse possível existir algo assim), que têm muito em comum com a atitude da justiça com as próprias mãos. O marxismo prega que a humanidade só irá progredir quando os pobres fizerem a tal “justiça” com os ricos. A teologia da libertação prega que a vida cristã consiste no ativismo, a única atitude correta, onde busca-se uma justiça que Deus, apenas de uma maneira sugestiva, deixou indicada na Bíblia (sem que Ele aja ou faça qualquer coisa nesse sentido).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;E qual é o problema disso? Diria que as causas são duas, e sendo elas &lt;i&gt;causas&lt;/i&gt;, que possamos tentar enxerga-las nas nossas vidas, mesmo que sejamos os tais “cristãos certinhos que não são comunistas”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;A primeira causa está em ignorar que todos nós somos pecadores e precisamos de arrependimento. A culpa é coletiva. Amós não é um livro de revolução: é um livro de exortação ao arrependimento. Todos são culpados, e não há justiça que alguém poderia fazer, sozinho, para mudar a situação. O coração é enganoso, e não há nada que possamos fazer. Só Deus pode fazer a justiça e restaurar a terra.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Porque eu digo isso? Vejamos como o livro de Amós termina, no capítulo 9, vs. 11 a 15. Deus é quem promete restaurar a Terra, na sua soberania.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left:70.9pt"&gt;&lt;i&gt;Naquele dia tornarei a levantar o tabernáculo caído de Davi, e repararei as suas brechas, e tornarei a levantar as suas ruínas, e o edificarei como nos dias da antiguidade; Para que possuam o restante de Edom, e todos os gentios que são chamados pelo meu nome, diz o SENHOR, que faz essas coisas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left:70.9pt"&gt;&lt;i&gt;Eis que vêm dias, diz o SENHOR, em que o que lavra alcançará ao que sega, e o que pisa as uvas ao que lança a semente; e os montes destilarão mosto, e todos os outeiros se derreterão. E trarei do cativeiro meu povo Israel, e eles reedificarão as cidades assoladas, e nelas habitarão, e plantarão vinhas, e beberão o seu vinho, e farão pomares, e lhes comerão o fruto. E plantá-los-ei na sua terra, e não serão mais arrancados da sua terra que lhes dei, diz o SENHOR teu Deus.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;E assim, a segunda causa está em ignorar que a justiça de Deus já foi feita. “Como assim?” Este trecho de Amós aparece uma segunda vez na Bíblia, no Novo Testamento (não irei transcrever aqui, mas para fins de análise: Atos 15:12-21). Este trecho de Amós é um tipo do Antigo Testamento, apontando para a restauração que Deus fará no homem.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;E que restauração é essa? É a morte redentora de nosso Senhor Jesus Cristo, que nos purifica de todo pecado e nos dá uma nova vida, de santidade e sensibilidade para com Deus. Enquanto os marxistas buscam o seu bode expiatório, lutando contra ricos e poderosos e dizendo que eles são a causa de todo pecado, nós, cristãos, assumimos que todos nós somos a fonte do pecado, entretanto Cristo, o Filho de Deus, tomou sobre si nossos pecados e se tornou o Cordeiro expiatório, de uma vez por todas. E, assim, o Espírito Santo cria em nós uma nova vida, nascida da água e do Espírito, conforme o profetizado pelo profeta Ezequiel:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left:63.8pt"&gt;&lt;i&gt;“E vos tomarei dentre os gentios, e vos congregarei de todas as terras, e vos trarei para a vossa terra. Então aspergirei água pura sobre vós, e ficareis purificados; de todas as vossas imundícias e de todos os vossos ídolos vos purificarei. E dar-vos-ei um coração novo, e porei dentro de vós um espírito novo; e tirarei da vossa carne o coração de pedra, e vos darei um coração de carne. E porei dentro de vós o meu Espírito, e farei que andeis nos meus estatutos, e guardeis os meus juízos, e os observeis.” (Ezequiel 36:24-27)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Qual é a maior fonte de injustiça da terra? Seriam as instituições? Seriam as empresas? Seria a negligência? Não. A maior fonte é o nosso coração. Mas Deus já fez justiça, e nos oferece uma nova vida em Cristo. O convite é claro, e o próprio Amós nos oferece, tal como todos o discurso evangelístico do Novo Testamento: “Arrependei-vos e crede”. &lt;i&gt;Arrependei-vos&lt;/i&gt;. Não há justiça sem arrependimento. E esta é a grande mensagem do livro de Amós: diante de uma sociedade destruída, Deus fala através de um pastor de Tecoa, para que cada um se arrependa e se volte para Ele.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Dessa forma, podemos ver que não há melhor maneira de buscar justiça do que aquela de pregar o Evangelho de Cristo a toda criatura. Não há nada mais importante do que levar as pessoas a Cristo, fazendo seus pecados recaírem sobre Ele, e, portanto, permitindo que a justiça seja feita! A Igreja, portanto, tem um papel muito importante na sociedade. John Piper, na conclusão de seu livro “Finalmente Vivos”, conclui toda a questão da justiça em poucas palavras:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left:2.0cm"&gt;&lt;i&gt;"Então, se você sofre porque deseja uma mudança em si mesmo, em seu casamento, na vida de seus filhos pródigos, em sua igreja, nas estruturas de injustiça, no sistema político, nas hostilidades entre as nações, na degradação do meio-ambiente causada pelos homens, na obscenidade de nossa cultura de entretenimento, na miséria dos pobres, na insensível opulência dos ricos, nas injustiças das oportunidades educacionais, nas atitudes humanas causadas por algum tipo de cobiça humana - se você sofre por alguma dessas coisas, deveria se importar muito com o novo nascimento.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-left:2.0cm"&gt;&lt;i&gt;Há outras maneiras de moldar a cultura e guiar o comportamento, mas nenhuma é tão profunda. Nenhuma tem um alcance tão amplo. Nenhuma possui tão grande relevância. Nenhuma é tão eternamente significativa."&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6917996799159797113-6496383380632667193?l=fernandopasq.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fernandopasq.blogspot.com/feeds/6496383380632667193/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6917996799159797113&amp;postID=6496383380632667193' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6917996799159797113/posts/default/6496383380632667193'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6917996799159797113/posts/default/6496383380632667193'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fernandopasq.blogspot.com/2011/09/justica-seja-feita-iii.html' title='Justiça Seja Feita (III)'/><author><name>Fernando Pasquini</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10251767167271298140</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_cc7nKb92UKs/TG9APKe7ADI/AAAAAAAAAek/s9mJzIK-j7U/S220/profile.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6917996799159797113.post-706460206361311550</id><published>2011-08-26T23:40:00.006-03:00</published><updated>2011-08-27T00:05:05.669-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Um homem pode ver grandes problemas, mas não propõe grandes soluções. Um homem pode propor grandes soluções, mas não vê nenhum grande problema. O mundo não precisa de homens assim.&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Talvez o materialismo econômico exemplifique o primeiro tipo de homem. E o comunismo, o segundo.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6917996799159797113-706460206361311550?l=fernandopasq.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fernandopasq.blogspot.com/feeds/706460206361311550/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6917996799159797113&amp;postID=706460206361311550' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6917996799159797113/posts/default/706460206361311550'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6917996799159797113/posts/default/706460206361311550'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fernandopasq.blogspot.com/2011/08/um-homem-pode-ver-grandes-problemas-mas.html' title=''/><author><name>Fernando Pasquini</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10251767167271298140</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_cc7nKb92UKs/TG9APKe7ADI/AAAAAAAAAek/s9mJzIK-j7U/S220/profile.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6917996799159797113.post-1784426364485190001</id><published>2011-08-18T10:43:00.001-03:00</published><updated>2011-08-18T10:48:22.753-03:00</updated><title type='text'>Justiça Seja Feita (II)</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;i&gt;Este post está bastante atrasado. Prometi ele faz bastante tempo, e só agora consegui escrevê-lo, porém de uma maneira pouco satisfatória para mim. É o preço que se paga por demorar: as ideias que antes estavam frescas vão sumindo e o assunto vai ficando cada vez mais apagado na mente. Espero, porém, que ainda assim consiga passar alguma coisa boa!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Ação social! O que a Bíblia diz sobre isso? Há alguns dias atrás estive bastante dedicado a este tema, nos estudos do livro de Amós e nas conversas com amigos. Pela graça de Deus, pude aprender muito e até mesmo mudar algumas das minhas atitudes em relação aos problemas da sociedade. Mas não foi uma tarefa fácil, principalmente quando temos como vilões vários conceitos sociológicos e políticos pós-modernos; conceitos que estão longe de querer procurar a glória e louvor de Deus, premissa básica da existência de qualquer cristão. E, também, sabemos que o nosso coração é duro. Tão duro que por vezes tenta se justificar frente a fatos que exigem arrependimento e mudança. O seguinte texto irá discorrer sobre tudo o que pude tirar deste aprendizado, mas tenhamos, portanto, sempre algo em mente: os inimigos estão por toda a parte no tema da justiça social, e o maior deles, sem dúvida, é o “eu mesmo”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Esta justamente é a abordagem que vou utilizar: resolvi organizar este artigo em tópicos discorrendo sobre sete inimigos que podem nos atrapalhar quanto a este assunto. Três deles relacionam-se com o ato de não se importar com a ação social, e os outros quatro, com o ato de só se preocupar com isso. E, então, com alguns textos bíblicos, tentarei esclarecer qual a atitude que, creio eu, seja aquela que Deus exige de nós. Mas antes, gostaria de apresentar o texto de Amós 5:1-20, provavelmente o mais central do livro deste profeta menor, e um resumo com grande parte do seu conteúdo. Ele ajudará na compreensão de muitas ideias relacionadas à ação e justiça social.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoQuote" style="margin-left:49.65pt;text-align:justify"&gt;&lt;i&gt;“Ouvi esta palavra que levanto como lamentação sobre vós, ó casa de Israel. A virgem de Israel caiu; nunca mais tornará a levantar-se; desamparada jaz na sua terra; não há quem a levante. Porque assim diz o Senhor Deus: A cidade da qual saem mil terá de resto cem, e aquela da qual saem cem terá dez para a casa de Israel.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoQuote" style="margin-left:49.65pt;text-align:justify"&gt;&lt;i&gt;Pois assim diz o Senhor à casa de Israel: Buscai-me, e vivei. Mas não busqueis a Betel, nem entreis em Gilgal, nem passeis a Berseba; porque Gilgal certamente irá ao cativeiro, e Betel será desfeita em nada. Buscai ao Senhor, e vivei; para que ele não irrompa na casa de José como fogo e a consuma, e não haja em Betel quem o apague.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoQuote" style="margin-left:49.65pt;text-align:justify"&gt;&lt;i&gt;Vós que converteis o juízo em alosna, e deitais por terra a justiça, procurai aquele que fez as Plêiades e o Oriom, e torna a sombra da noite em manhã, e transforma o dia em noite; o que chama as águas do mar, e as derrama sobre a terra; o Senhor é o seu nome. O que faz vir súbita destruição sobre o forte, de sorte que vem a ruína sobre a fortaleza. Eles odeiam ao que na porta os repreende, e abominam ao que fala a verdade.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoQuote" style="margin-left:49.65pt;text-align:justify"&gt;&lt;i&gt;Portanto, visto que pisais o pobre, e dele exigis tributo de trigo, embora tenhais edificado casas de pedras lavradas, não habitareis nelas; e embora tenhais plantado vinhas desejáveis, não bebereis do seu vinho. Pois sei que são muitas as vossas transgressões, e graves os vossos pecados; afligis o justo, aceitais peitas, e na porta negais o direito aos necessitados.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoQuote" style="margin-left:49.65pt;text-align:justify"&gt;&lt;i&gt;Portanto, o que for prudente guardará silêncio naquele tempo, porque o tempo será mau.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoQuote" style="margin-left:49.65pt;text-align:justify"&gt;&lt;i&gt;Buscai o bem, e não o mal, para que vivais; e assim o Senhor, o Deus dos exércitos, estará convosco, como dizeis. Aborrecei o mal, e amai o bem, e estabelecei o juízo na porta. Talvez o Senhor, o Deus dos exércitos, tenha piedade do resto de José.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoQuote" style="margin-left:49.65pt;text-align:justify"&gt;&lt;i&gt;Portanto, assim diz o Senhor Deus dos exércitos, o Senhor: Em todas as praças haverá pranto, e em todas as ruas dirão: Ai! Ai! E ao lavrador chamarão para choro, e para pranto os que souberem prantear. E em todas as vinhas haverá pranto; porque passarei pelo meio de ti, diz o Senhor.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoQuote" style="margin-left:49.65pt;text-align:justify"&gt;&lt;i&gt;Ai de vós que desejais o dia do Senhor! Para que quereis vós este dia do Senhor? Ele é trevas e não luz. E como se um homem fugisse de diante do leão, e se encontrasse com ele o urso; ou como se, entrando em casa, encostasse a mão à parede, e o mordesse uma cobra. Não será, pois, o dia do Senhor trevas e não luz? Não será completa escuridade, sem nenhum resplendor?” (Amós 5:1-20)&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Apenas para fins de compreensão do contexto, deve-se comentar que Betel, Gilgal e Berseba ficavam no reino de Israel e eram lugares de adoração, que vieram a substituir Jerusalém uma vez que os reinos haviam se dividido e Judá ficara com esta última. Alosna (ou losna) é uma planta de sabor extremamente amargo, utilizada para a produção do absinto; nesta metáfora, a palavra é utilizada como se referindo à amargura do povo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;O texto é quase um resumo do livro. Ele consiste basicamente numa ameaça, uma acusação e um apelo. A ameaça: destruição de Israel (&lt;i&gt;“a cidade da qual saem mil terá de resto cem”&lt;/i&gt;), tristeza generalizada (&lt;i&gt;“em todas as praças haverá pranto”&lt;/i&gt;) e afastamento de Deus para com o povo (&lt;i&gt;“não habitarei nelas”&lt;/i&gt;). A acusação, ou, o porquê da ameaça: opressão contra os pobres (&lt;i&gt;“pisais o pobre”&lt;/i&gt;), negligência para com a injustiça e probreza (&lt;i&gt;“negais o direito aos necessitados”&lt;/i&gt;, &lt;i&gt;“converteis o juízo em alosna”&lt;/i&gt;), falsa religiosidade (&lt;i&gt;“não busqueis a Betel”&lt;/i&gt;), falta de arrependimento (&lt;i&gt;“odeiam ao que na porta os repreende, e abomina ao que fala a verdade”&lt;/i&gt;), falta de misericórdia para com o próximo (&lt;i&gt;“ai de vós que desejais o dia do Senhor!”&lt;/i&gt;). Ufa!, respire. E enfim, o apelo: &lt;i&gt;“Buscai ao Senhor e vivei”&lt;/i&gt;, &lt;i&gt;“aborrecei o mal e amai o bem”&lt;/i&gt;.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Um cuidado que sempre devemos tomar em relação a textos do Antigo Testamento é que muitos dos fatos e profecias que ocorrem são dirigidos &lt;i&gt;apenas&lt;/i&gt; ao povo de Israel. Não, Deus não irá destruir, hoje, algum cristão, redimido pelo sangue de Jesus, por cometer algum destes pecados! No entanto, repare na preciosidade deste texto bíblico e no tanto que ele pode nos ensinar: conhecendo as ameaças de Deus contra Israel, notamos o tamanho da ira de Deus contra tais pecados, entre os quais se destaca o pecado da negligência. Ele é um forte convite ao arrependimento: uma palavra que se faz presente em todo apelo de conversão na Bíblia, quase como sendo um pré-requisito para entrar no Reino de Deus (vide Mateus 4:17, Marcos 1:15, Atos 2:38, Atos 3:19). E mais ainda - observando o juízo de Deus, temos alguma noção do tamanho do sofrimento de nosso Senhor Jesus, que pagou todos estes juízos por nós numa cruz. E quanto a isso, já dizia J. C. Ryle: &lt;i&gt;"Só um estado doentio faz um homem pensar em tudo que Cristo padeceu e ao mesmo tempo se apegar ao pecado que O feriu”&lt;/i&gt;.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Outro cuidado – sempre que lemos qualquer trecho relacionado ao povo de Israel, devemos ter em mente que o propósito de Deus para com esse povo pode ser um tanto diferente quanto o seu propósito para nós, como Igreja de Cristo. Muitos expositores bíblicos têm se utilizado de textos do Antigo Testamento para acusar cristãos com base em leis aplicáveis somente a Israel, leis que foram abolidas com a nova aliança em Jesus (são elas a lei civil e a lei cerimonial). E embora a lei chamada “lei moral” ainda tenha efeito normativo sobre nós, devemos sempre tomar cuidado para não dizer que Deus nos repreende por algum pecado e justificar isso com, por exemplo, algum texto perdido no livro de Levítico – o mesmo livro que proíbe de que as mulheres tenham cabelo curto ou de que não se deve tocar em cadáveres. Mesmo que repreensões assim sejam realmente aplicáveis (as repreensões deste texto de Amós são aplicáveis, como veremos adiante), não acho que temos aqui uma argumentação sólida. Sempre precisaremos do Novo Testamento para lançar luz sobre estes textos. (Para uma melhor compreensão do assunto, recomendo a leitura do texto de Solano Portela, &lt;i&gt;“A Lei de Deus nos Dias de Hoje”&lt;/i&gt;).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Voltando ao texto de Amós em si, eu diria que muitos de nós, ao lê-lo, poderia pensar que ele possui repreensões apenas para pessoas que não praticam ação social; ou melhor, a quem é negligente para com a pobreza e a injustiça. Será? Será que Amós não se preocupa em acusar também aqueles que têm uma visão errada sobre este assunto, visão que busca primariamente a glória do homem em detrimento à glória de Deus? Veremos isso adiante. Na verdade, acredito que os dois extremos são uma coisa só. Mas, enfim, isso sempre nos causa algumas dúvidas. Qual é o sentido das profecias de Amós para o crente de hoje? Devo ou não devo praticar ação social? Se sim, como? E qual é a relevância disso na minha vida cristã?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Responderemos a estas perguntas apresentando os já citados sete inimigos da ação social. O três primeiros, que veremos a seguir, parecem estar bem claros no texto de Amós, e são aqueles que, aparentemente, tem relação com a nossa falta de ação social.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;b&gt;Inimigo nº 1: O &lt;i&gt;ninja&lt;/i&gt; do comodismo&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;O primeiro inimigo é muito discreto. É um &lt;i&gt;ninja&lt;/i&gt;, um espião-guerreiro que entra discretamente em nossas vidas e ali começa a provocar estrago. Seu nome é comodismo. Não preciso nem repetir que Amós acusa fortemente as pessoas que, por algum motivo, acham que tudo nas suas vidas corre bem, há prosperidade e nenhum mal lhe alcançará. Uma breve leitura de todo o livro de Amós o fará perceber isso: acusações contra religiosos que na hora do perigo vão ao templo para cumprir rituais, acusações contra políticos que ignoram a justiça e oprimem aos pobres, acusações contra líderes econômicos que acham que nunca lhes faltará sustento, acusações contra militares que acreditam estar protegidos do perigo. Amós 6:1 diz – &lt;i&gt;“Ai dos que vivem sossegados em Sião, e dos que estão seguros no monte de Samaria!”&lt;/i&gt;.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Por que “ai”?&lt;i&gt; “Procurai (...) o que chama as águas do mar, e as derrama sobre a terra; o Senhor é o seu nome” (Amós 5:8).&lt;/i&gt; Senhor é o seu nome! Dele é o poder e a justiça! Se você está agora num momento tranquilo no seu quarto ou sala, lendo este texto, é porque Deus teve misericórdia de você. Somente Ele é perfeito, e só nele encontramos verdade, poder, satisfação e segurança. Mas o comodismo, como um ninja, vem e nos faz negar verdades como estas, fazendo-nos acreditar que tudo está bem e temos tudo por conta própria. Achamos que não precisamos de arrependimento, e mesmo às vezes sabendo que temos pecado, não achamos que ele é tão sério, deixando qualquer tentativa de mudança imediata de lado.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Mas afinal, o que isso tudo tem a ver com ação social? Tudo! É o comodismo, a confiança de que tudo vai bem e nada precisa melhorar, que nos faz acreditar que temos algum privilégio maior do que o nosso próximo. E, assim, todo luxo, e distrações, e prazeres em que vivemos nos fazem fechar os olhos para o necessitado, que passa a ser visto de uma forma nojenta ou cheia de receio. Vale citar que não me refiro aqui apenas a quem tem riqueza material. Os meios universitários estão cheios de gente que despreza o que não tem instrução. Nossas igrejas estão cheias de gente que despreza aquele que ainda não aprendeu a lidar com a tentação de trocar o culto pela balada. E mesmo nos meios de gente simples, com pouco dinheiro, há ostentação - veja-se as tristes histórias de gente que passa fome para fazer uma chapinha no cabelo. Tudo por causa da falta de disposição de mudar!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Todos nós nos esquecemos: temos o que temos somente pela graça de Deus. Sendo assim, olhemos para o nosso próximo e continuemos a dispensar a graça de Deus nas suas vidas!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;b&gt;Inimigo nº 2: “Cada um tem o que merece”&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;O ninja do comodismo, depois de instalado nas nossas vidas, parece então querer instalar em nós algumas desculpas para que não participemos da ação social. A primeira desculpa é essa: “cada um tem o que merece”. Ou seja, se o pobre do nosso lado passa fome, é sempre porque “ninguém mandou que ele gastasse todo o dinheiro com cachaça”. Se o nosso colega perdeu o emprego, é porque “ele não fez o trabalho dele”. Por que falamos isso? Eu poderia até acusar a cultura capitalista baseada em valores e trocas, mas estaria sendo injusto, porque esta ideia muitas vezes é verdadeira. Trata-se de justiça: &lt;i&gt;“se alguém não quer trabalhar, também não coma”&lt;/i&gt; (Tessalonicenses 3:10). Mas que justiça é essa?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;i&gt;“Ai de vós que desejais o dia do Senhor! Para que quereis vós este dia do Senhor? Ele é trevas e não luz” (Amós 5:18).&lt;/i&gt;Ai de quem deseja que a justiça seja feita em todos! Este é o sentido bastante claro do trecho dos versículos 18 a 20: à medida que tratamos o nosso próximo com severidade e pouca misericórdia, atraímos juízo para nós também. E, como foi dito no último tópico, não merecemos nada! Quando desprezamos um mendigo dizendo que ele gastou todo o dinheiro em cachaça, parece que nos esquecemos que poderíamos fazer o mesmo sob sua pele&lt;i&gt;. “Não julgueis, para que não sejais julgados”. (Mateus 7:1)&lt;/i&gt;. Pessoas erram e precisam de misericórdia e perdão, tanto da nossa parte quanto de Deus. E isso não se aplica somente à área financeira, obviamente.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Penso que todo este assunto abriria uma discussão acerca de quando devemos usar de misericórdia e quando devemos agir com o pulso firme e decretar justiça. Não gostaria de me aprofundar nisso agora, mas apenas de passagem, consigo ver dois critérios para orientar as nossas ações. O primeiro critério é: o problema coloca em questão os direitos e a liberdade de outros indivíduos? Não há condição de agir com misericórdia quando um assassino aponta uma arma em direção a um inocente. Assim como não é possível ser misericordioso quando um funcionário começa a afundar uma empresa toda por não trabalhar direito. Segundo critério: estou realmente usando de misericórdia ou só anestesiando o problema? Não sou a favor de limitar minha ação a apenas sair e dar esmolas a qualquer pessoa por aí, assim como não acho que levo alguém a Cristo dizendo que fumar é pecado. Muito do que interpretamos como misericórdia e amor está longe de o ser de verdade.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Vale citar que temos o a melhor fonte de ensino e reflexão para decisões assim: as Escrituras. Que possamos refletir cada vez mais nelas, e que ela nos aumente o amor e a misericórdia para com nosso próximo!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;b&gt;Inimigo nº 3: Não é para mim&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Outra desculpa recorrente para que não participemos da ação social é a de que tal trabalho é voltado só para quem tem vocação. Começamos a pensar: “mas o fulano tem formação em pedagogia, o sicrano tem formação em serviço social, o beltrano ficou durante dois anos na África aprendendo a servir”. Tudo bem, entre um engenheiro e um pedagogo, é claro que escolheríamos um pedagogo para iniciar um serviço de educação para comunidades carentes. Mas aqui chegamos ao ponto de refletirmos: o que é realmente essa ação social, no sentido bíblico? É somente abrir instituições de caridade, ajudar os pobres, impedir a opressão?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Creio ser muito importante, neste momento, tentar esclarecer o conceito. Até agora estivemos a falar de serviço aos pobres e necessitados, o que realmente não está errado. Lembremos que uma das principais ocupações da Igreja Primitiva em Atos era dividir e oferecer refeições e recursos aos mais necessitados. Deus nos induz a ficarmos bastante inconformados com coisas assim, e tudo bem, concordo que não tomar qualquer atitude, por menor que seja, é negligência (foi em relação a isso que eu mesmo, por exemplo, tive que tomar atitudes sérias). É claro que, a algumas pessoas, saltam-lhe mais aos olhos dedicar-se mais a estas tarefas de assistência do que, por exemplo, trabalhar como um músico. O músico pode fazer muito menos nesse sentido. Mas seria, por causa disso, o assistente social mais “santo” que o músico? &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Seremos muito superficiais se interpretarmos Amós como um apelo só ao serviço aos pobres no sentido material. Em vários trechos do livro temos frases como &lt;i&gt;“vós que converteis o juízo em alosna, e deitais por terra a justiça” &lt;/i&gt;(v. 7), que nos fazem concluir que o verdadeiro problema é a &lt;i&gt;injustiça&lt;/i&gt;. A injustiça é a verdadeira causa do problema, tanto da pobreza material, como de qualquer outra pobreza, que, concordemos, está em todos os lugares. Precisamos de justiça para combater toda a pobreza: material, intelectual, moral, social, espiritual! A pobreza material, por exemplo, não é um problema é si – ele é consequência da injustiça, que pode vir tanto dos poderosos que negam direitos ao próximo, quanto do próprio pobre, que não quer melhorar a sua condição. Você já parou para pensar que a condenação de Deus, em Amós, não é dirigida somente aos mais ricos e poderosos, mas a &lt;i&gt;todo&lt;/i&gt; o povo de Israel, sem distinção? Todos estão em pecado.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Desta forma, há muito que fazer! Todos têm o que fazer, e acredito que na medida em que façamos um bom trabalho, em prol da justiça, veremos os problemas da sociedade desaparecer (inclusive da pobreza material). E esta ação social, não aquela de abrir uma instituição de caridade, deveria realmente ser uma das motivações do nosso trabalho aqui na Terra. Utilizamos a desculpa do “não é para mim” porque não entendemos o que a ação social significa, e achamos que os outros estão todos muito bem fazendo o seu trabalho, e que não precisam de nós, nos nossos diferentes cargos e meios de trabalho.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;E por isso, depois de três pancadas nestes três tópicos, eu queria pedir que, você, um estudante de exatas, um artista, um pesquisador, um comerciante: por favor, não abandone o seu emprego para abrir uma instituição de caridade! Não é aí que quero chegar. O propósito da ação social é buscar uma sociedade justa e temente a Deus. Isso não invalida e nem exclui os dois mandatos que Deus nos confiou: o mandato cultural e o mandato evangelístico. Veremos mais sobre isso nos próximos quatro tópicos, onde falaremos sobre como não agir em relação à ação social, e como este conceito pode ser corrompido ao utilizarmos ele isolado do mandato cultural, do mandato evangelístico, da culpa coletiva e da integridade cristã. Iremos rever o texto de Amós e encontrar nele várias coisas que ainda não percebemos...&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align:justify"&gt;Aguardem pelo próximo post!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6917996799159797113-1784426364485190001?l=fernandopasq.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fernandopasq.blogspot.com/feeds/1784426364485190001/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6917996799159797113&amp;postID=1784426364485190001' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6917996799159797113/posts/default/1784426364485190001'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6917996799159797113/posts/default/1784426364485190001'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fernandopasq.blogspot.com/2011/08/justica-seja-feita-ii.html' title='Justiça Seja Feita (II)'/><author><name>Fernando Pasquini</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10251767167271298140</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_cc7nKb92UKs/TG9APKe7ADI/AAAAAAAAAek/s9mJzIK-j7U/S220/profile.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6917996799159797113.post-4297685449444479492</id><published>2011-08-03T09:17:00.003-03:00</published><updated>2011-08-03T11:04:12.557-03:00</updated><title type='text'>Justiça seja Feita! (I)</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-fX9I7zZJto0/TjlVACJbVgI/AAAAAAAAAuI/6dKznNC7EKI/s1600/223661_234839456556687_100000919048940_698320_3282808_n.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;/a&gt;Já se passaram quatro dias desde que voltei do tal Curso de Férias organizado pela ABUB, e ainda não escrevi nada sobre esta grande experiência que pude passar na última semana. A cobrança está aumentando a cada dia, não é pessoal? Hehehe... e tenho muitas coisas para escrever e muitos pensamentos para organizar! É muito trabalho, mas acredito valer a pena. OK, talvez só para começar, vou fazer uma narrativa, alguma coisa mais leve que talvez sirva para engatar nos temas de discussão com os quais me deparei durante o curso.&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O CF, como é chamado por nós estudantes, é organizado a cada dois anos e, já há algum tempo, ocorre numa chácara, na cidade de Bauru. Universitários cristãos de toda a região de São Paulo e Mato Grosso do Sul (uma das divisões regionais que a ABUB estabeleceu para atuar) vão a este curso para principalmente passar por treinamentos e fortalecimento da visão de missão nas universidades. E, é claro, isso não exclui bons momentos de amizade, comunhão, troca de experiências e um grande crescimento espiritual. Que pessoalzinho gente boa! Não vou citar nomes aqui porque não quero omitir nem constranger ninguém, mas obrigado a todos pela semana! ^^&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-fX9I7zZJto0/TjlVACJbVgI/AAAAAAAAAuI/6dKznNC7EKI/s1600/223661_234839456556687_100000919048940_698320_3282808_n.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img src="http://3.bp.blogspot.com/-fX9I7zZJto0/TjlVACJbVgI/AAAAAAAAAuI/6dKznNC7EKI/s320/223661_234839456556687_100000919048940_698320_3282808_n.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5636629867695658498" style="float: left; margin-top: 0px; margin-right: 10px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; cursor: pointer; width: 320px; height: 213px; " /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O tema do CF deste ano era: "Justiça seja Feita - um estudo no livro de Amós". Todos deveríamos chegar no CF já tendo lido este profeta menor, e com alguma noção pequena do que nos esperaria ali. Havia muita expectativa em mim sobre o que ouviria ali, pois já tinha percebido que o livro podia dar muitas interpretações voltadas para um esquerdismo cristão ou mesmo no extremo da teologia da libertação. Já tinha até escrito um pequeno comentário no blog falando sobre uma interpretação errada que alguém poderia ver neste livro. Estava com um pouco de receio, inclusive porque já tinha ouvido falar que a ABUB tinha uma tendência de militância e ação social em detrimento do Evangelho.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Cheguei na chácara num domingo a tarde, e logo entreguei minhas resenhas (que foram dois posts anteriores aqui no blog) e exercícios de um livro sobre preparação de estudos bíblicos. Recebi uma apostila bem bonita, impressa em papel reciclado, com todos os estudos e oficinas que teríamos durante a semana. Dei uma passeada pela chácara e gostei muito da estrutura para receber o pessoal, sem contar uma vista muito bonita de um ambiente rural. E logo descobriria, também, que a comida era muito boa, o que me fez engordar alguns quilos... Enfim, em questões de organização e recepção, não há o que reclamar desse CF!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Os estudos aconteciam durante todas as manhãs com a seguinte estrutura: um estudo bíblico indutivo em grupos de oito pessoas, onde conversávamos e aprendíamos juntos sobre algum texto de Amós, respondendo algumas perguntas pré-estabelecidas na apostila. Em seguida havia uma exposição bíblica feita por um pastor, avançando um pouco mais no texto, explicando partes difíceis e fazendo apelos para a reflexão. E então, saíamos sozinhos e, com cada um em um canto da chácara, tínhamos um momento de silêncio reflexivo, cujo propósito era parar para refletir em tudo o que aprendemos, conversar a sós com Deus e tomar decisões de mudança de vida. Estes momentos foram muito significantes para mim, conforme já disse no último post. Posso confessar que não mantinha um hábito como esse, e sentar embaixo de uma árvore para ficar a sós com Deus teve um efeito muito forte. Realmente houve muita oração, arrependimento e mudanças de perspectiva naqueles momentos; momentos que foram tão significativos que vão render muitos textos ainda. Sem um notebook com e-mail e Facebook por perto, houve muito mais liberdade de conversar sinceramente com Deus e acertar meus pensamentos.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Durante as tardes, aconteciam várias oficinas, as quais poderíamos escolher (cada uma delas tinha um limite de quinze vagas). Escolhi e fiz quatro delas: 1) "Passando o Bastão", sobre formação e preocupação com as próximas lideranças de um grupo; 2) "Evangelho e Cultura Brasileira", uma excelente exposição do conceito bíblico de cultura e de como podemos transformá-la aqui no Brasil; 3) "Ansiedade na Vida Universitária", um estudo detalhado em Mateus 6:19-34 e uma ótima análise de como aplicá-lo na vida universitária e levar esperança aos nossos amigos; 4) "Formando Comunidades de Discípulos Relevantes num Mundo Pós-Moderno", uma análise dos conceitos da pós-modernidade e da relevância do cristianismo nos dias de hoje. Todas as oficinas foram muito proveitosas e estou bastante disposto a começar conversas sobre estes temas com qualquer um que quiser!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Durante as noites tínhamos programações diversas - por dois dias, estivemos orando pelo movimento ABUB, pelo nosso trabalho nas universidades, pela relevância da igreja de Cristo nos dias de hoje, por nossos amigos que ainda não conhecem a Cristo. Foram momentos muito bons de relacionamento com Deus e comunhão com os amigos, experiências ímpares e que tem sido muito raras nas nossas igrejas. A oração em grupos pequenos tem tantos benefícios que precisaria de um post inteiro para citá-los!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Numa outra noite, tivemos um sarau cultural, com apresentações diversas dos estudantes; um tempo mais descontraído e que revelou muitos talentos e rendeu muitas risadas... hehe. Em outra noite, assistimos ao filme "Jornada pela Liberdade" (Amazing Grace, em inglês), um filme que assisti pela terceira vez e em todas as vezes o achei excelente, recomendável a todos! O filme conta a história de William Wilbeforce e sua luta na política britânica pela abolição da escravatura. E então vamos ao tema da justiça social, que permeou todos os estudos da semana...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Só para constar: logo na primeira noite tivemos uma palestra com um líder de um trabalho social que acontece no Paraná. Foi uma palestra um pouco tensa, e eu mesmo discordei de muita coisa que foi dita ali. Logo que a palestra terminou, juntou-se uma roda de amigos (inclusive eu) para conversar e tentar chegar ao acordo com relação a uma pergunta que inferimos dali: "Qual é o papel da ação social na vida do cristão? A ação social é uma ordem de Jesus assim como ele ordena que façamos discípulos ao redor do mundo"? O palestrante havia se mostrado muito favorável ao fato de que só a ação social basta, e que só isso fazia dele alguém "mais santo" (com todo o respeito, e se não foi isso que ele quis dizer, minhas desculpas por interpretar errado!). Para ele, parecia que o cristão que não se envolve com instituições de caridade realmente não compreendeu o significado do cristianismo; e para piorar, ele ainda usou um texto de Deuteronômio para apoiar isso, citando a lei civil de Israel, que talvez não se aplique à igreja de hoje. Neste momento eu comentei com um amigo ao meu lado: "pronto, daqui a pouco ele vai estar nos proibindo de tocar em cadáveres, como está escrito no livro"! E mais tenso ainda: ele citou seu envolvimento com partidos políticos, algumas de suas palestras em congressos de partidos socialistas, algumas brigas e ameaças de morte que sofria, e algumas atitudes suas baseadas em "fins justificando meios", onde se utilizava de bandidos e trapaças para conseguir seus objetivos "santos". Fiquei assustado e inconformado!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Felizmente toda a conversa (que não aconteceu só em uma roda, como a minha, mas em muitas outras) despertou, talvez, uma necessidade nos líderes do curso de, no outro dia, também apresentarem suas opiniões. Para o meu conforto e de muitos amigos meus, o pastor que fazia as exposições e os assessores do movimento disseram que eram totalmente contra um tipo de ação social que não incluísse o Evangelho, o arrependimento pessoal e a confiança na justiça que só Deus pode fazer. E, na verdade, isso foi sendo cada vez mais esclarecido conforme estudávamos o livro de Amós, culminando numa palavra final do nosso assessor, no fim da semana, que esclareceu muitas dúvidas que tínhamos em relação ao assunto. Glória a Deus por aquela última palavra, que considerei muito equilibrada e fortemente baseada nas Escrituras. Apesar de toda a controvérsia da semana, graças a Deus pude sair desse curso muito satisfeito e feliz com o movimento ABUB.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O porquê disso? Porque aprendi que não podemos julgar um movimento só pelo que vem a ser público dele. O nosso assessor lamentou que ABUB já estudou Amós e o interpretou muito errado, achando que deveria fazer justiça com as próprias mãos, e obviamente o resultado foi muito ruim. A sua imagem foi muito prejudicada. Tanto ele como todos nós temos consciência de que erramos. Mas ao invés de fazer igual o Julio Severo, por exemplo (com todo o respeito também!), e ver todo o mundo em preto e branco, como se a ABUB fosse uma vergonha para o Evangelho e que precisasse ser extinta, devemos olhar qual é a verdadeira base que motiva nossos atos. Muita gente pode olhar para a ABUB e dizer: "ah, que porcaria, movimento de esquerda!". Mas isso exclui e ignora muita coisa ali. Apesar de realmente termos &lt;i&gt;alguns&lt;/i&gt; cristãos com tendências esquerdistas ali, eu pude ver que o que mais se preza naquele meio é o comprometimento com as Escrituras. Nos momentos em que estive preocupado, nervoso e discordando com muito do que se dizia, sempre havia amigos dispostos a me ouvir, abrir a Bíblia e conversar; dispostos a mudar caso eu desse alguma base bíblica para isso. Eu mesmo estive muito disposto a mudar, e talvez até me tornar um esquerdista militante, caso a Bíblia me provasse isso (claro que isso seria impossível! hehe). A Bíblia é a autoridade máxima para todos nós, e isso já basta. A predisposição em se arrepender e mudar é a marca do Reino de Deus, que pude ver de uma maneira muito clara ali. Inclusive, esse foi um conceito que me tocou profundamente durante essa semana.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O Curso de Férias não foi um momento de conflito árduo e pesado, como eu pensava. É claro que todos nós cansamos de estudar, pois os estudos eram bem intensos. Mas o que levei de lá e gostaria que todos pudessem passar algum dia é a grande experiência de estar junto com os amigos, que durante a semana foram se revelaram grandes irmãos, dos quais não escondemos nada. A experiência de se arrepender, chorar o pecado, colocar isso diante de Deus e até mesmo diante dos irmãos é inigualável. Que a glória seja a Deus, pois acredito ter crescido muito lá, inclusive com questões relacionadas a minha personalidade, timidez, sentimentos e medos; sobre as quais tive conversas muito sinceras e edificantes. E no fim, pude perceber a mensagem do livro de Amós de uma maneira clara - a necessidade de se despir de um homem forte, que acha que está tudo bem e tem tudo sobre controle, e se arrepender diante de Deus, não só individualmente mas também como uma comunidade de irmãos e discípulos. Temos muitas vezes a atitude de acusar a sociedade pelos seus problemas e pecados, mas temos pouca vontade de nos colocar como parte dela e sermos participantes disso. O pecado comunitário é muito sério e precisa de arrependimento; algo que só o corpo de Cristo unido pode fazer. Que sempre estejamos unidos nesse propósito, independente de posições políticas ou denominações!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;(Sobre o tema de justiça e ação social, não sobrou muito espaço neste post. Fiquem tranquilos, assim que tiver mais tempo, irei expor tudo o que pude conversar e aprender!)&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6917996799159797113-4297685449444479492?l=fernandopasq.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fernandopasq.blogspot.com/feeds/4297685449444479492/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6917996799159797113&amp;postID=4297685449444479492' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6917996799159797113/posts/default/4297685449444479492'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6917996799159797113/posts/default/4297685449444479492'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fernandopasq.blogspot.com/2011/08/justica-seja-feita-i.html' title='Justiça seja Feita! (I)'/><author><name>Fernando Pasquini</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10251767167271298140</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_cc7nKb92UKs/TG9APKe7ADI/AAAAAAAAAek/s9mJzIK-j7U/S220/profile.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-fX9I7zZJto0/TjlVACJbVgI/AAAAAAAAAuI/6dKznNC7EKI/s72-c/223661_234839456556687_100000919048940_698320_3282808_n.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6917996799159797113.post-1539147080790997210</id><published>2011-07-31T13:35:00.006-03:00</published><updated>2011-07-31T15:06:22.016-03:00</updated><title type='text'>Confissão Descartável</title><content type='html'>Vivemos na era da informação: tudo é novidade, tudo é frase impactante, tudo é vídeo legal. Abrimos nossas caixas de e-mails e lemos nossos feeds de blog como se cada texto ou cada vídeo fosse um simples pacote de palavras e pensamentos que ativa uma área muito pequena do nosso cérebro; algo que o Facebook traduziu e resumiu a um simples "curtir".&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Me espanto às vezes com o fato de que, hoje, tudo se resume ao "curtir". Abrimos nossos notebooks e entramos nos navegadores simplesmente a fim de encontrar coisas que possamos curtir. Desde as irreverentes tirinha de memes (&lt;i&gt;trollfaces&lt;/i&gt;, &lt;i&gt;pokerfaces&lt;/i&gt;) até artigos sobre teologia e estilos de vida, toda a personalidade nossa parece se estar resumindo a isso; se é que a personalidade está tendo algum lugar. O vazio nas nossas mentes e corações parece ser tão desesperador que, quase sempre, precisamos afogar nossa vontade com imagens engraçadas ou jogos de tiro online.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;John Piper afirma que o principal mal do mundo moderno está na ditadura do entretenimento. E embora eu concorde com ele, acredito que o entretenimento apenas faz parte de um mal muito maior: vivemos na &lt;i&gt;ditadura do descartável&lt;/i&gt;. Tudo o que chega a nós é um simples artefato que utilizamos para darmos um curtir ou soltarmos uma gargalhada; coisa que em poucos dias talvez nem lembremos mais.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Todos nós estamos sendo escravizados pela rapidez do mundo moderno. Quanto mais queremos relevância e praticidade nas nossas vidas, mais a tecnologia nos tira o tempo necessário para pensar no que somos e como devemos agir. Somos caixas de papelão onde se guardam algumas poucas coisas, passageiras, que em pouco tempo estragam ou são trocadas de lugar. Somos medíocres e irrelevantes, pensando que tudo está bem e nada na nossa vida precisa ser mudado.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Aliás, Deus faz uma ameaça terrível às pessoas que acham que não precisam de mudança. Em Amós 6:1, temos a seguinte advertência:&lt;span&gt;&lt;span&gt; &lt;i&gt;"Ai dos que vivem sossegados em Sião, e dos que estão seguros no monte de Samaria (...)"&lt;/i&gt;. Continua, no v. 6:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt; &lt;i&gt;"Que bebem vinho em taças, e se ungem com o mais excelente óleo: mas não se afligem pela ruína de José &lt;/i&gt;[ou seja, com a ruína de Israel]&lt;i&gt;"&lt;/i&gt;. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, Verdana, sans-serif; font-weight: 300; line-height: 20px; "&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;Um pouco antes, em Amós 5:22-24, há uma ameaça àqueles que acham que estão servindo a Deus:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt; &lt;i&gt;"Ainda que me ofereçais holocaustos, juntamente com as vossas ofertas de cereais, não me agradarei deles; nem atentarei para as ofertas pacíficas de vossos animais cevados (...) Corra, porém, a justiça como as águas, e a retidão como o ribeiro perene"&lt;/i&gt;. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, Verdana, sans-serif; font-weight: 300; line-height: 20px; "&gt;&lt;/span&gt;A mudança, o quebrantamento e o arrependimento são os principais sentimentos do reino de Deus. Não há meio de ser cristão sem uma vida onde nos convertemos a Deus &lt;i&gt;diariamente&lt;/i&gt;, nos arrependemos, choramos o nosso pecado e damos uma volta de 180 graus aos nossos caminhos. Como esse sentimento tem sido abafado hoje, tanto no mundo como na igreja, com o excesso de informação e a falta de reflexão pessoal! E embora Deus já tenha exercido seu juízo em nós, cristãos, sobre Jesus Cristo, como a falta de arrependimento é grave aos olhos dEle!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O que fazer num mundo onde tudo é informação e nada é reflexão? Amigo, se você está lendo esse texto agora simplesmente porque abriu o navegador e pensou consigo "vamos ver o que tem de legal na internet hoje", eu queria convidá-lo a uma atitude radical: feche tudo, saia da frente do computador, e até jogue ele pela janela se isso não for radical o suficiente! Passe, agora, um tempo (um bom tempo, não digo cinco, dez ou quinze minutos, mas sim, algumas horas se for preciso) sozinho; só você e Deus. Aprendi nos últimos dias que não há jogo, não há figura, artigo na internet, não há vídeo, não há livro, não há palavra, não há amigo, não pai e mãe, não há namorada ou esposa, enfim, não há simplesmente nada que se possa comparar ao valor de se estar sozinho com Deus, de qualquer forma, talvez sentado embaixo de uma árvore ou ajoelhado aos pés da sua cama. Isso lhe parece ruim? Peça ao Espírito de Deus que lhe dê essa vontade e prazer.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Eu não concordo com a filosofia zen/oriental que acredita que alguém deva se afastar do mundo e passar a vida toda refletindo. Mas eu tenho que concordar com eles em somente um sentido: de que sem silêncio, é impossível conhecer a Deus e a si próprio. Talvez a única coisa que falte nessa filosofia zen é o conteúdo, a Verdade revelada por Deus, de onde baseamos toda a nossa reflexão. Lembre-se: sem a Palavra de Deus, a reflexão realmente não chega a lugar nenhum e fica só num individualismo frustrado, coisa que alguns tentam resolver chegando a um tal Nirvana, de total separação com as coisas terrenas.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Não é isso que quero dizer. Quero pedir a você, amigo, que pare, e passe momentos de reflexão a sós com Deus. Você perceberá um turbilhão enorme de todo o conteúdo que entrou na sua cabeça sendo transferido para o seu coração, um turbilhão que pode ser tão violento que espirrará várias lágrimas dos seus olhos, mas que valerá a pena. Passe momentos refletindo na justiça de Deus e chorando amargamente o seu pecado. Passe momentos transferindo, então, tudo aquilo que desceu da sua cabeça para o seu coração agora do seu coração para os seus braços e pernas, tomando atitudes práticas que mudarão sua vida. E após todo o quebrantamento, confie somente em Deus e nas palavras daquele que diz:&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;i&gt;"Tenho-vos dito estas coisas, para que em mim tenhais paz. No mundo tereis tribulações; mas tende bom ânimo, eu venci o mundo".&lt;/i&gt; (João 16:33)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, Verdana, sans-serif; font-weight: 300; line-height: 20px; "&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;Algumas frases sobre o assunto:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;i&gt;"O silêncio e a solitude são artigos preciosos em minha vida. Meu eu irrequieto encontra paz somente quando descanso em Deus. Como é difícil persuadir as pessoas do valor de estarem sozinhas com o Senhor!"&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;i&gt;"O mundo de hoje não compreende a necessidade no homem ou na mulher de estar só. [...] Certos mananciais são acessados somente quando estamos a sós. O artista sabe que precisa estar só para criar; o escritor, para desenvolver seus pensamentos; o músico, para compor; o santo, para orar." (Anne Morrow Lindbergh)&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6917996799159797113-1539147080790997210?l=fernandopasq.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fernandopasq.blogspot.com/feeds/1539147080790997210/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6917996799159797113&amp;postID=1539147080790997210' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6917996799159797113/posts/default/1539147080790997210'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6917996799159797113/posts/default/1539147080790997210'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fernandopasq.blogspot.com/2011/07/confissao-descartavel.html' title='Confissão Descartável'/><author><name>Fernando Pasquini</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10251767167271298140</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_cc7nKb92UKs/TG9APKe7ADI/AAAAAAAAAek/s9mJzIK-j7U/S220/profile.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6917996799159797113.post-1985641782258546130</id><published>2011-07-22T08:50:00.002-03:00</published><updated>2011-07-22T08:52:23.488-03:00</updated><title type='text'>Resenha: Jesus de Pés Sujos - Don Everts</title><content type='html'>&lt;i&gt;Enfim, segue a segunda resenha que tive que fazer para o curso de férias da ABU. Coloco ela aqui pelos mesmos motivos que coloquei a última: comentários e conversas sobre o assunto são bem-vindas!&lt;/i&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;Don Everts - Jesus de Pés Sujos&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;p class="MsoNoSpacing"&gt;Este peculiar livro, escrito com a interessante forma de “linhas de sentido” (&lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;per cola et commata&lt;/i&gt;), busca simplesmente combater um conceito que vemos algumas vezes atrelado ao cristianismo: o estereótipo. Durante todas as frases e reflexões, o autor busca desmistificar cada ideia errada e sem base que alguém pode ter sobre Jesus e sua igreja, utilizando como base o que está escrito na Bíblia. Além do mais, de nada adianta dizer “isto não é assim, é de outra forma” sem que haja uma base de referência. Fato é que a grande característica do estereótipo é a falta de uma base, o que o autor logo combate na introdução citando a frase de William Carlos Williams: &lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;“Ideias? Só a partir das coisas&lt;/i&gt;”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing"&gt;O livro então parte de pequenas observações sobre os evangelhos, a começar do cristianismo, ao qual ele não chama de um sistema religioso em si, mas &lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;“As Intermináveis Aventuras e Peregrinações dos Seguidores se Jesus”&lt;/i&gt;. A partir disso, é concluído que o cristianismo não pode ser avaliado com base na instituição, mas a partir da própria pessoa de Jesus. O cristianismo não se trata de um sistema filosófico nem uma organização religiosa, e sim toma como base o Deus Eu Sou, um Deus dinâmico, que age na história da humanidade. Jesus, que disse ser o próprio Deus, foi um homem de pés sujos. Sem a sua ação &lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;“no mundo da poeira, dos amigos e dos apertos de mão”, &lt;/i&gt;o cristianismo não possui sentido algum.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing"&gt;Em seguida vários outros conceitos são desmistificados e explicados: cristãos não são inofensivos; arrependimento não é remorso; igreja não é um prédio velho cheio de vitrais; oração não é exibição de palavras bonitas e não necessariamente um momento de calma e introspecção; a Bíblia não é um livro velho e antiquado &lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;(“A Bíblia deve ser o mais comentado dos livros que nunca se leu”&lt;/i&gt;); salvação não é um pacote de aposentadoria no céu ou um seguro contra o inferno. À medida que tudo vai sendo explicado, vemos quão clara é a Bíblia em relação a estes assuntos, já que todos os conceitos são tirados de lá, principalmente das próprias parábolas de Jesus. Seguir a Jesus não é adotar uma filosofia de vida e nem se tornar sócio de um clube: é simplesmente arrepender-se (o que o autor chama de &lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;“lema nacional do Reino de Deus”&lt;/i&gt;), juntar-se aos Habitantes do Reino num prédio que serve só para se proteger da chuva, e desfrutar da imensa alegria de depender do Pão, Luz, Pastor, Videira, Tesouro, Rei, Senhor e Salvador das nossas vidas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing"&gt;E então o livro nos deixa a responsabilidade de uma atitude semelhante àquela que C. S. Lewis comenta: “&lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;Você pode tentar fazê-lo passar por um tolo, você pode cuspir nEle e matá-lo como um demônio; ou você pode cair aos Seus pés e chamá-lo de Senhor e Deus. Mas devemos deixar de nos aproximar dEle falando essa bobagem de que Jesus era apenas um grande mestre. Ele nunca teve a intenção de nos dar esse tipo de escolha".&lt;/i&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing"&gt;Dado que o livro é escrito em frases pequenas e diretas, em algum momento sentimos a necessidade de uma explicação melhor dos conceitos; e particularmente eu acredito que muitos trechos, embora não apresentem conceitos errados em si, podem ocasionar interpretações erradas. Em alguns momentos da leitura, ficamos com a impressão de que o autor vê qualquer tipo de teologia, retórica ou tradição como sendo ruins, enquanto o mais sensato a fazer seja colocar os termos de outra forma, numa interpretação mais abrangente e correta. Afinal, a teologia, a tradição, e mesmo as instituições cristãs não servem apenas para formar estereótipos e confundir as pessoas: elas são importantes para o cristianismo, se colocadas no seu lugar apropriado, não tomando o lugar da pessoa de Jesus.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNoSpacing"&gt;Este ar “desconstrutor” e aparentemente revolucionário do livro, portanto, tem grandes vantagens como também desvantagens no meio universitário. Se o livro não for usado com o cuidado devido, ele pode incentivar tanto cristãos como não-cristãos a uma postura de rebeldia contra instituições ou mesmo contra os séculos de história e estudo de teologia cristã, o que eu acredito que esteja muito longe do propósito do livro e mesmo dos próprios evangelhos. Mas &lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;“Jesus de Pés Sujos”&lt;/i&gt; é um excelente livro para apresentar o autêntico e puro evangelho de Cristo a críticos e curiosos, quebrando barreiras e incentivando a busca do verdadeiro Jesus nas páginas da Bíblia. Faz parte da natureza humana, tanto individual como coletiva, pressupor ideias sobre Jesus que sequer estão na Bíblia. Fornecendo, portanto, um panorama bastante direto dos evangelhos, o livro nos abre o apetite para buscar a cada dia mais compreender as &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal"&gt;páginas gotejantes&lt;/i&gt; da tão clara e direta Palavra de Deus.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6917996799159797113-1985641782258546130?l=fernandopasq.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fernandopasq.blogspot.com/feeds/1985641782258546130/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6917996799159797113&amp;postID=1985641782258546130' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6917996799159797113/posts/default/1985641782258546130'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6917996799159797113/posts/default/1985641782258546130'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fernandopasq.blogspot.com/2011/07/resenha-jesus-de-pes-sujos-don-everts.html' title='Resenha: Jesus de Pés Sujos - Don Everts'/><author><name>Fernando Pasquini</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10251767167271298140</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_cc7nKb92UKs/TG9APKe7ADI/AAAAAAAAAek/s9mJzIK-j7U/S220/profile.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6917996799159797113.post-8169461874008336655</id><published>2011-07-20T10:50:00.012-03:00</published><updated>2011-07-20T13:37:54.112-03:00</updated><title type='text'>Aliança Bíblica Universitária do Brasil: uma experiência</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-H2oAucAMWbs/TicAbUwZafI/AAAAAAAAAtY/h2lHifZ9oMk/s1600/logo_abub_jpg.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;/a&gt;Todos aqui já devem ter ouvido essa palavra de mim: Aliança Bíblica Universitária, ou a sigla ABU. Todos que me conhecem já ouviram, seja em conversas formais, em conversas informais, ou mesmo naquela figurinha ali na barra direita do blog. Comecei a participar deste movimento mais ou menos no segundo semestre de 2009, enquanto estava no meu segundo ano de universidade. Passados quase dois anos da minha ligação com o movimento, nesta semana estou me preparando para passar uma semana inteira num curso de férias (CF, como é chamado), organizado pelo pessoal. É muita experiência, muito aprendizado e muitas reflexões para contar num simples post, mas é isso que vou tentar fazer.&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Porque contar toda essa experiência? Afinal, o que é essa tal ABU e o que ela muda na minha vida? Eu poderia começar tudo isso copiando algum trecho do site do movimento, &lt;a href="http://www.abub.org.br/"&gt;http://www.abub.org.br/&lt;/a&gt;, explicando do que se trata. Se um leitor quiser, ele pode entrar lá e ver. Mas acredito que posso contar a forma com que fui aprendendo o que ela é, e assim já expor alguma reflexão sobre as vitórias, necessidades e problemas do cristianismo na universidade.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Eu fui um bixo muito &lt;i&gt;"frango de granja"&lt;/i&gt;. Morei sempre numa cidade com duas universidades públicas de qualidade, e fui nada mais do que uma continuação dos meus pais, os verdadeiros pioneiros, desbravadores da universidade, que chegaram aqui realmente com cara de bixos perdidos. E não que eu não também tenha ficado com cara de bixo perdido, mas quando passei na USP, ela não teve aquele impacto tão grande sobre a minha vida como teve para outras pessoas. Minha casa continuava aqui, junto com os amigos e igreja. Não havia muita necessidade de procurar alguma coisa nova, já que quase nada tinha sido tirado de mim.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-H2oAucAMWbs/TicAbUwZafI/AAAAAAAAAtY/h2lHifZ9oMk/s1600/logo_abub_jpg.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img src="http://4.bp.blogspot.com/-H2oAucAMWbs/TicAbUwZafI/AAAAAAAAAtY/h2lHifZ9oMk/s320/logo_abub_jpg.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5631470328478263794" style="float: left; margin-top: 0px; margin-right: 10px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; cursor: pointer; width: 225px; height: 320px; " /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;E foi nesse sentimento que vi um cartazinho num mural da USP: uma paráfrase jovem e descolada de um versículo da Bíblia, ao lado da foto de um surfista, convidando pessoas para um estudo bíblico. Não sabia muito bem o que pensar: pelo meu lado curioso, pensava "uau, queria conhecer esse pessoal"; e pelo meu lado sério, rabugento, tradicional e criado em igreja desde criança, pensava: "pô, legal, mas isso é meio &lt;i&gt;penteca&lt;/i&gt; - ficar fazendo paráfrase da Bíblia pra chamar gente descolada, eu hein".&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mas acabei indo na tal reunião, um estudo bíblico feito na &lt;i&gt;pracinha do CAASO&lt;/i&gt;. Gostei; na verdade não me lembro muito do que achei do estudo, só lembro achei engraçado ter conhecido gente com nome de Josué, Estêvão, Jônatas, e Rubens (que, na verdade, tinha ouvido ele dizer Roboão, ao invés do apelido Rubão, o que foi mais curioso ainda, hehehe!). O pessoal era legal. Minha ideia de que era aquele pessoal doido que enchia a cara de pinga enquanto evangelizava sumiu completamente. Acho que nesse momento minha ideia do cartaz &lt;i&gt;penteca&lt;/i&gt; foi sumindo - aquele cartaz era muito bom!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Resolvi participar de uma reunião mais específica do grupo, a tal reunião do Grupo Base (GB). Conheci bastante gente legal, e foi nesse dia que eu descobri algo incrível que nunca tinha aprendido: &lt;i&gt;como orar e estudar a Bíblia com outras pessoas é incrível!&lt;/i&gt; Não conhecia quase ninguém ali, mas ainda assim fiquei espantado com um apego que tive por eles, e ainda mais, à Bíblia, e a um texto de Romanos que nunca tinha estudado a fundo. Na verdade, até então eu só conhecia a Bíblia pelo método "vamos falar hoje sobre tal assunto, abramos em I Coríntios 5:12, parte b". Eu sinceramente nunca havia conhecido a Bíblia pelo método "abramos em Romanos 3 e vejamos o que esse texto quer dizer para nós". Eu nunca havia examinado cada versículo a fundo, e torcido o texto bíblico até obter a última gota dele. Tudo bem, eu só tinha meus 17 anos naquela época, talvez pouca experiência ainda com estudos bíblicos. Mas posso ver que foi através desse grupo de ABU que tive acesso a Bíblia dessa maneira.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mesmo com tudo isso, algumas coisas não me deixaram muito felizes com o grupo. Nesse mesmo dia eu havia ouvido gente dizer que &lt;i&gt;"tudo bem irmos na balada, é lá que iremos evangelizar também"&lt;/i&gt;. Ou mesmo algumas expressões de pessoas pretendendo sujar algumas palavras como "teologia" ou "tradição", coisas que são importantes para mim até hoje. Eu ainda discordo dessas atitudes hoje, mas na época, isso me desanimou muito. Cheguei a ficar com medo de até me colocarem no meio do TUSCA (já ouvi dizer que é torneio esportivo, mas na prática só vejo bebedeira), com uma Bíblia na mão, falando de Jesus para o pessoal. Pensei comigo - que loucura. Junto, ainda, com o fato de que não estava sozinho em São Carlos, e continuava tendo minha casa e igreja, essa tal ABU não me atraiu nem um pouco. Para começar eu sequer sabia dirigir, e sempre morei longe da universidade, num bairro mais afastado, o que desanima um pouco a participar das reuniões.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Foi somente, então, no segundo semestre do meu segundo ano, que comecei a fazer uma disciplina do meu curso com um membro da ABU, que acabou se tornando um grande amigo meu, daqueles que eu gostaria de levar para o resto da vida. Ele me convidou para um acampamento evangelístico que a ABU estava planejando, e não sabendo muito porquê, eu acabei indo. Que acampamento! Lá eu me lembrei do tal pessoal com nomes de Bíblia, gostei muito do lugar (uma pena que fechou, tinha piscina, arvorismo, comida boa, etc.), já comecei a acertar meu futuro namoro com a Jemima, que também tinha ido (hehe!), mas acima de tudo: me apaixonei profundamente pelo evangelismo que estava sendo feito ali. Amigos cristãos chamavam amigos não-cristãos, não para fazer aquele evangelismo que parece mais querer mudar as atitudes das pessoas do que o coração; mas sim para apenas apresentar aquilo que mais lhes dá sentido à vida. Não era um momento de conflito intelectual ou espiritual - era um momento de pura amizade e conversa sincera, sobre o sentido da vida e questões sobre Deus. Até então, eu nunca havia visto o evangelismo dessa maneira. Talvez porque o cristianismo parecia, para mim, naquela época, simplesmente algo certo, algo que me faria importante aos olhos de Deus, algo que deveria fazer para alcançar o céu. Ou talvez uma pura defesa intelectual, apologética (eu estava um tanto mergulhado em livros assim, na época). Nunca havia visto o cristianismo como um grande tesouro, uma tão grande fonte de bênçãos para minha vida que era impossível ficar calado, sem contar isso para alguém.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mas tenho que deixar claro: não estou de maneira nenhuma criticando a igreja em que fui criado. Nada pode substituir a excelente criação que tive lá, junto a uma família cristã amorosa e a um conhecimento bíblico e teológico excepcional. Também foi lá que eu acredito de verdade que me converti a Cristo. Mas posso dizer que, nos seguintes  o grupo da ABU me forneceu um avivamento espiritual que nunca tinha experienciado antes. E não que eu me veja hoje um cristão maduro; mas eu posso dizer como um amigo meu, de lá da ABU, disse certa vez: é impossível hoje, dado tudo o que passamos juntos, não procurar agir e ser um obreiro dentro do Reino de Deus. Foi lá, na ABU mesmo, que aprendi a estudar a Bíblia de um jeito que nunca havia feito, foi lá que aprendi a orar (sozinho e em público, uma vez que costumamos sempre orar juntos ou em duplas, o que ajuda muito), e foi lá que aprendi a ter ânimo para trabalhar, e não ter vergonha de ser um cristão comprometido com a obra. A maturidade que conquistei com esse movimento é inquestionável.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Então surge a pergunta: o que é mesmo essa ABU? É uma igreja? É um grupinho de crentes? É uma ONG? Me lembro certa vez de ter comentado com a Norma Braga (lembra, Norma? hehehe) de que estava me envolvendo com a ABU, e eu me lembro da cara que ela fez, no momento. "ABU? Nossa, Fernando...". E eu não critico a Norma por isso, porque não demorou muito para que eu visse alguns problemas ali. E pelo que a Norma me disse, depois, o grupo de ABU que ela conheceu infelizmente nem parecia cristão mesmo. A Aliança Bíblica Universitária, assim como eu acredito que seja com qualquer grupo de pessoas, passa por várias crises de identidade, em vários lugares e mesmo épocas. Já ouvi falar de épocas em que, aqui em São Carlos, o movimento tinha membros que nem pareciam cristãos, e chegavam a defender conceitos anti-bíblicos como fornicação ou aborto. Já conheci gente dentro da ABU que não acredita na infalibilidade bíblica. Convenhamos: a ABU é um movimento interdenominacional e temos gente de todos os tipos ali dentro. Em algumas cidades, ela parece sim, mais uma igreja do que um movimento missionário. Ou parece, talvez, mais uma ONG, já que só serve para promover eventos e trabalhos legais dentro da universidade, e não propagar o evangelho de Cristo, que é o motivo para o qual foi criada. Outro problema é a onda de pós-modernismo e teologia liberal que assola os estudantes universitários, e que, naturalmente, também atinge alguns cristãos. Tudo isso é uma pena, pois isso só suja o nome do movimento e mesmo do evangelho. Mas podemos concluir: A ABU não é uma igreja nem uma ONG; é um movimento missionário, uma ferramenta que nós, cristãos universitários, temos nas mãos para propagar o evangelho. Mas também somos Igreja, e Igreja invisível, e por isso também sofremos os ataques do inimigo, e temos nossas vergonhas e desvios. Graças a Deus porque estas coisas são momentâneas, e eu pude conhecer a ABU em uma época forte do seu trabalho aqui na minha cidade.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;E eu só posso, no fim, dar glória a Deus porque posso ver esforços de gente séria tentando "desentortar" o movimento e dando palestras e estudos para convencer o pessoal de que nossa missão é permanecer fiéis as Escrituras, refletindo o amor de Cristo sempre e nada mais. Dou glória a Deus pelos líderes de ABU que conheci, gente muito séria e comprometida que tomo como exemplo; que me animou e ajudou muito durante esse tempo.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mas vamos continuar um pouco da história. Não vou dizer que nunca me senti desanimado em continuar com a ABU. No início de minha participação já tive várias dificuldades. Sei que muita gente ali não se sentiu muito confortável com um cristãozinho filhinho de papai no meio de um acampamento evangelístico, que estava lá só pra fazer comentários descontextualizados e para dificultar a conversa sincera entre as pessoas. E só Deus sabe o tanto que já fui tachado de moralista ali! A começar pelo jeito que via em muita gente que fechava a cara para mim frente a alguns comentários que fazia. Ou gente que não se interessava em ter uma amizade comigo por causa da minha fachada (aliás, não só fachada) de pianista de coral presbiteriano, o cara quadrado e tradicional. Mas tudo bem, vou falar igual a um velho: &lt;i&gt;eu acho que muita dessa molecada aí tá achando que só porque não é cristão quadrado, tem que desprezar os que são!&lt;/i&gt; Hehehe! Xingamentos ranzinzas à parte, isso é um problema grave entre os jovens hoje, e muitas vezes eu deixo isso implícito no que falo: &lt;i&gt;de nada adianta querer saber lidar com os não-cristãos, e ignorar alguns cristãos, que como eu, não eram tão fortes e vivos na fé!&lt;/i&gt; Só Deus sabe quantas vezes eu me senti desanimado e com medo de falar com aquele pessoal que fez milhões de cursos preparatórios de liderança e evangelismo! Quão mal eu me senti quando uma dessas pessoas fechava a cara para o que eu dizia! E depois eu é que sou "quadrado"? (Uma observação: ser pianista de coral não é fraqueza na fé, hein; pelo contrário, eu só dou incentivo para que exista mais gente assim! Hehe.)&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Pareço estar falando como um cristão que não é mais dos tais "tradicionais", não? Errado: eu ainda estou do lado das igrejas históricas, dos hinos cristãos, da tradição, da teologia sistemática, dos vitrais das catedrais, da tal "religião cristã". Também acho muito errado algum pessoal da ABU que usa essas palavras como se fossem sinônimos de chatice ou coisa errada. Tudo bem, eu aprendi com o tempo que a tradição e algumas igrejas históricas estão realmente frias ou mesmo mortas na fé. Eu concordo que há muita teologia dentro da academia que não serve para nada. Mas não é sempre assim, e tudo isso ainda tem um valor fundamental no cristianismo de hoje. Ao invés de criticar estes termos e usá-los quase que para se referir ao diabo, vamos colocá-los no lugar certo. Não vamos ser acadêmicos arrogantes, nem tradicionalistas, mas vamos pensar e colocar tudo isso em relevância nas nossas vidas.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Enfim, há um exagero e um pouco de infantilidade nas atitudes de algumas pessoas ali, coisas que me desanimaram no início. Mas deveria eu, com tudo o que aprendi com eles, deixar eles de lado e não procurar me relacionar? Bem, desse modo eu só estaria devolvendo na mesma moeda! Mais do que tudo o que a ABU me ensinou, há algo muito especial que eu percebi ali: o amor. Um amor grande entre irmãos em Cristo, de diferentes denominações e pontos de vista, que mesmo com todos os nossos problemas, nos mantém unidos. Uma paixão pelo evangelho e um pelo outro tão grande que deixa impossível a falsidade. Basta dizer que até mesmo já conversei e me acertei com pessoas que me entristeciam, às vezes, e que hoje são amigos que não troco por nada? Cada um deles mora em uma cidade, que por vezes pode ser bem distante daqui; cada um deles tem a sua igreja que frequenta, o seu culto, o seu modo como entende a Bíblia; cada um deles tem a sua fraqueza e o seu talento que o torna indispensável para Deus, e também para mim.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Eu confesso: entrei para a universidade com um peso no meu coração. Enquanto estudava para o vestibular, sentia minha fé fraca algumas vezes, e pensava: "Meu Deus, como será quando eu entrar na universidade?". E minha fé foi fortalecida, diferentemente do que eu esperava. Glória a Deus por isso! Não somente minha fé, mas minha alegria e capacidade de me relacionar com meu próximo. A santidade, o evangelismo e a satisfação em Deus nunca pareceu tão bom de procurar com essa gente tão animada e comprometida que conheci. E como sempre cantamos nas nossas reuniões, a todo momento temos vontade de recitar os versos de uma música que pude aprender ali:&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;i&gt;Nós queremos ouvir Tua voz&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;i&gt;Teu louvor sempre esteja entre nós&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;i&gt;Queremos ser, Senhor, mais sábios&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;i&gt;Na Verdade e no Amor&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;i&gt;Marcharemos na coragem do Senhor&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;i&gt;Marcharemos cheios de coragem&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;i&gt;Seguiremos seja onde for&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;i&gt;Embora a dor nos cerque na viagem&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;i&gt;Marcharemos na coragem do Senhor&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;i&gt;E quando a escuridão da noite descer&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;i&gt;Queremos só pela graça e fé viver&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;i&gt;Com esperança e com coragem&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;i&gt;Na alegria ou na dor&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;i&gt;Marcharemos na coragem do Senhor&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;(Marcharemos - Vencedores por Cristo)&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Soli Deo Gloria!&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6917996799159797113-8169461874008336655?l=fernandopasq.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fernandopasq.blogspot.com/feeds/8169461874008336655/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6917996799159797113&amp;postID=8169461874008336655' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6917996799159797113/posts/default/8169461874008336655'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6917996799159797113/posts/default/8169461874008336655'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fernandopasq.blogspot.com/2011/07/alianca-biblica-universitaria-do-brasil.html' title='Aliança Bíblica Universitária do Brasil: uma experiência'/><author><name>Fernando Pasquini</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10251767167271298140</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_cc7nKb92UKs/TG9APKe7ADI/AAAAAAAAAek/s9mJzIK-j7U/S220/profile.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-H2oAucAMWbs/TicAbUwZafI/AAAAAAAAAtY/h2lHifZ9oMk/s72-c/logo_abub_jpg.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6917996799159797113.post-2688151081230034235</id><published>2011-07-18T17:36:00.007-03:00</published><updated>2011-07-18T23:09:40.271-03:00</updated><title type='text'>A Sonoridade Protestante</title><content type='html'>Hoje, no Brasil, grande parte da nossa "educação musical" se resume a rádios FM e programas de auditório. (Pegando a frase emprestada do Eduardo Mano - &lt;a href="http://eduardomano.net/mercado-musica-01/"&gt;http://eduardomano.net/mercado-musica-01/&lt;/a&gt;). E sim, eu me importo muito com isso; é um fato preocupante. Mas o que me deixa mais indignado ainda é ver a nossa Igreja de Cristo, que já foi tão viva nessa atividade, calar-se diante desse fato e, em alguns casos, até apoiá-lo (cantores gospel no programa do Faustão - "que agonia de viver", não).&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Não vou dizer que o evangélico &lt;i&gt;está ficando&lt;/i&gt; pop, pois de fato ele já ficou. A igreja protestante, ao invés de ser reconhecida hoje pelas atitudes e comportamentos dos cristãos, está cada vez mais aderindo à mentalidade pós-moderna de que é apenas uma ideia interessante, que funciona, a qual você pode seguir (ou comprar num canal de TV). E isso é muito diferente do que a Bíblia ensina, pois entendamos: o cristianismo não tem sentido se não for uma ação. Ele é dinâmico, assim como o Deus a que ele adora. O escritor Paul Freston, no livro de devocionais "Neemias: um profissional a serviço do reino", comenta:&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;i&gt;"A religião bíblica é essencialmente histórica (certas coisas aconteceram na história e têm implicações para a salvação da humanidade); não é uma série de proposições filosóficas atemporais, nem um compêndio de mitos cuja validade independe de sua historicidade. (...) Subjacente &lt;/i&gt;(ao relativismo moderno)&lt;i&gt; está a ideia de que religião é basicamente &lt;/i&gt;insights&lt;i&gt; e conceitos. (...) Por isso, o grande divisor de águas entre as religiões é a atitude de cada uma delas perante a história. (...) O ocorrido é da essência da mensagem."&lt;/i&gt; (vide 1 Coríntios 15:3-5,14,17,20)&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Onde o cristianismo pretende chegar, portanto, se tornando alvo da mídia? Na Bíblia é que não!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A situação fica mais vergonhosa ainda quando olhamos para o passado e vemos que a igreja protestante no Brasil já contribuiu muito para a formação musical do brasileiro. Isso durou por quase todo o tempo da sua história e, na verdade, até hoje isso existe. Mas este empenho da Igreja na educação musical está sumindo, e sendo trocado por gente Diante do Trono &amp;amp; Cia. O artigo mais recomendável sobre o assunto que já li sem dúvida é "A Atividade Musical Evangélica no Brasil", por Samuel e Dorotéia Kerr. É um artigo que procura ser bastante "científico" e objetivo, mas que, acreditem, me emociona bastante. Vale muito a pena. Segue o link:&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(47, 44, 35); font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px; "&gt;&lt;a href="http://www.ia.unesp.br/pos/stricto/musica/artigos/A%20atividade%20musical%20evangelica%20no%20Brasil.pdf" class="ot-anchor" wotsearchprocessed="true"&gt;http://www.ia.unesp.&lt;wbr&gt;br/pos/stricto/music&lt;wbr&gt;a/artigos/A%20ativid&lt;wbr&gt;ade%20musical%20evan&lt;wbr&gt;gelica%20no%20Brasil&lt;wbr&gt;.pdf&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Como eu sei que poucos têm tempo para lê-lo, posso destacar alguns pontos que julgo interessantes:&lt;/div&gt;&lt;div&gt;1) Lutero, que também era músico, prezou muito pelo ensino musical nas igrejas. Calvino também buscou, sem reservas, uma música acessível a todo tipo de gente na igreja. Acreditando ser a música como uma das artes mais nobres que Deus incumbiu ao homem, estes reformadores julgavam importantíssimo que uma igreja tivesse boa música.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;2) A Reforma também representa a volta da visão bíblica do senhorio de Cristo tanto no campo sagrado quanto secular da vida. Não há mais essa distinção na vida do crente, e agora, ele se vê possibilitado a estudar cada vez mais das ciências naturais e humanas, se envolvendo com o mundo e transformando-o. Vemos, na época da Reforma, o florescer de muita arte e ciência, que não podemos negar que possui sua influência. (Apenas para constar - esta tem sido uma visão que se esvanece no meio evangélico brasileiro de hoje, a começar dos cristãos que rejeitam a razão ou pensam que só devem ouvir "música gospel").&lt;/div&gt;&lt;div&gt;3) É admirável o trabalho de muitos missionários e pastores protestantes da história do evangelho no Brasil. Basta pesquisar sobre as vidas do casal Roberto e Sarah Poulton Kalley, cujas traduções de hinos se encontram em muitos hinários de hoje. O próprio Ashbel Green Simonton, missionário que fundou a Igreja Presbiteriana do Brasil, também teve uma contribuição considerável ao incluir a formação musical nos currículos de seminários protestantes.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;4) Os autores do artigo utilizam uma expressão que me toca muito: a "sonoridade protestante". Trata-se da música dos hinos, cantada e tocada com todo o coração por várias famílias unidas, despreocupadas com questões de "não sei cantar" ou "não tenho técnica". O propósito da música na igreja é somente um: &lt;b&gt;"Emocionar, facilitar a entrada da mensagem e verdades da fé no coração, proporcionar comunhão entre as pessoas&lt;/b&gt;".&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Meus amigos, o que fazer diante de fatos tão admiráveis do passado, e de uma situação tão triste no presente? Posso destacar algumas soluções práticas:&lt;/div&gt;&lt;div&gt;1) Vamos nos apegar à boa música nas nossas igrejas. Vamos ser pacientes com aqueles que ainda não têm uma boa formação musical (não tem a tal "técnica") e trabalhar, trabalhar como nunca, no ensino de música.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;2) Vamos tolerar aquele nosso irmão desafinado que canta ao nosso lado, pois é somente lá que ele pode cantar de coração ao seu Deus, sem se importar com a cobrança da "elite musical" em ter talento ou nascer para isso. É lá que ele vai aprender música - no convívio dos irmãos que o amam e o encorajam a louvar a Deus com o melhor de si.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;3) NUNCA contratemos gente profissional para a música nas nossas igrejas. É preferível que toda a igreja cante e toque errado, e irrite os vizinhos, do que os cristãos ali se sintam desencorajados ao verem gente melhor, que muitas vezes só está lá por dinheiro e prestígio, e não louvando a Deus de coração. Admiro enormemente os tais "plantadores de orquestras", pessoas que se dispõem a fazer com que toda a igreja toque, nem que seja um triângulo. Conheço uma pessoa dessas e não nego que ele é um dos meus melhores amigos e pessoas que mais tomo como exemplo.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;4) Voltemos aos hinos. Posso apontar milhões de motivos para que as igrejas adotem um hinário nos dias de hoje, mas vou resumir por alguns argumentos que encontrei num &lt;b&gt;excelente&lt;/b&gt; artigo no site iPródigo (&lt;a href="http://iprodigo.com/traducoes/dez-principios-para-a-musica-da-igreja-parte-1.html"&gt;Dez Princípios para a Música da Igreja, Parte 1&lt;/a&gt;): a) Ligação com a história da igreja; b) Diversidade de estilos musicais; c) Excelência (música de qualidade); d) Grande abrangência de temas bíblicos. Sem contar também um elemento essencial: a característica didática dos hinos, que semelhante aos salmos, procuram ensinar verdades teológicas à nós através da música. Como já dizia Paul Washer, &lt;i&gt;"o músico cristão deveria saber teologia tanto quanto um pastor"&lt;/i&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;5) Vamos pensar que é através de um bom trabalho e uma boa música que vamos propagar, também, o evangelho de Cristo. Afinal, o que pensa uma pessoa quando vê uma linda orquestra ou banda cristã? "O que faz estas pessoas terem tanto zelo e tanta empolgação para tocar? O que faz aquele rapaz, tão desafinado e pitoresco, continuar tocando e se esforçando para ser um bom músico"? É a paixão pelo Evangelho, que transforma as nossas vidas e nos dá toda a alegria, satisfação e razão de existir.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6917996799159797113-2688151081230034235?l=fernandopasq.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fernandopasq.blogspot.com/feeds/2688151081230034235/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6917996799159797113&amp;postID=2688151081230034235' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6917996799159797113/posts/default/2688151081230034235'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6917996799159797113/posts/default/2688151081230034235'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fernandopasq.blogspot.com/2011/07/sonoridade-protestante.html' title='A Sonoridade Protestante'/><author><name>Fernando Pasquini</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10251767167271298140</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_cc7nKb92UKs/TG9APKe7ADI/AAAAAAAAAek/s9mJzIK-j7U/S220/profile.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6917996799159797113.post-1817711680991367918</id><published>2011-07-12T23:37:00.010-03:00</published><updated>2011-07-12T23:52:06.666-03:00</updated><title type='text'>Resenha: Crer É Também Pensar - John Stott</title><content type='html'>&lt;i&gt;Nota: o seguinte texto é uma pequena resenha que escrevi, como um "dever de casa" para o curso de férias da ABU que irei no final deste mês. Para quem não conhece, ABU é Aliança Bíblica Universitária, um movimento missionário focado no meio universitário. A resenha deveria ser curta, de uma página apenas (embora eu tenha "trapaceado" um pouco ao diminuir a margem, hehehe), e por isso não entrei tão profundamente nos temas do livro (uma pena!). De qualquer forma, acho bom colocar a resenha no blog. O livro "Crer É Também Pensar" é considerado pelo pessoal da ABU um dos livros essenciais a todo cristão universitário, e realmente eu concordo. Comentários e conversas sobre o livro são bem-vindas!&lt;/i&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;John Stott - Crer É Também Pensar&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;Este pequeno livro trata de uma argumentação a favor do lugar e uso da mente na vida do cristão, dada a advertência que o autor faz, na introdução, sobre uma onda de anti-intelectualismo que se faz hoje presente tanto no meio secular como na Igreja. São apresentados vários textos bíblicos e comentários de cristãos que reivindicam o papel do conhecimento em todas as áreas do cristianismo: adoração, fé, santidade, orientação, evangelismo e ministério na igreja.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;Algo que me chama atenção no livro é o comentário do autor sobre três atitudes de hoje que representam essa fuga da atitude de pensar: o ritualismo exacerbado, presente em cerimônias romanistas e/ou de outras religiões; o ativismo ecumênico, que às vezes preza mais pelo serviço social e político do que pelas questões de fé, teologia e disciplina cristãs; e a atitude de algumas igrejas pentecostais, de basear toda a crença na experiência pessoal. Como John Stott irá provar mais adiante, todas essas atitudes consistem em ignorar um grande pilar da fé cristã que se chama conhecimento. Afinal, como a teologia da missão integral defende, temos que o evangelho é para o homem todo; ou seja, para o corpo, mente e coração. É citado Oséias 4:6, texto que me chama muita atenção, que diz: “&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="color:black"&gt;O meu povo está sendo destruído, porque lhe falta o conhecimento”.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, sans-serif; "&gt;Outro ponto interessante citado pelo autor é que o conhecimento é uma das essências da fé. Embora muitos acreditem que a fé consista em uma entrega irracional ou num simples pensamento positivo, a Bíblia argumenta que todo o problema de quem tem uma fé pequena é não pensar. É citado um trecho do Dr. Martin Lloyd-Jones, onde ele comenta&lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;: “a fé, se quiserem, pode ser definida assim: é insistir em pensar quando tudo parece estar determinado a nos oprimir e a nos pôr por terra, intelectualmente falando”&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, sans-serif; "&gt;. É a mente que provê o controle de nós mesmos e a confiança em Deus, a partir do momento que paramos para refletir em quem é Deus é o que Ele já fez por nós. Sem esse conhecimento, é impossível crer em Deus, tal como adorá-lo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, sans-serif; "&gt;Embora o autor não comente a origem do anti-intelectualismo presente na cultura pós-moderna, considero o livro essencial a todo cristão que se sente pressionado a abandonar a razão, que muitos dizem ser hostil à fé. O livro recoloca a visão bíblica sobre esta questão. Mas para um entendimento mais profundo, recomendo continuar a leitura com o livro “A Morte da Razão”, de Francis Schaeffer, onde é analisado todo o caminho do pensamento ocidental até os dias de hoje, demonstrando a origem de toda essa confusão. A grande questão é que a sociedade, sem Deus, parece ter se cansado de buscar sentido na vida usando a razão. Jogam fora a doutrina da revelação direta de Deus, exclusiva do cristianismo, e obviamente não chegam a lugar algum só com a ciência e raciocínio &lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;próprio&lt;/i&gt;s. A solução proposta, então, seria abandonar a mente. Mas cristão não deve se conformar a isso. Como tarefa de um evangelismo que provê a satisfação e alegria completa do ser humano, devemos, como este livro e como Paulo comentam, &lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;expor&lt;/i&gt;, &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal"&gt;dissertar&lt;/i&gt; e &lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;persuadir&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, sans-serif; "&gt; as almas a Cristo, com toda a sabedoria e conhecimento que nos é outorgada pelo Espírito Santo. Este conhecimento jamais pode nos esfriar espiritualmente, pois vem de Deus, e não de nós mesmos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, sans-serif; "&gt;Dessa forma, o livro consiste em um incentivo, principalmente ao cristão universitário, ao estudo constante das Escrituras e da sã doutrina dos apóstolos, com oração e dedicação. Afinal, como poderia Deus rejeitar o conhecimento, ao mesmo tempo em que a grande fonte de sua revelação consiste exatamente em um livro? Martinho Lutero recomenda: &lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;“Oratio, Meditatio, Tentatio”&lt;/i&gt; (oração, meditação, tribulação). O estudo da palavra exige oração, esforço, e até mesmo sofrimento, mas vale a pena. Ele continua: &lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;“essas regras não somente lhe ensinam a conhecer e entender, mas também a experimentar quão certa, quão verdadeira, quão doce, quão encantadora, quão poderosa, quão confortante é a Palavra de Deus: é a sabedoria suprema”.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="color: black; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;i&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6917996799159797113-1817711680991367918?l=fernandopasq.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fernandopasq.blogspot.com/feeds/1817711680991367918/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6917996799159797113&amp;postID=1817711680991367918' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6917996799159797113/posts/default/1817711680991367918'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6917996799159797113/posts/default/1817711680991367918'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fernandopasq.blogspot.com/2011/07/resenha-crer-e-tambem-pensar-john-stott.html' title='Resenha: Crer É Também Pensar - John Stott'/><author><name>Fernando Pasquini</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10251767167271298140</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_cc7nKb92UKs/TG9APKe7ADI/AAAAAAAAAek/s9mJzIK-j7U/S220/profile.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6917996799159797113.post-6940232197147150250</id><published>2011-07-06T09:52:00.001-03:00</published><updated>2011-07-06T09:54:24.508-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>É interessante como a opressão aos pobres e necessitados é um tema muito recorrente nos livros proféticos do Antigo Testamento. Mas também é interessante que em nenhum caso vemos alguma agitação dos mesmos tentando destruir os ricos por suas próprias forças. Muito pelo contrário, há uma extrema confiança em Deus e no seu juízo (o Dia do Senhor), algo profetizado por vários profetas, de diferentes classes sociais e ocupações (por exemplo, temos Amós, um humilde pastor que pelo visto não recebeu qualquer formação intelectual, e vejamos o contraste com Isaías, um aristocrata de nascimento). O Antigo Testamento nos ensina algo muito valioso: o povo de Deus nunca deveria confiar no próprio homem para fazer justiça e permitir que "a sociedade avance".&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6917996799159797113-6940232197147150250?l=fernandopasq.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fernandopasq.blogspot.com/feeds/6940232197147150250/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6917996799159797113&amp;postID=6940232197147150250' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6917996799159797113/posts/default/6940232197147150250'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6917996799159797113/posts/default/6940232197147150250'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fernandopasq.blogspot.com/2011/07/e-interessante-como-opressao-aos-pobres.html' title=''/><author><name>Fernando Pasquini</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10251767167271298140</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_cc7nKb92UKs/TG9APKe7ADI/AAAAAAAAAek/s9mJzIK-j7U/S220/profile.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6917996799159797113.post-6383591841588748451</id><published>2011-06-21T17:33:00.003-03:00</published><updated>2011-06-21T17:50:06.212-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(47, 44, 35); font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px; "&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(47, 44, 35); font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px; "&gt;Alguns comentários sobre a personalidade que vejo nos reformadores...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(47, 44, 35); font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;Li uma carta de João Calvino à sua esposa. Engraçado como a pequena janela que temos para conhecer a vida pessoal e sentimental de Calvino está somente nas suas cartas escritas a ela. Calvino realmente era gente séria, mas que também sabia o momento certo de agir com sensibilidade e amor.&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(47, 44, 35); font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(47, 44, 35); font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px; "&gt;Agora Lutero é uma das figuras mais interessantes de toda história. Não só porque ele foi um grande homem abençoado por um grande Deus, mas porque, lendo seus escritos, posso identificar várias pessoas dentro de uma só. Posso encontrar o genial Lutero, teólogo bíblico; o Lutero polemizador (tanto com questões sobre o romanismo, tanto como em questões mais específicas como sua discussão com Erasmo de Roterdã sobre a predestinação); o Lutero lutador; o Lutero angustiado; o Lutero que aprendeu a entregar totalmente sua vida a Deus frente a tanta controvérsia e perseguição, externa e interna. Posso encontrar o Lutero músico, o Lutero pedagogo, o Lutero orador; três ocupações com as quais ele soube lidar com muita competência. Também cito o Lutero brincalhão, de um humor irônico e ao mesmo tempo pateta; o Lutero apaixonado por sua esposa e família; o Lutero que amava uma boa comida acompanhada de um bom vinho e não tinha receio nenhum de se manifestar quanto a isso. São tantos Luteros dentro de uma mesma pessoa que me pergunto como seria possível ter uma vida tão grande e diversificada como a dele! (O mesmo eu penso de J. S. Bach). Só pela graça de Deus!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6917996799159797113-6383591841588748451?l=fernandopasq.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fernandopasq.blogspot.com/feeds/6383591841588748451/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6917996799159797113&amp;postID=6383591841588748451' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6917996799159797113/posts/default/6383591841588748451'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6917996799159797113/posts/default/6383591841588748451'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fernandopasq.blogspot.com/2011/06/alguns-comentarios-sobre-personalidade.html' title=''/><author><name>Fernando Pasquini</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10251767167271298140</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_cc7nKb92UKs/TG9APKe7ADI/AAAAAAAAAek/s9mJzIK-j7U/S220/profile.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6917996799159797113.post-7116480405691525280</id><published>2011-06-16T10:43:00.005-03:00</published><updated>2011-06-16T10:55:42.538-03:00</updated><title type='text'>Desculpando-se...</title><content type='html'>Devo algumas desculpas. O meu último post acabou tendendo para um lado de reprovação daqueles que estão acusando o Ricardo Gondim de herege e apóstata, mas eu prometo para todos esses meus amigos, que sentiram isso, que não foi minha intenção. Admiro muito o trabalho (que trabalho ruim de fazer, mas que precisa ser feito!) de muita gente, como por exemplo, do Leonardo Galdino, em acusar as falhas desse pessoal e apresentar a verdade bíblica em oposição a eles (como nesse &lt;a href="http://5calvinistas.blogspot.com/2011/06/jesus-paulo-e-os-mortos-do-horizonte.html"&gt;post&lt;/a&gt;).&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Esses tais de Ricardo Gondim, ou Rob Bell, são (ou se tornaram) uma "raça de víboras" mesmo, e eu não discordo. E não sei o que me fez escrever o último post, e acho que veio uma leve impressão que não estavam nem respeitando o cara, e começando a "jogar pedras" nele, faltando com o amor. Mas pra falar verdade eu ainda não vi ninguém que fizesse isso. Ouvi falar de um pessoal enviando emails com ameaças para ele, mas quanto a essas pessoas eu acho que nem adianta fazer um apelo. O que mais tenho visto ultimamente é o amor, e a extrema preocupação com a saúde da Igreja de Cristo.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Por isso, fica a mensagem a esses meus amigos - não desanimem! Lembrem-se de Atanásio, grande pai da Igreja, que esteve quase sozinho por um tempo defendendo a verdade da divindade de Cristo numa época que predominava o arianismo. Ele não se fez de coitadinho e nem ficou se comparando a Jesus ou a Paulo para dizer que, só por ter uma ideia que ninguém tinha, necessariamente estava certo. E, é claro, vocês estão muito longe do&lt;span&gt;&lt;span&gt; "&lt;i&gt;Athanasius Contra Mundum&lt;/i&gt;", mesmo porque existe uma barra aqui do lado desse blog que divulga tudo o que vocês escrevem.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: arial, sans-serif; line-height: 15px; font-size: small; "&gt;&lt;em style="font-weight: bold; font-style: normal; "&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mas vou parar de falar sobre isso. Como já disse, considero um trabalho ruim de se fazer, e muito triste. Não sinto vontade de falar disso. Mas alguém precisa, e glória a Deus porque essas pessoas existem. E a elas vão agora, minhas desculpas.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6917996799159797113-7116480405691525280?l=fernandopasq.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fernandopasq.blogspot.com/feeds/7116480405691525280/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6917996799159797113&amp;postID=7116480405691525280' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6917996799159797113/posts/default/7116480405691525280'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6917996799159797113/posts/default/7116480405691525280'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fernandopasq.blogspot.com/2011/06/desculpando-se.html' title='Desculpando-se...'/><author><name>Fernando Pasquini</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10251767167271298140</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_cc7nKb92UKs/TG9APKe7ADI/AAAAAAAAAek/s9mJzIK-j7U/S220/profile.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6917996799159797113.post-7482613465828346777</id><published>2011-06-12T14:58:00.006-03:00</published><updated>2011-06-12T15:39:19.087-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>OK, o blog está parado, eu sei disso. E são nessas horas que eu chego com posts pequenos e que geralmente apontam para outros... Servem apenas para dizer que eu estou vivo e acompanhando tudo, quando possível.&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Para quem espera alguns posts maiores, já digo que estou pensando e preparando um sobre o que eu penso do culto cristão - e no que ele difere de um simples ajuntamento de pessoas (seja internamente como externamente). Provavelmente ele sai no fim do mês, quando passar o "caos de fim de semestre" da faculdade.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mas ficam algumas reflexões rápidas minhas sobre assuntos recentes.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Sobre Ricardo Gondim e as suas heresias - não posso deixar de dizer que ele é um herege, e dos piores tipos (&lt;a href="http://jonasmadureira.blogspot.com/2011/04/pastores-hereges.html"&gt;http://jonasmadureira.blogspot.com/2011/04/pastores-hereges.html&lt;/a&gt;). Mas por favor, quanto a nós cristãos, vamos nos policiar quanto a podermos estar nos tornando os "inquisidores" dele. Vamos pegar leve, pois somos tão pecadores quanto ele, e dependemos apenas da graça de Deus. Sei que é uma chatice dizer isso; coisa de adolescentezinho cristão que quer ser o diferente e "colocar moral nos adultos", achando que só eles são os moralistas frios e briguentos. Eu sei, é chato - quando se é um jovem cristão comprometido, costuma-se ter esta tendência de criticar as críticas dos outros, como se acusar o erro do próximo fosse um próprio erro em si. Não é errado criticar, mas de fato devemos tomar cuidado quanto à forma como fazemos isso.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Eu acho muito necessário escrevermos textos denunciando todos os erros desses hereges (não só Gondim, mas outros); porque eu mesmo, quando os vejo, sinto uma tristeza enorme ao saber que os evangélicos ouvem e concordam com aquele tipo de coisa. Sim, é triste, por isso denunciamos e alertamos dos perigos. Mas também não custa muito parar por um momento e orar por esse cara aí. Ou pelo menos pela gente que o ouve. Quem sabe ele não conhece a graça de Deus na Bíblia e passa a depender de Deus em todas as áreas da sua vida? Sim, seria difícil, ainda mais porque ele agora se tornou mais um desses líderes formadores de opinião de esquerda, do politicamente correto, da luta de classes, da relativização da verdade, do humanismo pós-moderno (a estilo Frei Betto, Caio Fábio, etc...). Mas não é um caso perdido...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Aliás, é exatamente isso que falta na teologia dele: &lt;i&gt;graça&lt;/i&gt;. Eu não duvido de que, se eu não fosse calvinista, iria muito fácil no discurso dele. Pois Ricardo Gondim não é nada menos do que um &lt;i&gt;arminiano bem assentado&lt;/i&gt;, ou seja, um arminiano que levou o seu pensamento até às últimas conseqüências. Quando ele afirma que Deus não pode interferir nas decisões do homem, ele é esperto em lançar fora, inteiramente, a soberania. E então não há nada mais óbvio em dizer que "soberania de Deus é coisa do passado, coisa medieval" (o que, a propósito, é uma péssima justificativa; aliás ele até poderia dizer o mesmo do cristianismo).&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Enfim, a opção de crer que Deus é soberano é oposta a crer que Deus não interfere nas decisões do homem. O arminianismo parece procurar um meio de conciliar os dois conceitos, mas falha em muitas coisas; a começar porque contradiz a própria Bíblia. A questão está em escolher ou um, ou outro. E Gondim escolheu não crer na soberania, negando a Bíblia. Em linguagem de computação, poderíamos até dizer que é uma questão de &lt;i&gt;toggle&lt;/i&gt;, e não de &lt;i&gt;checkbox&lt;/i&gt; (hehe).&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Quanto à segunda reflexão: tomemos cuidado também com o arminianismo prático. Sim, Ricardo Gondim dificilmente pode mais ser considerado cristão (não é meu papel julgar), devido às suas falhas teológicas, mas tomemos cuidado também ao nos dizermos "calvinistas, que acreditam em predestinação, etc", mas viver uma vida que negue tudo isso. Crer na graça e soberania de Deus é muito mais profundo do que apenas dizer, e envolve um estudo constante da doutrina bíblica e auto-exame de sua própria cosmovisão. Digo isso pois conheço, sim, muita gente que diz acreditar na soberania e graça de Deus, mas possuir um discurso totalmente arminiano; para nem dizer &lt;i&gt;pelagiano&lt;/i&gt;. OK, podem me criticar por usar tantos rótulos como "calvinista" ou "arminiano"; mas é por isso que estou fazendo esse apelo. Vamos nos rotular adequadamente, e examinar cada atitude nossa que pode revelar se cremos ou não na soberania de Deus em todas as áreas da nossa vida!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6917996799159797113-7482613465828346777?l=fernandopasq.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fernandopasq.blogspot.com/feeds/7482613465828346777/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6917996799159797113&amp;postID=7482613465828346777' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6917996799159797113/posts/default/7482613465828346777'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6917996799159797113/posts/default/7482613465828346777'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fernandopasq.blogspot.com/2011/06/ok-o-blog-esta-parado-eu-sei-disso.html' title=''/><author><name>Fernando Pasquini</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10251767167271298140</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_cc7nKb92UKs/TG9APKe7ADI/AAAAAAAAAek/s9mJzIK-j7U/S220/profile.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6917996799159797113.post-6564007672901357259</id><published>2011-06-02T22:42:00.002-03:00</published><updated>2011-06-02T22:44:58.783-03:00</updated><title type='text'>Manifesto em favor da liberdade de consciência e de expressão</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 18px; "&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;Mais informações: &lt;a href="http://tempora-mores.blogspot.com/2011/06/o-manifesto-de-brasilia-sobre-liberdade.html?spref=fb"&gt;http://tempora-mores.blogspot.com/2011/06/o-manifesto-de-brasilia-sobre-liberdade.html?spref=fb&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 18px; "&gt;&lt;u&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="-webkit-text-decorations-in-effect: none; "&gt;&lt;u&gt;&lt;div style="display: inline !important; "&gt;&lt;a href="http://tempora-mores.blogspot.com/2011/06/o-manifesto-de-brasilia-sobre-liberdade.html?spref=fb"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-weight: bold; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 18px; "&gt;&lt;u&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal; -webkit-text-decorations-in-effect: none; "&gt;&lt;u&gt;&lt;br /&gt;&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;MANIFESTO EM FAVOR DA LIBERDADE DE CONSCIÊNCIA E DE EXPRESSÃO&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"&lt;i&gt;Não concordo com uma só palavra do que dizeis, mas defenderei até a morte o vosso direito de dizê-lo!&lt;/i&gt;" [Voltaire]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tendo em vista a tramitação no Senado Federal do Projeto de Lei da Câmara nº 122/2006 (Projeto de Lei nº 5003/2001), que criminaliza toda e qualquer manifestação contrária à orientação sexual da homossexualidade,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ENTENDEMOS QUE que:&lt;br /&gt;&lt;ul style="padding-top: 0px; padding-right: 2.5em; padding-bottom: 0px; padding-left: 2.5em; margin-top: 0.5em; margin-right: 0px; margin-bottom: 0.5em; margin-left: 0px; line-height: 1.4; list-style-type: disc; list-style-position: initial; list-style-image: initial; "&gt;&lt;li style="padding-top: 0.25em; padding-right: 0px; padding-bottom: 0.25em; padding-left: 0px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0.25em; margin-left: 0px; text-indent: 0px; color: rgb(0, 0, 0); border-top-width: initial; border-top-style: none; border-top-color: initial; border-bottom-width: 1px; border-bottom-style: none; border-bottom-color: transparent; border-right-style: none; border-left-style: none; border-width: initial; border-color: initial; "&gt;vivemos numa sociedade multicultural e plural em que a liberdade é um dos principais pilares de sustentação;&lt;/li&gt;&lt;li style="padding-top: 0.25em; padding-right: 0px; padding-bottom: 0.25em; padding-left: 0px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0.25em; margin-left: 0px; text-indent: 0px; color: rgb(0, 0, 0); border-top-width: 0px; border-top-style: none; border-top-color: rgb(28, 116, 146); border-bottom-width: 1px; border-bottom-style: none; border-bottom-color: transparent; border-right-style: none; border-left-style: none; border-width: initial; border-color: initial; "&gt;a liberdade só é possível se houver a concretização da liberdade de consciência e de expressão;&lt;/li&gt;&lt;li style="padding-top: 0.25em; padding-right: 0px; padding-bottom: 0.25em; padding-left: 0px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0.25em; margin-left: 0px; text-indent: 0px; color: rgb(0, 0, 0); border-top-width: 0px; border-top-style: none; border-top-color: rgb(28, 116, 146); border-bottom-width: 1px; border-bottom-style: none; border-bottom-color: transparent; border-right-style: none; border-left-style: none; border-width: initial; border-color: initial; "&gt;a liberdade de consciência tem a ver com o que cada indivíduo crê interiormente, enquanto que a liberdade de expressão é a manifestação externa dessas crenças;&lt;/li&gt;&lt;li style="padding-top: 0.25em; padding-right: 0px; padding-bottom: 0.25em; padding-left: 0px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0.25em; margin-left: 0px; text-indent: 0px; color: rgb(0, 0, 0); border-top-width: 0px; border-top-style: none; border-top-color: rgb(28, 116, 146); border-bottom-width: 1px; border-bottom-style: none; border-bottom-color: transparent; border-right-style: none; border-left-style: none; border-width: initial; border-color: initial; "&gt;o Artigo 5º da Constituição, em seu caput, afirma que todos são iguais perante a lei, sem distinção de quaisquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no país a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade;&lt;/li&gt;&lt;li style="padding-top: 0.25em; padding-right: 0px; padding-bottom: 0.25em; padding-left: 0px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0.25em; margin-left: 0px; text-indent: 0px; color: rgb(0, 0, 0); border-top-width: 0px; border-top-style: none; border-top-color: rgb(28, 116, 146); border-bottom-width: 1px; border-bottom-style: none; border-bottom-color: transparent; border-right-style: none; border-left-style: none; border-width: initial; border-color: initial; "&gt;neste mesmo artigo, ao tratar dos direitos e garantias fundamentais, a mesma Constituição afirma que (IV) &lt;i&gt;é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato&lt;/i&gt;; e que (VI)&lt;i&gt; é inviolável a liberdade de consciência e de crença&lt;/i&gt; ...&lt;/li&gt;&lt;li style="padding-top: 0.25em; padding-right: 0px; padding-bottom: 0.25em; padding-left: 0px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0.25em; margin-left: 0px; text-indent: 0px; color: rgb(0, 0, 0); border-top-width: 0px; border-top-style: none; border-top-color: rgb(28, 116, 146); border-bottom-width: 1px; border-bottom-style: none; border-bottom-color: transparent; border-right-style: none; border-left-style: none; border-width: initial; border-color: initial; "&gt;a Declaração Universal dos Direitos Humanos de 1948 expressa em seu Artigo 18 que &lt;i&gt;todo homem tem direito à liberdade de pensamento, consciência e religião&lt;/i&gt; ... e no Artigo 19 que &lt;i&gt;toda pessoa tem direito à liberdade de opinião e expressão&lt;/i&gt;; este direito inclui a liberdade de, sem interferência, ter opiniões e de procurar receber e transmitir informações e ideias por quaisquer meios e independentemente de fronteiras;&lt;/li&gt;&lt;li style="padding-top: 0.25em; padding-right: 0px; padding-bottom: 0.25em; padding-left: 0px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0.25em; margin-left: 0px; text-indent: 0px; color: rgb(0, 0, 0); border-top-width: 0px; border-top-style: none; border-top-color: rgb(28, 116, 146); border-bottom-width: 1px; border-bottom-style: none; border-bottom-color: transparent; border-right-style: none; border-left-style: none; border-width: initial; border-color: initial; "&gt;se todos são iguais, todos, sem distinção, podem expressar privada e publicamente suas ideias, pensamentos e crenças, declarando o que acreditam e os motivos pelos quais acreditam de determinada forma e não de outra, desde que os direitos dos outros sejam respeitados;&lt;/li&gt;&lt;li style="padding-top: 0.25em; padding-right: 0px; padding-bottom: 0.25em; padding-left: 0px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0.25em; margin-left: 0px; text-indent: 0px; color: rgb(0, 0, 0); border-top-width: 0px; border-top-style: none; border-top-color: rgb(28, 116, 146); border-bottom-width: 1px; border-bottom-style: none; border-bottom-color: transparent; border-right-style: none; border-left-style: none; border-width: initial; border-color: initial; "&gt;não deve haver discriminação contra qualquer pessoa e suas escolhas individuais;&lt;/li&gt;&lt;li style="padding-top: 0.25em; padding-right: 0px; padding-bottom: 0.25em; padding-left: 0px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0.25em; margin-left: 0px; text-indent: 0px; color: rgb(0, 0, 0); border-top-width: 0px; border-top-style: none; border-top-color: rgb(28, 116, 146); border-bottom-width: initial; border-bottom-style: none; border-bottom-color: initial; border-right-style: none; border-left-style: none; border-width: initial; border-color: initial; "&gt;o próprio texto do projeto original do PLC 122/2006 (nº 5.003/2001) salienta que a orientação sexual é direito personalíssimo, atributo inerente e inegável à pessoa humana ... &lt;i&gt;Trata-se de &lt;u&gt;respeitar as diferenças&lt;/u&gt; e assegurar a todos o direito de cidadania ... Nossa principal função como parlamentares é assegurar &lt;u&gt;direitos, independente de nossas escolhas ou valores pessoais&lt;/u&gt;. Temos que discutir e assegurar direitos humanos sem hierarquizá-los&lt;/i&gt;. [grifo nosso]&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;Neste sentido, DECLARAMOS QUE:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;ul style="padding-top: 0px; padding-right: 2.5em; padding-bottom: 0px; padding-left: 2.5em; margin-top: 0.5em; margin-right: 0px; margin-bottom: 0.5em; margin-left: 0px; line-height: 1.4; list-style-type: disc; list-style-position: initial; list-style-image: initial; "&gt;&lt;li style="padding-top: 0.25em; padding-right: 0px; padding-bottom: 0.25em; padding-left: 0px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0.25em; margin-left: 0px; text-indent: 0px; color: rgb(0, 0, 0); border-top-width: initial; border-top-style: none; border-top-color: initial; border-bottom-width: 1px; border-bottom-style: none; border-bottom-color: transparent; border-right-style: none; border-left-style: none; border-width: initial; border-color: initial; "&gt;o referido Projeto de Lei da Câmara 122/2006, ao tornar crime manifestações contrárias à homossexualidade, incita à discriminação ao promover a censura da consciência e da expressão, promove a violência defendendo a liberdade para uns e suprimindo a liberdade para outros, desprezando o que é conhecido no Direito como “princípio do contraditório e da ampla defesa” [&lt;i&gt;audiatur et altera pars&lt;/i&gt;- “ouça-se também a outra parte”] que é a liberdade de análise e posicionamento contrário às expressões ou manifestações de outras pessoas em qualquer área da vida;&lt;/li&gt;&lt;li style="padding-top: 0.25em; padding-right: 0px; padding-bottom: 0.25em; padding-left: 0px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0.25em; margin-left: 0px; text-indent: 0px; color: rgb(0, 0, 0); border-top-width: 0px; border-top-style: none; border-top-color: rgb(28, 116, 146); border-bottom-width: 1px; border-bottom-style: none; border-bottom-color: transparent; border-right-style: none; border-left-style: none; border-width: initial; border-color: initial; "&gt;na democracia a liberdade que se expressa por intermédio dos valores individuais e mesmo de segmentos da sociedade não pode privilegiar o direito de liberdade de consciência e de expressão de uns em detrimento ao direito de outros;&lt;/li&gt;&lt;li style="padding-top: 0.25em; padding-right: 0px; padding-bottom: 0.25em; padding-left: 0px; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0.25em; margin-left: 0px; text-indent: 0px; color: rgb(0, 0, 0); border-top-width: 0px; border-top-style: none; border-top-color: rgb(28, 116, 146); border-bottom-width: initial; border-bottom-style: none; border-bottom-color: initial; border-right-style: none; border-left-style: none; border-width: initial; border-color: initial; "&gt;não é possível concordar com qualquer lei que maximize direitos a um determinado grupo de cidadãos e, ao mesmo tempo, minimize, atrofie e faleça direitos e princípios já determinados principalmente pela Carta Magna da Nação e pela Declaração Universal de Direitos Humanos.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;Sendo assim,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MANIFESTAMOS nossa posição contrária a qualquer forma de violência e discriminação contra o ser humano, afirmando, por um lado, o respeito devido a todas as pessoas independentemente de suas escolhas sexuais, e, por outro, afirmando o direito da livre consciência e expressão de cada pessoa;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CONCLAMAMOS os representantes do povo no Congresso Nacional que se posicionem a favor da ampla liberdade de consciência e expressão de todos, sem distinção e discriminação, rejeitando qualquer dispositivo que promova a censura e amordacem a liberdade e o direito individual de consciência e livre expressão; e,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CONCLAMAMOS as demais instâncias da República, cidadãos e líderes de instituições sociais, que se unam em defender o respeito à pessoa e a garantia dos direitos individuais, preservando a liberdade de consciência e de expressão de cada um e de todos, sem que se privilegie qualquer segmento de nossa sociedade, o que ameaça a democracia, patrimônio de todos.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6917996799159797113-6564007672901357259?l=fernandopasq.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fernandopasq.blogspot.com/feeds/6564007672901357259/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6917996799159797113&amp;postID=6564007672901357259' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6917996799159797113/posts/default/6564007672901357259'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6917996799159797113/posts/default/6564007672901357259'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fernandopasq.blogspot.com/2011/06/manifesto-em-favor-da-liberdade-de.html' title='Manifesto em favor da liberdade de consciência e de expressão'/><author><name>Fernando Pasquini</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10251767167271298140</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_cc7nKb92UKs/TG9APKe7ADI/AAAAAAAAAek/s9mJzIK-j7U/S220/profile.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6917996799159797113.post-1475148312799375243</id><published>2011-05-19T22:41:00.002-03:00</published><updated>2011-05-19T22:41:33.413-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>O que mais me deixa inconformado no meio universitário é o dogma de acreditar que o melhor é aquele que sabe mais. O mercado de trabalho já se livrou dessa ideia faz tempo (se é que já aceitou). O cristianismo é totalmente contra esse tipo de pensamento. É uma ideia falsa tanto na teoria quanto na prática. Porque ficamos preocupados, pensando que temos que aprender tudo e com o máximo de aproveitamento, sendo que se a nossa vida se limitar só a isso, não há sentido nenhum?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6917996799159797113-1475148312799375243?l=fernandopasq.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fernandopasq.blogspot.com/feeds/1475148312799375243/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6917996799159797113&amp;postID=1475148312799375243' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6917996799159797113/posts/default/1475148312799375243'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6917996799159797113/posts/default/1475148312799375243'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fernandopasq.blogspot.com/2011/05/o-que-mais-me-irrita-no-meio.html' title=''/><author><name>Fernando Pasquini</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10251767167271298140</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_cc7nKb92UKs/TG9APKe7ADI/AAAAAAAAAek/s9mJzIK-j7U/S220/profile.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6917996799159797113.post-197552950831497108</id><published>2011-05-04T22:48:00.011-03:00</published><updated>2011-05-05T13:09:13.961-03:00</updated><title type='text'>O homem não destrói o planeta!</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-zGWqJkNP4iU/TcIZ-s49Y0I/AAAAAAAAAqA/pT2Vc52rj2Q/s1600/54654forest.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;/a&gt;Nunca escrevi sobre meio ambiente no blog, mas isto não significa que se trata de um assunto que não me interessa. O que me faz não escrever sobre o assunto é que várias vezes eu me deparo com situações que me desanimam a pensar e escrever sobre o tema. Fico desanimado, pois não encontro textos com rigor e profundidade suficiente para que eu possa sequer organizar meus pensamentos. Fico também frustrado porque tudo o que tento ler é igual e apresenta os mesmos argumentos bobos. Não sei dizer - talvez tudo isso seja problema meu, que não encontro nada bom, ou talvez as pessoas de fato precisam se aprofundar mais no tema.&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(0, 0, 238); -webkit-text-decorations-in-effect: underline; "&gt;&lt;img src="http://4.bp.blogspot.com/-zGWqJkNP4iU/TcIZ-s49Y0I/AAAAAAAAAqA/pT2Vc52rj2Q/s320/54654forest.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5603069451394966338" style="float: left; margin-top: 0px; margin-right: 10px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; cursor: pointer; width: 320px; height: 240px; " /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Para começo de história, o exemplo que mais me desanima a estudar é o aquecimento global. Sinceramente não sei o que pensar sobre o aquecimento global, pois sempre que pesquiso sobre isso, eu encontro dois tipos de textos: um que defende que o aquecimento global ocorre devido à ação humana, e outro que defende que ele tem causa natural e não tem nada a ver com a ação humana. No primeiro caso, o argumento mais frequente é o de que capitalistas selvagens subornaram cientistas para falarem que o aquecimento global não existe. No segundo caso, o argumento mais frequente é o de que a ONU e os marxistas subornaram cientistas para inventarem que o aquecimento global tem origem na ação humana.&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Eu acabo muitas vezes tomando a posição de que o aquecimento global não tem origem na ação humana, mas isso porque o número destes famigerados argumentos &lt;i&gt;ad hominem&lt;/i&gt; foi um pouquinho menor com as pessoas que defendem esta posição. Aliás, os cientistas desta posição me pareceram um pouco mais cientistas, e menos sociólogos e políticos, o que dá muito mais credibilidade (sem desmerecê-los, é claro). Mas eu concordo que se algum dia alguém me perguntar sobre o porquê da minha posição, eu não saberia responder com uma devida segurança. (É até interessante de pensar, porque não poucas vezes a política exige que tomemos posições, mas ao mesmo tempo ela só se ocupa em apontar mentiras para lá e mentiras para cá - difícil, não?)&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Sobre aquecimento global eu prefiro não escrever e discutir muito. O ponto no qual eu sempre prefiro focar, numa discussão sobre meio ambiente, nem está no aquecimento global. Eu concordo que é uma discussão relevante, afinal temos que decidir se vamos emitir CO2 ou não. Mas eu mesmo considero uma questão pouco profunda frente a alguns questionamentos mais sociológicos/filosóficos. Por exemplo - porque eu precisaria do exemplo do aquecimento global para incentivar pessoas a tomar cuidado com a destruição do meio ambiente? Será que já não é suficiente dizer que devemos cuidar do planeta, ou devemos ir além e ameaçar a humanidade com catástrofes naturais sendo tudo culpa do McDonald's e da Coca-Cola?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Esta é a primeira conclusão que tiro. O que me assusta não é o aquecimento global, e sim, o discurso referente a ele. O que me deixa perplexo em muitos discursos ambientalistas é esta necessidade urgente de fazer ameaças à humanidade para que ela cuide da Terra. Isso me cheira muito uma consequência do pós-modernismo, onde ninguém mais pode querer o bem do planeta apenas por procurar um padrão de ordem e moral absoluta no Universo. Essas ideias de moral e ordem podem acabar em um Deus pessoal e absoluto, o que não é "legal", hoje. E, enfim, quando se descarta qualquer tipo de noção sobre como as coisas deveriam ser na realidade, só sobra a opção do "salve-se quem puder". Ora, se não há um padrão de ordem absoluta na Terra, então pelo menos tente se manter vivo e não destrua o planeta.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O fato é que o homem &lt;i&gt;não destrói o planeta&lt;/i&gt;. Talvez ele destrua, se tiver uma bomba atômica muito forte. Mas o que quero dizer é que o planeta não está nem aí para o homem! Se todas as florestas forem destruídas, "meus parabéns, temos um planeta ao estilo Tatooine, do filme Star Wars". Se destruírem o planeta, "uau, que show de explosão", e "olhe só a Via Láctea, que lugar lindo". O homem pode destruir uma criação de Deus, mas jamais pode destruir o Deus criativo, que a cada mínimo detalhe do universo revela a sua glória. E agora digo: o problema mesmo, em todo discurso ambientalista, não tem a ver com a destruição da natureza. O problema tem a ver é com o que acontece com o homem; que vai sendo destruído com isso. Proteger as florestas para que eu não morra; este é o foco do discurso.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Não acredito que o cristão deveria tomar partido nisto. Ele não deveria andar por aí com todo esse alarmismo; que seja verdadeiro ou falso, só causa mais desespero à humanidade. Deus está no controle de tudo! Deus possui um plano para tudo o que ocorre na Terra, inclusive para conosco, seres humanos consumistas, gananciosos e espaçosos. Ele mesmo já fez a terra maldita quando Adão e Eva pecaram, o que significa que ter sua criação destruída ou não depende somente da sua soberania (ler Gn 3). E ele mesmo já prometeu novo céu e nova terra, numa promessa que nunca falha. Sua glória e soberania será manifestada independente do que o homem fizer por aqui. E se morrermos, estamos nas mãos dEle!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Alguém poderia perguntar: então quer dizer que podemos ficar a vontade, pois Deus vai dar um jeito em tudo no fim e limpar toda a sujeira nossa? Não! Nada disso! Chegamos à segunda conclusão: uma vez que a natureza deste mundo é um dos meios pelo qual Deus revela sua glória e majestade, o cristão deve defender a natureza, sim! O cristão deve defender o meio ambiente para manter o sentido da sua própria existência: louvar e glorificar a Deus para todo o sempre! Não para salvar sua própria vida, mas para fazer conhecida e manifestada a glória de Deus por todo o Universo. É para isto que o planeta existe, e é para isto que existimos. Eu mesmo protegeria uma floresta não porque minha vida depende dela, mas porque é andando por ela que eu me sinto bem e louvo a Deus por algo tão maravilhoso!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Esta ideia parece que anda tão perdida hoje, principalmente no meio cristão!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Enfim, posso terminar falando que já fui criticado de várias maneiras com relação às minhas posições sobre meio ambiente. Já me disseram que sou negligente, o que é uma mentira, pois mesmo na minha vida prática eu procuro reduzir o desperdício e poluição (todos nós &lt;i&gt;tentamos&lt;/i&gt;). Alguns me dizem que sou acomodado demais; mas eu digo que quase todas as vezes que me chamam de acomodado, eu acabo quase elogiado porque sinto que estou acomodado em Deus, confiando tudo a Ele e à sua soberania (não é assim com o calvinismo?). Me dizem que vejo muita malícia em ambientalistas, mas talvez eu conheça só um ambientalista que defenda o meio ambiente com base na moral absoluta e universal; o resto só se trata de marxistas. Eu por fim, não ligo para críticas, além do mais meu blog nem é famoso eu não sou muito criticado. Eu só gostaria que algum crítico resolvesse conversar e desistir da tática &lt;i&gt;ad hominem&lt;/i&gt; para com este assunto tão sério. Gostaria que alguém fosse mais fundo no tema, e levantasse discussões que realmente valem a pena, ao invés de ficar só fazendo política e xingando os EUA. Eu mesmo, como engenheiro, gostaria muito de trabalhar em pesquisa de fontes e materiais renováveis.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6917996799159797113-197552950831497108?l=fernandopasq.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fernandopasq.blogspot.com/feeds/197552950831497108/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6917996799159797113&amp;postID=197552950831497108' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6917996799159797113/posts/default/197552950831497108'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6917996799159797113/posts/default/197552950831497108'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fernandopasq.blogspot.com/2011/05/o-homem-nao-destroi-o-planeta.html' title='O homem não destrói o planeta!'/><author><name>Fernando Pasquini</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10251767167271298140</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_cc7nKb92UKs/TG9APKe7ADI/AAAAAAAAAek/s9mJzIK-j7U/S220/profile.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-zGWqJkNP4iU/TcIZ-s49Y0I/AAAAAAAAAqA/pT2Vc52rj2Q/s72-c/54654forest.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6917996799159797113.post-8869595883813449480</id><published>2011-05-03T21:44:00.003-03:00</published><updated>2011-05-03T21:49:05.339-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>OK, o blog está parado há um bom tempo, mas quem costuma frequentá-lo sabe o motivo, porque sempre é o mesmo - provas, trabalhos, estudos. Mas não deixo de entrar nos blogs que sigo e ler muita coisa boa que encontro por aí. Por isso, para não deixar o blog parado de vez, vou transcrever aqui um texto do Guilherme de Carvalho falando sobre música cristã. Tem tudo a ver comigo, pois além de ser músico, quero trabalhar na igreja com música. Também tem tudo a ver com quem gosta de música e não se sente entediado quando se depara com o louvor em algumas igrejas.&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://guilhermedecarvalho.blogspot.com/2007/02/deixa-ir-os-meus-musicos.html"&gt;http://guilhermedecarvalho.blogspot.com/2007/02/deixa-ir-os-meus-musicos.html&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(34, 34, 34); font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 16px; "&gt;&lt;h3 class="post-title entry-title" style="margin-top: 0.75em; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; position: relative; font: normal normal normal 22px/normal Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; "&gt;“Deixa ir os meus Músicos!”&lt;/h3&gt;&lt;div class="post-header" style="line-height: 1.6; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 1.5em; margin-left: 0px; font-size: 11px; "&gt;&lt;div class="post-header-line-1"&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="post-body entry-content" id="post-body-2142298424191094863" style="width: 640px; font-size: 13px; line-height: 1.4; position: relative; "&gt;&lt;h3 class="post-title" style="margin-top: 0.75em; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; position: relative; font: normal normal normal 22px/normal Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/h3&gt;&lt;div class="post-body" style="width: 640px; font-size: 15px; line-height: 1.4; position: relative; "&gt;&lt;div&gt;Uma das maiores necessidades da igreja brasileira hoje é a de &lt;em&gt;música cristã profana&lt;/em&gt;. Precisamos de música cristã que &lt;em&gt;não fale de Deus&lt;/em&gt;. Não que falar de Deus não seja importante; mas às vezes tenho a impressão de que falamos demais de Deus, quase a ponto de tomar seu nome em vão. Falamos tanto porque estamos preocupados com a sua ausência; será que falamos &lt;em&gt;para ocultar a sua ausência&lt;/em&gt;?&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Falar de Deus é essencial: “como crerão, se não ouvirem?”. Tão importante quanto falar sobre Deus, no entanto, é falar &lt;em&gt;a partir de Deus&lt;/em&gt;; e quando falamos a partir de Deus, não precisamos, necessariamente, usar o nome de Deus – o livro de Ester conta uma belíssima história sem usar o nome de Deus nem uma única vez, e essa história se tornou parte do cânon judaico-cristão, como narrativa divinamente inspirada.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A questão, pois, é se temos a graça de contar a história do modo correto, de narrar a vida sob a luz do evangelho. Precisamos de música que não fale de Deus, mas que fale a respeito da vida, das flores, do amor, da política, e das crianças, sob a luz do evangelho; precisamos de música que fale sobre o mundo, mas &lt;em&gt;a partir de Deus&lt;/em&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Além disso, precisamos de música, simplesmente. Música que signifique Deus por sua beleza, e que mostre a sua glória sem palavras. A música pode ser narrativa, mas não precisa ser – a música não precisa de justificativas além da sua própria existência porque, afinal, Deus não precisa dar explicações sobre a razão de sua criação. Quem pode pôr em dúvida &lt;em&gt;a beleza da música&lt;/em&gt;? Quem pode pôr em dúvida &lt;em&gt;o amor do homem pela beleza da música&lt;/em&gt;? E quem pode pôr em dúvida &lt;em&gt;a origem divina de toda boa dádiva&lt;/em&gt;, e de todo dom perfeito?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Quem és tu, ó pastor evangélico, para discutires com Deus?&lt;/em&gt; Pode a coisa feita desafiar seu Criador, perguntando-lhe: “Por que me fizeste assim?” Ou terás a ousadia de reprovar o inventor da beleza, por ter criado homens que amam a música pela música, mesmo quando não tem uma razão bíblica para desfrutá-la? Acusarás a Deus de ser o tentador do homem? Atribuirás a Satanás a arte de Mozart, de Wagner ou de Villa-Lobos? Consumados estes absurdos, que mais restará senão reprovar também a beleza das flores e o canto do sabiá? Por causa de Israel o nome de Deus foi blasfemado entre os gentios; mas &lt;em&gt;por causa de ti a música cristã afunda nas trevas da feiúra estética&lt;/em&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Não me esqueço do dia em que um diácono da minha igreja – um homem grande, sério, que detestava livros mais do que qualquer coisa na vida – me chamou para uma conversa séria, “de homem pra homem”. Este diácono – não sei se no corpo ou fora do corpo, Deus o sabe – me aconselhou a desistir de ser músico profissional. “Porque” – dizia ele – “este meio artístico é muito sujo... Tem muita p., e um crente verdadeiro não se mete com p. Quando tem muita p. num lugar a gente tem que sair”. E, de fato, eu saí rapidamente de perto dele. Acho que em poucas ocasiões eu ouvi tantas vezes a palavra "p...".&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Os músicos cristãos precisam de libertação – não da música “do mundo”, mas da música “da igreja”. Precisam ser libertados do jugo dos pastores e dos crentes legalistas, que exigem qualidade nas noites de domingo, mas que proíbem estes músicos de se profissionalizarem, e fecham o mundo da música a uma ação cristã redentiva.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6917996799159797113-8869595883813449480?l=fernandopasq.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fernandopasq.blogspot.com/feeds/8869595883813449480/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6917996799159797113&amp;postID=8869595883813449480' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6917996799159797113/posts/default/8869595883813449480'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6917996799159797113/posts/default/8869595883813449480'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fernandopasq.blogspot.com/2011/05/ok-o-blog-esta-parado-ha-um-bom-tempo.html' title=''/><author><name>Fernando Pasquini</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10251767167271298140</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_cc7nKb92UKs/TG9APKe7ADI/AAAAAAAAAek/s9mJzIK-j7U/S220/profile.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6917996799159797113.post-4963328237041179726</id><published>2011-04-09T23:31:00.005-03:00</published><updated>2011-04-09T23:38:41.119-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Será que essa tragédia no Rio é uma boa oportunidade para se indignar com esse conceito imbecil do pós-modernismo de culpar a sociedade por ter corrompido e criado o monstro do rapaz que fez essa brutalidade? Será que ninguém mais questiona esse tal "mito do bom selvagem", como Jesus fazia aberta e claramente?&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, Verdana, sans-serif; font-weight: 300; line-height: 20px; "&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;i&gt;Nada há, fora do homem, que, entrando nele, o possa contaminar; mas &lt;b&gt;o que sai dele isso é que contamina o homem&lt;/b&gt;. (...) E ele disse-lhes: Assim também vós estais sem entendimento? Não compreendeis que tudo o que de fora entra no homem não o pode contaminar, porque não entra no seu coração, mas no ventre, e é lançado fora, ficando puras todas as comidas? E dizia: O que sai do homem isso contamina o homem. Porque&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt; do interior do coração dos homens saem os maus pensamentos, os adultérios, as prostituições, os homicídios, os furtos, a avareza, as maldades, o engano, a dissolução, a inveja, a blasfêmia, a soberba, a loucura. Todos estes males procedem de dentro e contaminam o homem.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;(Marcos 7:15-23)&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, Verdana, sans-serif; font-weight: 300; line-height: 20px; "&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Será que até agora eu não vou ver alguém culpar o pecado e a Queda do homem como causa disso tudo, ao invés de só ficar culpando pais, governo, sociedade, bullying?&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6917996799159797113-4963328237041179726?l=fernandopasq.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fernandopasq.blogspot.com/feeds/4963328237041179726/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6917996799159797113&amp;postID=4963328237041179726' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6917996799159797113/posts/default/4963328237041179726'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6917996799159797113/posts/default/4963328237041179726'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fernandopasq.blogspot.com/2011/04/sera-que-essa-tragedia-no-rio-e-uma-boa.html' title=''/><author><name>Fernando Pasquini</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10251767167271298140</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_cc7nKb92UKs/TG9APKe7ADI/AAAAAAAAAek/s9mJzIK-j7U/S220/profile.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6917996799159797113.post-7769313630134914968</id><published>2011-04-05T23:50:00.009-03:00</published><updated>2011-04-06T15:10:10.443-03:00</updated><title type='text'>Poética Neopentecostal</title><content type='html'>Esse é o vocabulário do evangeliquês simplista e bisonho. Decore essas palavras e use em público sempre que você quiser dizer que é (ou pelo menos parecer) crente. Pura teologia e arte, rapaz!&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;i&gt;Amém? Amém irmão? Amém?&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;i&gt;Agora eu queria convidar você a decretar,&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;i&gt;decrete sim, o seu amor sem fim, porque&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;i&gt;Deus é amor, Deus é amor, a chuva&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;i&gt;Amém? Amém?&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;i&gt;Você é livre, irmão, chove!&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;i&gt;Amém? Amém?&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;i&gt;(guitarrista aparecendo, pula na frente com um solinho fenomenal e tosco)&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;i&gt;Abrace seu irmão aí do lado,&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;i&gt;Eu queria convidar você a dizer amém,&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;i&gt;Amém?&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;i&gt;Veja o poder do Senhor aí&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;i&gt;(solinho tosco de teclado das Casas Bahia*)&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;i&gt;Olha a chuva, amém?&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;i&gt;Chuva, chove chuva&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;i&gt;Jesuuuuussss, ôôhhhh&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;i&gt;Vamos pedir a bênção&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;i&gt;Eu queria convidar você&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;i&gt;Amém?&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;i&gt;(solinho tosco de guitarra)&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;i&gt;O amor pode tudo&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;i&gt;Fuja do pecado, amém?&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;i&gt;O pecado é escuro&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;i&gt;Deixa a chuva cair&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;i&gt;Amém? Amém irmão?&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;i&gt;Esquece tudo aí do seu lado&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;i&gt;Você é livre, chovendo&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;i&gt;(ooohhh, uôooouuuu)&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;i&gt;Deus é amor, o poder&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;i&gt;Chuva de poder&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;i&gt;Podeeeerrr&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;i&gt;Amém?&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;*Aquele teclado, provavelmente do Gugu, que acende as teclas onde precisa apertar e toca Ballade pour Adeline de musiquinha demo, hehehehe&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;OK, alguém pode ter achado isso uma enorme brincadeira de mal gosto. Mas não deixo de fazer o alerta - muitos cultos hoje só se limitam a isso. "Ah, meu, não exagera". Mas cadê a Bíblia? Cadê o zelo pelo conhecimento e deleite da Palavra de Deus?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Seja lá a reação que você teve com meu "poema", recomendo alguns textos sobre isso. Os posts do Wilson Porte Jr., sobre &lt;a href="http://blogfiel.com.br/2011/03/chega-de-irmaos-eu-quero-amigos.html"&gt;amizade cristã&lt;/a&gt;, e do Renato Vargens, sobre &lt;a href="http://renatovargens.blogspot.com/2011/03/pastores-performaticos.html"&gt;pastores performáticos&lt;/a&gt;, me fazem pensar nesse evangeliquês vazio que anda pelas igrejas. Acredito que se os cristãos usassem as palavras &lt;i&gt;graça&lt;/i&gt;, &lt;i&gt;Bíblia &lt;/i&gt;e &lt;i&gt;glorificar &lt;/i&gt;da mesma maneira com que usam &lt;i&gt;irmão&lt;/i&gt;, &lt;i&gt;poder &lt;/i&gt;e &lt;i&gt;amém&lt;/i&gt;, já estaria muito bom. Não sou contra o "vocabulário cristão" - que tem, sim, palavras bem diferentes e específicas - só sou contra o vocabulário cristão fútil, vazio, sem significado, usado só para distinguir quem é irmão e quem não é.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Também vale a leitura do relato do Rev. Augustus Nicodemus em sua &lt;a href="http://tempora-mores.blogspot.com/2011/04/um-culto-em-mars-hill-church.html"&gt;visita à Mars Hill Church&lt;/a&gt;, igreja pastoreada pelo Mark Driscoll. Um exemplo de igreja bastante contextualizada, mas que de forma alguma abandonou o evangelho autêntico de Cristo e se meteu em modinhas bobas, sem conteúdo e qualidade para atrair pessoas.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6917996799159797113-7769313630134914968?l=fernandopasq.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fernandopasq.blogspot.com/feeds/7769313630134914968/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6917996799159797113&amp;postID=7769313630134914968' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6917996799159797113/posts/default/7769313630134914968'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6917996799159797113/posts/default/7769313630134914968'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fernandopasq.blogspot.com/2011/04/poetica-neopentecostal.html' title='Poética Neopentecostal'/><author><name>Fernando Pasquini</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10251767167271298140</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_cc7nKb92UKs/TG9APKe7ADI/AAAAAAAAAek/s9mJzIK-j7U/S220/profile.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6917996799159797113.post-7881045275307590697</id><published>2011-03-28T08:35:00.005-03:00</published><updated>2011-03-28T08:40:28.700-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Se você reconhece que tudo vem de Deus e é para Ele, todas as coisas, da natureza e da vida, se tornam mais interessantes. E quanto mais você se interessa por essas coisas, mais está preparado para seguir em qualquer caminho no qual Ele te enviar.&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Não tenho medo (procuro não ter) de que, por algum motivo, minha graduação falhe ou eu não siga uma carreira de engenheiro. Não tenho medo (procuro não ter) de perder minha habilidade com o piano e com música por algum motivo. Não tenho medo (procuro não ter) nem de ficar burro! Estou vivo, e isso me faz pensar que tenho propósito, e esse propósito com certeza é muito legal e interessante! E se não estiver vivo, ainda assim tenho propósito, aliás, o melhor dos propósitos. É isso o que a Bíblia ensina...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;(Escrever textos mais devocionais também fazem bem.... hehehe)&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6917996799159797113-7881045275307590697?l=fernandopasq.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fernandopasq.blogspot.com/feeds/7881045275307590697/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6917996799159797113&amp;postID=7881045275307590697' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6917996799159797113/posts/default/7881045275307590697'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6917996799159797113/posts/default/7881045275307590697'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fernandopasq.blogspot.com/2011/03/se-voce-reconhece-que-tudo-vem-de-deus.html' title=''/><author><name>Fernando Pasquini</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10251767167271298140</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_cc7nKb92UKs/TG9APKe7ADI/AAAAAAAAAek/s9mJzIK-j7U/S220/profile.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6917996799159797113.post-1831355325604380885</id><published>2011-03-23T09:50:00.002-03:00</published><updated>2011-03-23T09:54:44.846-03:00</updated><title type='text'>Os modernos tradicionais</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;i&gt;Este post apresenta duas reflexões, mas as duas não tem relação alguma (pelo menos não diretamente) ao tema do novo calvinismo, que tem sido amplamente discutido nos blogs que sigo.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;Não enxergo as diferentes denominações cristãs evangélicas como sendo "divisões internas" do cristianismo. O que define uma Igreja é a habitação do Espírito Santo, e não um padrão de ortodoxia instituído por pessoas. É uma pena quando vejo pessoas que enxergam e fazem com que as denominações realmente sejam divisões, divisões tão acentuadas que chegam a causar brigas, mau testemunho, e até divisões entre famílias. E é pior ainda quando vejo que o fator "tradição" é um gatilho para isso.&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Sim, é verdade: tradição é um dos principais gatilhos da divisão entre cristãos. Não deveria ser, já que ela é muito importante - é a atitude de ceder a voz ao passado e ouvi-lo. Mas, infelizmente, falta a alguns perceberem que o passado não é sempre a voz que tem razão. Não percebem que, no passado, a ideia "tradicional" nunca foi tradicional, e já passou por muita controvérsia. Os "hinos tradicionais" que temos na Igreja hoje, por exemplo, nunca foram tradicionais na época em que começaram, e com certeza havia muita controvérsia com relação a eles. Vamos dizer que eles são corretos só porque são tradicionais?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;(Sim, eu acredito que a história "filtra" as coisas boas, deixando o irrelevante e passageiro para trás. Mas deixar o irrelevante para trás não significa que tudo o que venha seja bom. A história filtra coisas que podem ser &lt;i&gt;muito boas&lt;/i&gt; ou &lt;i&gt;muito ruins&lt;/i&gt;.)&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Tudo isto me faz pensar que esse modo de usar a tradição, como a única voz correta, causa divisões exatamente porque a própria tradição é dividida. A tradição não é definida e clara como nos parece, e é essa falta de critério que ocasiona a divisão.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Indo para a segunda reflexão, preciso me explicar dizendo que não me refiro à tradição apenas como sendo essas "coisas de velho" como hinos ou liturgia. Conheço muita gente que se diz aberta às coisas modernas, mas que é extremamente tradicional. Conheço jovens apegados a uma tradição que posso chamar de pessoal, fazendo uma valorização excessiva da própria história de vida. Valorizam demais a própria denominação, a igreja em que foi criado, a igreja com a qual ele possui uma história sentimental importante, a religião dos pais e avós, as pessoas que lhe fizeram bem e o ajudaram em partes de sua vida; tudo isso pode acabar tendo um valor excessivo, desnecessário, na vida de uma pessoa. E como consequência, hoje vejo muitos cristãos não cedendo a várias coisas por causa de tradição, sejam essas coisas supérfluas ou importantes, como família ou amigos. Provocar inimizades ou mesmo separar-se de membros da família por causa de tradição é algo muito triste. Como cristãos, devemos ter compromisso unicamente com a Verdade, e a Verdade é essa: que devemos cumprir os papéis que nos são dados como cristãos, que incluem amar ao próximo e vivermos em família.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Verdade ou tradição? Verdade! Mesmo que ela inclua renúncias, como discordar de alguns pontos doutrinários de uma igreja; mas que possa visar o bem da comunhão em Deus com os irmãos e família. Isso vale muito mais. Denominações são denominações, com algumas formas diferentes de encarar a verdade e se reunirem como igreja, mas nunca são divisões, desde que creiam firmemente no evangelho de Cristo e na ação do Espírito criando a Igreja universal, invisível, dos santos redimidos.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6917996799159797113-1831355325604380885?l=fernandopasq.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fernandopasq.blogspot.com/feeds/1831355325604380885/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6917996799159797113&amp;postID=1831355325604380885' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6917996799159797113/posts/default/1831355325604380885'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6917996799159797113/posts/default/1831355325604380885'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fernandopasq.blogspot.com/2011/03/os-modernos-tradicionais.html' title='Os modernos tradicionais'/><author><name>Fernando Pasquini</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10251767167271298140</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_cc7nKb92UKs/TG9APKe7ADI/AAAAAAAAAek/s9mJzIK-j7U/S220/profile.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6917996799159797113.post-6375444762748467038</id><published>2011-03-11T15:30:00.007-03:00</published><updated>2011-03-11T15:51:34.204-03:00</updated><title type='text'>Voltemos aos Hinos</title><content type='html'>Há pouco tempo conheci a expressão Novo Calvinismo, que tem sido utilizada para se referir a esta nova onda de cristãos calvinistas que está surgindo. Todos estão comprometidos com uma volta às Escrituras, aos princípios da reforma e ao tema de missões (o que Mark Driscoll intitula &lt;i&gt;reformissão&lt;/i&gt;). Entre os representantes deste movimento, estão, nos EUA, podemos citar John Piper, Paul Washer e Mark Driscoll; no Brasil, o movimento está mais nos blogs e sites como Voltemos ao Evangelho e iPródigo, e blogueiros como o Helder Nozima e o Guilherme de Carvalho (para um post detalhado sobre isso, entre &lt;a href="http://5calvinistas.blogspot.com/2011/03/novo-calvinismo-uma-onda-que-ainda-nao.html"&gt;aqui&lt;/a&gt;). Muito esforço e empenho tem sido visto nestes grandes servos de Deus, que buscam um novo avivamento neste nosso cristianismo contemporâneo.&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;E eu, é claro, gostaria muito de ajudar nisso também! No entanto, eu não me vejo como um grande estudioso e escritor de textos e livros sobre teologia. Não me vejo pregando e me dedicando integralmente na obra. Se há algum trabalho na igreja pelo qual pretendo me esforçar ao máximo, seria insistir e trabalhar continuamente na renovação e reintrodução dos hinos na Igreja. Com certeza eu morreria bem feliz um dia se visse que cooperei de alguma forma para isto. Gostaria de trabalhar até o fim pela volta dos hinos e salmos não só nos cultos, mas também na própria cultura cristã. Poderiam me perguntar: "espera aí, mas por acaso eles não existem mais?" Sim, eles ainda existem, mas em alguns momentos eu acredito que não vá demorar muito para que eles sumam.&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O motivo eu já expliquei num breve comentário de um projeto que comecei há duas semanas. Ele está no meu recente &lt;a href="https://sites.google.com/site/fernandopasq/"&gt;site pessoal&lt;/a&gt;, um site que criei por alguns motivos mais profissionais. O projeto é um software de hinário para Android, o sistema operacional de dispositivos móveis. Mais informações estão na &lt;a href="https://sites.google.com/site/fernandopasq/projetos/hinario-cristao-android-app"&gt;página do projeto&lt;/a&gt;. Vamos ao comentário:&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;"Muito da tradição hinológica cristã hoje está sendo rejeitada e desprezada sem qualquer conhecimento. Muitas igrejas têm abandonado o estudo de música e teologia, e trocam grandes obras de louvor por música ruim e letra ruim. E em muitas das igrejas que os hinos ainda permanecem, eles são tocados de maneira enfadonha e triste, como apenas ritualismo ou um pequeno favor dos jovens aos idosos."&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Verdana, sans-serif; font-size: 13px; "&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;É uma situação triste. Como é triste o fato de que as igrejas ultimamente têm sido vista mais como centros de cultura e música popular mesquinhas e clichês, do que como grandes centros de produção intelectual e artística. E não acho que a essência da igreja esteja aí, mas acredito que cristãos comprometidos e piedosos deveriam sempre tentar aprimorar o modo com que louvam a Deus, desenvolvendo uma sensibilidade maior à arte, principalmente à arte sacra. Reflita: quanto era trabalhoso, no passado, para que um cristão como J. S. Bach compusesse uma cantata ou oratório, com vários instrumentos e vozes, vários minutos de duração e com letras extremamente bíblicas; e quão fácil é hoje montar uma "equipe de louvor", comprar um CD da Som Livre e arranhar uns acordes com umas frases que só usam o verbo "amar". Dizem que os "tradicionais" são acomodados, mas eu nunca vi acomodação como essa - a acomodação cultural.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;Mas a ideia não consiste só em admirar os hinos só pela tradição e historicidade. Sim, isso é uma questão muito importante, mesmo porque isto está sendo desprezado neste "neo-anabatismo" atual que acha que só a igreja de hoje está certa. Mas o valor dos hinos não se limita só a isso. Os hinos têm qualidade - qualidade musical e de letra. Os hinos são diversos e originais, e tocam o coração daqueles que resolvem parar um pouco o barulho da vida para ouvi-los com atenção. Eu concordo que às vezes alguém pode não gostar, mas a própria experiência me diz que é preciso aprender a ouvir e admirar os hinos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;Se você que está lendo não gosta de hinos, fica a dica, então. Faça um esforço. Posso contar que antigamente eu não gostava muito de alguns hinos cristãos do século XX, geralmente em ritmo de marchas, ou com modulações de harmonia cromáticas, ou com aquelas partituras amarelas, desbotadas, cheias de acentos circunflexos nas letras. Fiz um esforço, sim, para gostar destes hinos. Pesquisei a história deles, a história do crescimento do cristianismo do Brasil e o impacto que estes hinos tiveram aqui. Vi a história das orquestras e dos cristãos antigos no Brasil. E como estes hinos são preciosos para mim, hoje! Não me arrependo nem um pouco deste esforço, pois hoje me emociono sempre quando ouço um hino como "Jesus no Céu Me Encontrará", "Jesus Me Achou", &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=yzzqhaLl_8w"&gt;"In The Garden"&lt;/a&gt; ou &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=wpfsZZ9X5n8"&gt;"I Love to Tell The Story"&lt;/a&gt; (citei os dois últimos porque achei vídeos do Alan Jackson no Youtube, quanto aos primeiros, é impossível achar na internet...).&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Tendo falado tudo isto, não preciso dizer que já sei do meu trabalho na igreja: aulas de música, aulas de história (da música e da Igreja), incentivo constante à apreciação de boa música, incentivo ao estudo da Bíblia e da teologia (diga-se de passagem, um músico cristão deve ser um teólogo, segundo a Bíblia). Se um dia estiver procurando uma igreja, minha preferência não seria ir a uma com um grande coral e orquestra, o que de fato é muito bonito; mas prefiro participar de uma igreja carente de hinos e músicos, e que, é claro, não me veja como um chato que fica insistindo em hinos...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Como um músico, também vejo como meu papel sempre tentar adaptar os hinos de uma maneira criativa. É claro que não pretendo jogar fora a harmonia coral e os vários arranjos para orquestra; isso sempre deve ser preservado e é muito bonito. Mas para esse pessoal "mais novo" em música, que parece que tem medo de violino, violoncelo, flauta, trompete, etc, eu acho muito interessante adaptar os hinos para estilos diferentes, sejam eles mais populares ou não. Exemplos estão nos vários álbuns de hinos que alguns cristãos lançam atualmente, que variam de estilos desde o rock até música celta, country e indie folk. Nunca viu? Pois bem, a intenção do post na verdade era essa. Vou divulgar logo abaixo os excelentes CDs de hinos que já ouvi e que são muito bons. Quem sabe essa "molecada" não se anima ouvindo coisas assim? (Falou o velho, né!)&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Alan Jackson - Precious Memories - Country&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Amy Grant - Hymns and Faith - Country Pop&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Ascend the Hill - Take the World, But Give me Jesus - Rock Alternativo&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Chris Rice - Peace Like a River / The Living Room Sessions - Acústico / Piano&lt;/li&gt;&lt;li&gt;David Arkenstone - Be Thou My Vision - Música Celta&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Eden's Bridge - Celtic Reflections on Hymns / Celtic Worship 1 e 2 / New Celtic Worship - Música Celta&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Fernando Ortega - Hymns &amp;amp; Meditations / Hymns of Worship / The Shadow of Your Wings /Night of Your Return - Piano / Acústico&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Jars of Clay - Redemption Songs - Rock Alternativo&lt;/li&gt;&lt;li&gt;João Alexandre - Oração da Noite / Hinos Instrumental - Acústico / MPB&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Lucas Souza - Doxologia - Rock Pop&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Page CXVI - Hymns I, II, III e IV - Rock (prévias na barra lateral do site)&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Rick Wakeman - Amazing Grace - Piano&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Sufjan Stevens - EPs de Natal - Indie Folk&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Songs That Changed the Church (compilação) - Rock - (Doxologia, por David Crowder Band - &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=8xRWWG2Wuds"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=8xRWWG2Wuds&lt;/a&gt;)&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;div&gt;Algumas músicas podem ser ouvidas diretamente de um post do site Voltemos ao Evangelho: &lt;a href="http://voltemosaoevangelho.com/blog/2009/03/hinos-antigos-para-ouvidos-modernos/"&gt;http://voltemosaoevangelho.com/blog/2009/03/hinos-antigos-para-ouvidos-modernos/&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Quem tem mais sugestões? Enviem nos comentários!&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6917996799159797113-6375444762748467038?l=fernandopasq.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fernandopasq.blogspot.com/feeds/6375444762748467038/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6917996799159797113&amp;postID=6375444762748467038' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6917996799159797113/posts/default/6375444762748467038'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6917996799159797113/posts/default/6375444762748467038'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fernandopasq.blogspot.com/2011/03/voltemos-aos-hinos.html' title='Voltemos aos Hinos'/><author><name>Fernando Pasquini</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10251767167271298140</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_cc7nKb92UKs/TG9APKe7ADI/AAAAAAAAAek/s9mJzIK-j7U/S220/profile.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6917996799159797113.post-1239023302700955773</id><published>2011-03-03T23:30:00.003-03:00</published><updated>2011-03-03T23:39:29.888-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;i&gt;"Em verdade, em verdade vos digo: Se o grão de trigo caindo na terra não morrer, fica ele só; mas se morrer, dá muito fruto.Quem ama a sua vida, perdê-la-á; e quem neste mundo odeia a sua vida, guardá-la-á para a vida eterna." (João 12:24,25)&lt;/i&gt;&lt;div&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: normal; "&gt;&lt;i&gt;"Ninguém efetivamente escolhe o caminho da morte; mas entram por ele os que não querem escolher. Morrem por não quererem morrer; perdem a vida porque a querem guardar." (Gustavo Corção)&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;div&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: normal; "&gt;A cada dia fico mais impressionado com este paradoxo lançado por Jesus no evangelho de João. Ele parece ser tão ilógico, na nossa humanidade, mas ao mesmo tempo é tão real! Me faz pensar e concluir: o desapego extremo à vida é a chave para o próprio sucesso dela. "Ser roubado amanhã? OK! Perder tudo amanhã? OK! Morrer amanhã? Beleza"! Realmente não é fácil pensar assim, mas é assim que vamos deixando que Deus guie o trajeto da nossa existência e cumpra seu propósito perfeito em nós!&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6917996799159797113-1239023302700955773?l=fernandopasq.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fernandopasq.blogspot.com/feeds/1239023302700955773/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6917996799159797113&amp;postID=1239023302700955773' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6917996799159797113/posts/default/1239023302700955773'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6917996799159797113/posts/default/1239023302700955773'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fernandopasq.blogspot.com/2011/03/em-verdade-em-verdade-vos-digo-se-o.html' title=''/><author><name>Fernando Pasquini</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10251767167271298140</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_cc7nKb92UKs/TG9APKe7ADI/AAAAAAAAAek/s9mJzIK-j7U/S220/profile.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6917996799159797113.post-6037322333753163043</id><published>2011-02-25T00:22:00.008-03:00</published><updated>2011-03-04T09:27:06.809-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Modernidade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Computação'/><title type='text'>O Videogame!</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/-EhjBFFJpVks/TWcglk5Be8I/AAAAAAAAAoU/u_Y7HHVki8g/s1600/games_ruined_my_life.jpg"&gt;&lt;/a&gt;Uma discussão atual e pertinente à sociedade, sobre a qual eu ouço quase nada nos em todos os meios que participo, é com relação ao videogame. Sinto uma enorme necessidade de levantar este assunto aqui ou mesmo no círculo dos meus contatos por vários motivos. Em primeiro, porque videogames já não são mais tão insignificantes como eram há um tempo atrás, e o seu mercado já ocupa a posição de um dos maiores do mundo, ao lado do cinema e petróleo. Segundo, eles já são parte da nossa cultura, e acho que dificilmente alguém nunca ouviu com nomes como Nintendo, Playstation ou mesmo placas gráficas GeForce da NVIDIA. Terceiro, já existe legislação e muita controvérsia acerca de legalização videogames em vários países pelo mundo, e seria bom que todos tivéssemos uma posição sólida sobre o assunto.&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;De esporte a teatro&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Não gostaria de fazer um histórico detalhado sobre o entretenimento eletrônico antes de começar. Mas é sempre interessante pesquisarmos e observar a evolução do modo de se jogar videogame, desde o seu início até hoje. Sabe-se que o primeiro jogo eletrônico inventado utilizava apenas um tubo de raios catódicos e consistia em uma atividade que tentava imitar um jogo de tênis (pesquise sobre o Tennis for Two, de William Higinbotham, em 1958). Estávamos ainda sem violência para que alguém visse quaisquer problemas... e foi em 1961, que um grupo de estudantes do MIT (hoje chamados de precursores dos geeks), criou o jogo SpaceWar!, que simulava uma batalha espacial inspirada em ficção científica. Surge a violência nos jogos? Talvez, mas não acredito que o jogo causou muita polêmica por conta de ainda não possuir um enredo bem definido, ou mesmo pelo fato de que a falta de detalhes e recursos gráficos não proporcionavam uma sensação de que se estava sendo simulada uma guerra sangrenta e impiedosa. Afinal, bem que poderíamos estar controlando uma nave humana lutando contra alienígenas malvados que queriam nos matar!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-z7PPzpZ4axE/TWcfYr4O1FI/AAAAAAAAAn8/dvsEDeyHtXo/s1600/donkey-kong.jpg"&gt;&lt;img src="http://2.bp.blogspot.com/-z7PPzpZ4axE/TWcfYr4O1FI/AAAAAAAAAn8/dvsEDeyHtXo/s320/donkey-kong.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5577461172477547602" style="float: left; margin-top: 0px; margin-right: 10px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; cursor: pointer; width: 280px; height: 320px; " /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div&gt;Já na década de 80, a empresa japonesa Nintendo entra em cena, com seu designer Shigeru Miyamoto, e lança clássicos de arcade como Donkey Kong (1981) e Super Mario Bros (1985). A grande inovação com estes jogos, e principalmente com Super Mario Bros., é que o jogador agora passa a fazer papel de um enredo próprio do jogo. O videogame definitivamente deixa de ser uma atividade "esportiva" e passa a ter um aspecto mais teatral, com enredo e atores. A grande questão, porém, é que o jogador ainda não é um ator em plena liberdade, e suas atitudes não interferem na maneira que a história do jogo prossegue (uma vez que o computador/aparelho não é capaz de processar todas as escolhas e opções do jogador). O jogador pode transferir suas decisões para o jogo, onde, por exemplo, ele resolve andar ou pular, mas não pode decidir se vai salvar a princesa de um monstro ou fazer uma aliança com os vilões e destruir a Terra...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O videogame, portanto, cresceu e é até hoje desta maneira que acabei de citar - enredos, grandes ou pequenos, que utilizam a interatividade do jogador para que a história prossiga, mas esta interatividade é sempre limitada para que o jogo não fuja do enredo principal. É certo que existem jogos que oferecem uma interatividade bastante acima do esperado, como por exemplo em RPGs da empresa BioWare, onde o jogador pode escolher até o modo como fala com as pessoas, se quer ajudá-las ou, enfim, ir para o "lado negro ou lado branco" da Força. No entanto, ainda assim não é uma interatividade perfeita, e muitas vezes, em jogos assim, acontece de eu ver meu personagem fazendo algo que eu não queria que ele fizesse.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;Eu sou responsável pelo que faço?&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Para citar mais um jogo, nos últimos dias estive jogando o atual sucesso da Ubisoft, Assassin's Creed 2. O jogador incorpora um assassino pertencente a uma ordem secreta que tem como objetivo guerrear com a ordem dos Cavaleiros Templários e eliminar todos eles, devido a alguns segredos que eles possuem e lhes dão poder político (a propósito, é a posse da maçã proibida do Jardim do Éden e um conhecimento de seres alienígenas/angelicais cultuados no passado como os deuses gregos). O jogo se passa na Itália Renascentista, é extremamente sanguinolento e muitas das palavras de Ezio Auditore, personagem principal, são bem "anti-cristãs". Trata-se de um sujeito devasso, que vive no meio de padres apóstatas, prostitutas e ladrões, e que se relaciona com bastantes personalidades históricas reais, como a amizade com Leonardo da Vinci e Lorenzo de Médici, e o assassinato do papa Rodrigo Borgia e mesmo o nosso pré-reformador italiano, Girolamo Savonarola. É um jogo riquíssimo em conhecimento da História, apesar de deturpá-la em alguns pontos.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(0, 0, 238); -webkit-text-decorations-in-effect: underline; "&gt;&lt;img src="http://3.bp.blogspot.com/-cRnLG0cRL_g/TWcfndyQVhI/AAAAAAAAAoE/ptvTN1pM5VA/s320/assassins_creed_2_lucha1_nosologeeks.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5577461426392421906" style="float: right; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 10px; cursor: pointer; width: 320px; height: 209px; " /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div&gt;É coerente jogar algo assim sob a "égide da integridade cristã" de uma pessoa? Será que eu matei milhões de pessoas a sangue frio? Será que eu matei Savonarola? (Tudo bem, ele era teocrata e apanhou muito do povo por causa disso, mas ainda assim era um grande pregador e um cristão piedoso!). Esta é uma questão que muitos levantam hoje, inclusive cristãos.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Sinceramente, para mim um jogo não é nada diferente de um teatro! Eu não sei de onde surge a idéia de que o que elas fazem em um jogo as tornam responsáveis por algo. Um jogo é pura ficção. A morte de uma pessoa em um jogo não passa de uma linha de código do tipo "Person = dead;". E mesmo que a sua intenção seja matar Savonarola e mais um monte de gente, você está apenas encenando um personagem. Um ator de teatro, quando encena, não se torna o personagem, e sim, faz um retrato dele com suas ações. Se alguém tem problemas com jogos assim, também deveria ter problemas com o teatro!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Citei o jogo Assassin's Creed acima exatamente por isso - ele é um excelente jogo no sentido que ensina muito sobre história e inclusive com as atitudes de Ezio Auditore. Não só ensina, como entretém, é claro. Ele tem o mesmo efeito de assistir a uma peça de teatro, assistir um filme ou ler um romance.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;"Matei por causa do videogame", e aí?&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Dada a explicação acima, podemos analisar muito do que é dito com relação à proibição de jogos violentos e o vício crescente dos jovens. Muitos proíbem e acham que a proibição é feita porque jogos violentos são jogados por pessoas violentas - o que é uma enorme mentira. Não há nada de errado com o videogame. O problema está em algumas pessoas, que esquecem o que é videogame e passam a utilizá-lo de outras formas.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(0, 0, 238); -webkit-text-decorations-in-effect: underline; "&gt;&lt;img src="http://1.bp.blogspot.com/-EhjBFFJpVks/TWcglk5Be8I/AAAAAAAAAoU/u_Y7HHVki8g/s200/games_ruined_my_life.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5577462493451746242" style="float: left; margin-top: 0px; margin-right: 10px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; cursor: pointer; width: 200px; height: 174px; " /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div&gt;Por exemplo, destaco o efeito que o videogame faz com pessoas que têm dificuldade de separar a realidade da imaginação. Alguns malucos matam e fazem altas loucuras baseadas no videogame, não porque o videogame é um mal em si, mas porque estas, por algum distúrbio mental, acabam não diferenciando mais quem é Ezio Auditore, por exemplo, e quem elas mesmas são. Sim, eu concordo que as suas atitudes acabam sendo culpa do videogame, que estimulou o comportamento violento, mas a responsabilidade por isso é totalmente deles, que esqueceram o que é videogame. É até de se imaginar, também, que o excesso de videogame e pouca vida "real" pode acentuar este distúrbio.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mais: o videogame produz uma sensação de realidade muito maior que qualquer livro, música ou encenação de teatro. A computação gráfica, o som e inclusive os controles sensíveis como o Nintendo Wii e o XBOX Kinect tentam tornar as ações do videogame cada dia mais realistas (e divertidas!). É muito mais fácil confundir a realidade, e mais comumente, "viciar" no mundo virtual trocando-o pelo real. É o segundo problema, sobre o qual comentarei agora.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O que mais cresce no nosso mundo é o vício por entretenimento. É a doença que venho diagnosticando dia a dia nos meus textos, com base em história, filosofia e tecnologia. Funciona assim: o homem nunca esteve satisfeito com a realidade do mundo em que vive, pois foi criado para muito mais do que isso. O problema é que ele sempre tem procurado formas de contornar o problema, e assim, no caso do videogame hoje, prefere se mergulhar em mundos virtuais onde pode fazer tudo o que quiser. Já conheci pessoas que jogam com a intenção de se imaginar fazendo algo que elas podem ou não teriam coragem de fazer na vida real.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Videogame não é escapismo, assim como um ator de teatro não encena com a intenção de ser alguém que ele não é. Ele sabe que nunca vai conseguir fazer isso, e mesmo se tentar, vai se frustrar mais do que já está. Da mesma forma, só nos frustramos mais procurando uma realidade maior e superior à nossa mergulhando em mundos que nós mesmos criamos, mundos da nossa própria cabeça. É preciso abrir os olhos para o que é maior que nós mesmos - Deus e a eternidade! E, com isso, colocar o videogame no lugar certo!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;O futuro do videogame&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Durante o texto, prefiri definir o videogame hoje como um tipo de arte que consiste em teatro com alta interatividade da platéia. Mas estou ciente de que o videogame pode mudar! Novas aplicações de computação surgem a cada dia e é nosso papel julgar cada uma com bastante atenção. E se, no futuro, a humanidade descobrir no videogame algum sentido diferentes do esporte ou da encenação? Estejamos preparados!&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6917996799159797113-6037322333753163043?l=fernandopasq.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fernandopasq.blogspot.com/feeds/6037322333753163043/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6917996799159797113&amp;postID=6037322333753163043' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6917996799159797113/posts/default/6037322333753163043'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6917996799159797113/posts/default/6037322333753163043'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fernandopasq.blogspot.com/2011/02/o-videogame.html' title='O Videogame!'/><author><name>Fernando Pasquini</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10251767167271298140</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_cc7nKb92UKs/TG9APKe7ADI/AAAAAAAAAek/s9mJzIK-j7U/S220/profile.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-z7PPzpZ4axE/TWcfYr4O1FI/AAAAAAAAAn8/dvsEDeyHtXo/s72-c/donkey-kong.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6917996799159797113.post-4221888809565644396</id><published>2011-02-18T09:51:00.004-02:00</published><updated>2011-02-18T10:00:57.193-02:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>"&lt;i&gt;Deixe quem quiser proclamar o contrário. Deixem o Papa, ou um bispo, ou um padre dizer: 'Eu perdôo teus pecados; eu te absolvo das tuas penalidades. Eu te liberto do sofrimento do inferno'. Tudo isso é inútil. Não te traz benefício algum. Só Deus, eu repito, só Deus, pode perdoar pecados por meio de Cristo. Ele perdoa aqueles que verdadeiramente se arrependem."&lt;/i&gt; - Jan Hus (1372-1415), morto pela Igreja Romana durante o Concílio de Constança. Hus foi até o concílio na tentativa de convencer a Igreja de seus erros, mas nem sequer foi ouvido. Tinha uma promessa de não ser morto por parte do imperador, mas foi traído - os bispos e o papa convenceram o Imperador de que ele não era obrigado a manter sua palavra. Morreu queimado numa estaca cantando "Cristo, Filho do Deus vivo, tem misericórdia de mim".&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;É uma das estrelas da manhã da Reforma e uma grande prova de que Lutero não foi um revolucionário, um homem isolado com convicções próprias e sem fundamento. Argumentos&lt;i&gt; ad hominem&lt;/i&gt; não têm força alguma frente à pura doutrina de Cristo resgatada por estes grandes heróis da fé.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;i&gt;"Observe como Hus agarrou-se firmemente em seus escritos e palavras às doutrinas de Cristo. Com que coragem ele lutou contra as agonias da morte. Com que paciência e humildade ele sofreu toda a indignidade. E com que grandeza de alma ele confrontou uma morte cruel em defesa da verdade, enquanto fazendo todas estas coisas sozinho diante de uma assembléia imponente dos grandes da Terra como um cordeiro no meio de leões e lovos. Se um homem assim pode ser considerado um herege, nenhuma pessoa debaixo do sol pode ser vista como um verdadeiro cristão." (Martinho Lutero)&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6917996799159797113-4221888809565644396?l=fernandopasq.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fernandopasq.blogspot.com/feeds/4221888809565644396/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6917996799159797113&amp;postID=4221888809565644396' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6917996799159797113/posts/default/4221888809565644396'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6917996799159797113/posts/default/4221888809565644396'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fernandopasq.blogspot.com/2011/02/deixe-quem-quiser-proclamar-o-contrario.html' title=''/><author><name>Fernando Pasquini</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10251767167271298140</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_cc7nKb92UKs/TG9APKe7ADI/AAAAAAAAAek/s9mJzIK-j7U/S220/profile.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6917996799159797113.post-3962416755413918499</id><published>2011-02-15T08:04:00.001-02:00</published><updated>2011-02-15T08:04:33.742-02:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal"&gt;É triste o fato de que muitas vezes aqueles que ensinam a moral e bons costumes para a própria honra do homem o fazem com maior dedicação e ousadia do que aqueles que os ensinam para a honra de Deus.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6917996799159797113-3962416755413918499?l=fernandopasq.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fernandopasq.blogspot.com/feeds/3962416755413918499/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6917996799159797113&amp;postID=3962416755413918499' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6917996799159797113/posts/default/3962416755413918499'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6917996799159797113/posts/default/3962416755413918499'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fernandopasq.blogspot.com/2011/02/e-triste-o-fato-de-que-muitas-vezes.html' title=''/><author><name>Fernando Pasquini</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10251767167271298140</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_cc7nKb92UKs/TG9APKe7ADI/AAAAAAAAAek/s9mJzIK-j7U/S220/profile.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6917996799159797113.post-1793512482689687628</id><published>2011-02-12T11:58:00.001-02:00</published><updated>2011-02-12T12:00:22.104-02:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Sobre as livrarias franqueadas "seculares" por aí: se a intenção é ser laica, sem religião, isso não funciona, porque além de ter livros sobre espiritismo e modas religiosas, possui livros contra a religião (mesmo se só tivesse estes, não seria laica). Do resto, bons livros cristãos nunca estão lá, exceto quando o dono não sabe sobre o que o livro fala (comprei "Ortodoxia" de Chesterton numa dessas livrarias). Fica a pergunta: seria porque eles não dariam retorno financeiro, ou porque classificaria a livraria com o "péssimo" atributo de evangélica?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6917996799159797113-1793512482689687628?l=fernandopasq.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fernandopasq.blogspot.com/feeds/1793512482689687628/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6917996799159797113&amp;postID=1793512482689687628' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6917996799159797113/posts/default/1793512482689687628'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6917996799159797113/posts/default/1793512482689687628'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fernandopasq.blogspot.com/2011/02/sobre-as-livrarias-franqueadas.html' title=''/><author><name>Fernando Pasquini</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10251767167271298140</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_cc7nKb92UKs/TG9APKe7ADI/AAAAAAAAAek/s9mJzIK-j7U/S220/profile.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6917996799159797113.post-8030402421602047178</id><published>2011-02-06T15:46:00.001-02:00</published><updated>2011-02-06T15:46:20.720-02:00</updated><title type='text'>Bíblia ou Romanismo</title><content type='html'>Esta é uma pequena compilação, que fiz há algum tempo, das contradições impressionantes entre a Igreja Católica Romana e a Bíblia. Muitos já sabem, outros não; mas é sempre impressionante olhar e perceber o quanto o romanismo é anti-bíblico!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;"As imagens de Cristo e da Virgem Mãe de Deus, e de outros santos, devem estar e ser mantidas, especialmente nas igrejas, e a devida honra e veneração lhes serão dadas". - Concílio de Trento&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Não farás para ti imagem de escultura, nem semelhança alguma do que há em cima nos céus, nem embaixo na terra, nem nas águas debaixo da terra. Não as adorarás, nem lhes darás culto; porque eu sou o SENHOR, teu Deus (...)" - Êxodo 20:4,5&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Aconteceu que, indo Pedro a entrar, lhe saiu Cornélio ao encontro e, prostrando-se-lhe aos pés, o adorou. Mas Pedro o levantou, dizendo: Ergue-te, que eu também sou homem." - Atos 10:25,26&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Todos os artífices de imagens de escultura são nada, e as suas coisas preferidas são de nenhum préstimo; eles mesmos são testemunhas de que elas nada vêem, nem entendem, para que eles sejam confundidos." - Isaías 44:9&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;"Ela é a verdadeira medianeira da paz entre os pecadores e Deus. Pecadores recebem o perdão por Maria somente. Maria é nossa vida." - The Glories of Mary, Bispo Alphonse de Ligouri&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Porquanto há um só Deus e um só Mediador entre Deus e os homens, Cristo Jesus, homem, o qual a si mesmo se deu em resgate por todos: testemunho que se deve prestar em tempos oportunos." - 1 Timóteo 2:5,6&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;"... as imagens de Cristo e da &lt;span&gt;Virgem Mãe de Deus&lt;/span&gt;.." - Concílio de Trento&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Disse-lhes Jesus: Em verdade, em verdade vos digo que antes que Abraão existisse, Eu Sou." - João 8:58&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Pedro, considerado como o primeiro papa da igreja católica romana...&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"E Jesus, entrando em casa de Pedro, viu a &lt;span style="font-style: italic; "&gt;sogra&lt;/span&gt; deste acamada, e com febre." - Mateus 8:14&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Não temos nós direito de levar conosco uma esposa crente, como também os demais apóstolos, e os irmãos do Senhor, e Cefas?" - 1 Coríntios 9:5&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Refiro-me ao fato de cada um de vós dizer: Eu sou de Paulo, e eu, de Apolo, e eu, de Cefas, e eu, de Cristo. Acaso, Cristo está dividido? Foi Paulo crucificado em favor de vós ou fostes, porventura, batizados em nome de Paulo?" - 1 Coríntios 1:13,14&lt;br /&gt;OBS: Para os que não sabem, Pedro também é referido como Cefas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"E, chegando Pedro à Antioquia, lhe resisti na cara, porque era repreensível". - Gálatas 2:11&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fato que nem mesmo precisa da Bíblia: Papa Honório I, em 680, declarado como herético. Papa Virgílio condenou certos livros, mas depois de um tempo, "descondenou-os". Papa Xisto V e Papa Clemente III discordaram sobre a autenticidade de um texto bíblico. Papas Virgílio, Inocente III, Clemente IV, Gregório XI, Adriano IV e Paulo IV disseram que não são infalíveis. Ou seja, eles são infalíveis; e como o são, não são.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Porquanto há um só Deus e um só Mediador entre Deus e os homens, Cristo Jesus, homem, o qual a si mesmo se deu em resgate por todos: testemunho que se deve prestar em tempos oportunos." - 1 Timóteo 2:5,6&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;"A confissão de nossos pecados deve ser feita a um sacerdote autorizado para o propósito de obter perdão." - Catecismo de Baltimore (Igreja Romana)&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Arrepende-te, pois, dessa tua iniqüidade, e ora a Deus, para que porventura te seja perdoado o pensamento do teu coração." - Atos 8:22&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"O publicano, porém, estando em pé, de longe, nem ainda queria levantar os olhos ao céu, mas batia no peito, dizendo: O Deus, tem misericórdia de mim, pecador!" - Lucas 18:13&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pequena observação: seria bom também falar sobre purgatório; mas nem a palavra e nem o conceito sequer aparecem na Bíblia. Não há texto para constrastar...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;"Segundo o dogma católico, Jesus Cristo se acha presente sob as aparências do pão e do vinho, com seu corpo, sangue, alma e divindade, isto é o que geralmente se entende por transubstanciação."&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro fato: Nem todos os representantes da Igreja Católica concordaram com a transubstanciação, entre eles podemos citar o papa Gelásio I e Gelásio II, São Clemente, e Santo Agostinho. Como podem ser santos se sequer concordam sobre o que é o sacramento?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"este, no entanto, porque continua para sempre, tem o seu sacerdócio imutável." - Hebreus 7:24&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"que não tem necessidade, como os sumos sacerdotes, de oferecer todos os dias sacrifícios, primeiro, por seus próprios pecados, depois, pelos do povo; porque fez isto uma vez por todas, quando a si mesmo se ofereceu." - Hebreus 7:27&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;"Movido pelo Espírito Santo, nós podemos obter mérito para nós mesmos e para outros de todas as graças necessárias para alcançar a vida eterna..." - Catecismo da Igreja Católica, artigo 2027&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Porque nós, pelo Espírito, aguardamos a esperança da justiça que provém da fé. Porque, em Cristo Jesus, nem a circuncisão, nem a incircuncisão têm valor algum, mas a fé que atua pelo amor." - Gálatas 5:5,6&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: 'Times New Roman', serif; "&gt;&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, Verdana, sans-serif; font-weight: 300; line-height: 20px; "&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;"Porque pela graça sois salvos, mediante a fé; e isto não vem de vós; é dom de Deus; não de obras, para que ninguém se glorie." - Efésios 2:8,9&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6917996799159797113-8030402421602047178?l=fernandopasq.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fernandopasq.blogspot.com/feeds/8030402421602047178/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6917996799159797113&amp;postID=8030402421602047178' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6917996799159797113/posts/default/8030402421602047178'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6917996799159797113/posts/default/8030402421602047178'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fernandopasq.blogspot.com/2011/02/biblia-ou-romanismo.html' title='Bíblia ou Romanismo'/><author><name>Fernando Pasquini</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10251767167271298140</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_cc7nKb92UKs/TG9APKe7ADI/AAAAAAAAAek/s9mJzIK-j7U/S220/profile.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6917996799159797113.post-5397654013131229705</id><published>2011-02-05T09:22:00.002-02:00</published><updated>2011-02-05T09:25:38.267-02:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;i&gt;"Avalio os ministros como que por uma medida de superfície. Não tenho ideia do tamanho de uma mesa se me disseres apenas o seu &lt;/i&gt;comprimento&lt;i&gt;; mas, se também me disseres a sua &lt;/i&gt;largura&lt;i&gt;, saberei quais são as suas dimensões. Por conseguinte, quando me falares acerca do que certo homem é no púlpito, deves também dizer-me como se comporta fora dele; caso contrário não terei idéia da sua verdadeira dimensão"&lt;/i&gt;. (John Newton)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6917996799159797113-5397654013131229705?l=fernandopasq.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fernandopasq.blogspot.com/feeds/5397654013131229705/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6917996799159797113&amp;postID=5397654013131229705' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6917996799159797113/posts/default/5397654013131229705'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6917996799159797113/posts/default/5397654013131229705'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fernandopasq.blogspot.com/2011/02/avalio-os-ministros-como-que-por-uma.html' title=''/><author><name>Fernando Pasquini</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10251767167271298140</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_cc7nKb92UKs/TG9APKe7ADI/AAAAAAAAAek/s9mJzIK-j7U/S220/profile.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6917996799159797113.post-8158285677554243832</id><published>2011-01-31T16:14:00.009-02:00</published><updated>2011-02-01T14:38:21.439-02:00</updated><title type='text'>Cover de Escritório</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: left;"&gt;Após um bom tempo ensaiando, gravando e suportando o calor insuportável de São Carlos dentro do meu escritório, terminei, nestas férias, de gravar algumas músicas que gosto em um tipo de EP, ou mini-álbum, por ocasião do aniversário de um ano de namoro com a Jemima (diga-se de passagem, o presente foi atrasado, mas veio). Tudo bem, isto não tem muito a ver com o que eu escrevo aqui; mas pensando bem, é aqui que eu costumo escrever o que passa na minha mente. Logo, ao invés de escrever, eu resolvi tocar o que passa na minha cabeça, e isto não foge muito ao propósito do blog. Não são composições minhas, mas já abrem o território para esta atitude que eu pretendo ter algum dia...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Queria usar o blog, então, para divulgar essas gravações, que bem, são "meia-bocas", cheias de erros, desafinações e volumes desregulados. O que valeu foi a intenção, não só a intenção de dar um presente diferente, mas também de fazer gravações caseiras com algumas das músicas que gosto. Aliás, o propósito do EP é tentar juntar todos os meus gostos e influências musicais antes que eu possa compor minhas próprias músicas. Tudo foi tocado por mim, sem ajuda alguma (embora eu queria muito ter uma bandinha para ajudar! =/). Ele se chama "Cover de Escritório" pois obviamente foi gravado no escritório da minha casa com um simples microfone e um cabo MIDI USB ligado ao meu piano elétrico. Também utilizei o software Acoustica Mixcraft 5 para editar as trilhas e adicionar efeitos. As músicas estão hospedadas no site PureVolume.com: &lt;a href="http://www.purevolume.com/FernandoPasquini/albums/Cover+de+Escrit%C3%B3rio"&gt;http://www.purevolume.com/FernandoPasquini/albums/Cover+de+Escrit%C3%B3rio&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;img src="http://3.bp.blogspot.com/_cc7nKb92UKs/TUb_NnjMjVI/AAAAAAAAAnE/cazqstOOq8o/s320/cover.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5568418598710185298" style="display: block; margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 10px; margin-left: auto; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 320px; color: rgb(0, 0, 238); -webkit-text-decorations-in-effect: underline; " /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;01. Silent Lucidity - Queensrÿche&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Já escrevi um &lt;a href="http://fernandopasq.blogspot.com/2009/03/silent-lucidity.html"&gt;post&lt;/a&gt; sobre esta música há um bom tempo atrás. Ela ainda continua sendo uma das minhas preferidas, e não podia deixar de colocá-la no EP. Troquei os solos de guitarra e violão por uma boa dose de piano, junto com alguns sons de cordas e uma percussãozinha ao fundo. Piano é meu instrumento "titular", e obviamente é sobre ele que os arranjos vão girar.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;02. Reign of Love and All His Friends - Coldplay&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Este é um misto de duas músicas do CD mais recente do Coldplay, "Viva la Vida or Death and All His Friends". As duas músicas se chamam "Reign of Love" e "Death and All His Friends", o que justifica o título que dei para o arranjo. A primeira é quase um hino, arranjado em piano, que me deixou emocionado desde a primeira vez que ouvi. É a minha "declaração de amor" ao estilo do hino cristão, que infelizmente e por falta de tempo, não consegui colocar nenhum exemplar no EP (embora quase tenha colocado o hino "&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=PPBvAUZTc7o"&gt;When The Roll is Called Up Yonder"&lt;/a&gt;, num arranjo bem interessante =]). A outra música, "Death and All His Friends", é a obra-prima do CD, sendo que este só não recebeu o mesmo nome dela devido à maior popularidade da música Viva La Vida, que para mim é a mais fraca de todas. Ela tem uma harmonia que, desde quando a ouvi, tive a impressão que já havia ouvido. Numa sensação inexplicável e inconsciente, esta música me faz lembrar da minha infância, da casa dos meus avós e de uma TV antiga ligada passando uma fita cassete de desenho infantil. Também me faz lembrar de um chão de madeira, um piano de armário desafinado, bolo de maçã e chuva... Agora vocês podem entender o arranjo.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;03. Appassionata - L. van Beethoven&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Músicos eruditos, me desculpem! Estou muito longe de ser um pianista clássico decente e ainda brinquei com o grande Beethoven tocando apenas alguns trechinhos de suas sonatas para piano. É uma mistura do primeiro e terceiro movimentos da sonata no. 23 em fá menor, opus 57, mais conhecida por "Appassionata" - a música que apresentei em minha formatura do conservatório, há uns três anos atrás. Três anos sem treiná-la e ainda um curso de engenharia me fez perder quase toda a minha habilidade, mas ainda fui capaz de relembrá-la e ainda acrescentar o terceiro movimento de outra sonata, no. 17, "A Tempestade", como um bônus. São lembranças da época em que eu estudava música para valer, e refletem toda a minha influência e admiração pela música erudita e este grande músico de "altos e baixos" chamado Beethoven.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Um comentário: na tentativa de certo purismo, também acabei gravando esta música diretamente do microfone, sem cabo MIDI-USB, o que justifica os ruídos da cadeira giratória e das páginas virando.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;04. Soon the Light - Yes&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Yes é uma banda de rock progressivo sobre a qual é difícil expressar uma opinião, já que ela muda demais no decorrer do tempo. A banda já se aventurou por muitos estilos de música e letra, já se envolvendo até com filosofias hinduístas e conseqüente saída do genial tecladista Rick Wakeman, um cristão. Mais para frente, a banda foi perdendo a criatividade e lançava álbums com muito pouca criatividade. Ou seja, eu concluo que quando suas músicas são boas, elas são muito boas; e quando as músicas são ruins, elas são muito ruins. Esta que acabei gravando é apenas um trecho de uma música de aproximadamente 30 minutos chamada "The Gates of Delirium", uma obra prima em questão de rock progressivo.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;No meio do arranjo, também &lt;i&gt;tentei&lt;/i&gt; tocar, com alguma dificuldade, minha tin whistle, uma flauta tradicional da Irlanda. O motivo disso é que também tentei incluir no arranjo a minha influência enorme por Iona, uma banda européia que mistura música cristã com música celta e rock progressivo. Quem conhece irá perceber uma semelhança enorme.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Algo que me chama bastante atenção também é o lindo atonalismo no final da música, dando um efeito meio parecido com "ficção científica". Sim, também revela minha admiração por este estilo, e inclusive me faz lembrar do meu romance preferido, escrito por C. S. Lewis, chamado "Para Além do Planeta Silencioso".&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;05. Blessed - Ben Folds&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Ben Folds é um roqueiro pianista que, algumas vezes, faz coisas incríveis. Seu CD chamado "Rockin' The Suburbs" é um daqueles que ouço do início ao fim sem colocar muitos defeitos. Não digo que não tenha defeitos - o cara é ateu e muitas músicas tem letras péssimas. Mas apesar disso, outras letras são lindas, incluindo uma que ele fez para seu filhinho de quatro anos, e esta outra que resolvi "adaptar". Se ele souber disso, pode acabar comigo, mas a música original tem o nome "The Luckiest", onde ele diz que é sortudo por ter sua esposa / namorada ao lado. E como eu não acredito em sorte, acabei trocando a palavra por "Blessed", dizendo que sou abençoado. E no arranjo, incluí sons de órgão de tubos e um violoncelo "artificial", já que uma vez tentei mas até hoje não consigo tocar este instrumento...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Só comentando: queria também uma forma de mostrar minha influência pelo indie / folk rock, como Sufjan Stevens, Andrew Bird, Fleet Foxes e Bon Iver. Acabei não colocando nada...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;06. Come By The Hills of Pontchartrain - Tradicional&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Nesta música resolvi largar o piano e relembrar do instrumento que já tive aulas por três anos - o violão. E embora a moda seja tocar violão com cordas de aço, optei pelo violão com cordas de náilon, que acredito ser bem mais suave e expressivo para músicas tradicionais como esta. Também voltei a insistir com a tin whistle, em que também fui um desastre, devido à minha falta de fôlego. E por fim, completei com um instrumento que comprei recentemente e estudei bastante nas férias, por conta própria - o banjo. Certa vez, no Google Buzz, comentei sobre a dificuldade de se aprender um instrumento como esse depois de aprender violão; mas até que consegui me virar bem, com o único problema de que ele acabou ficando mais alto que todos os outros instrumentos (esqueci de consertar isso!).&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O arranjo consta com duas melodias tradicionais da Irlanda, e expressam minha admiração profunda, e muito profunda, pela música celta. As músicas se chamam "Come By The Hills" e "The Lakes of Pontchartrain", sendo que canto a letra apenas da primeira, uma letra traduzida do gaélico para o inglês (em gaélico seria no mínimo tenso!). E apesar de ser música celta, incluí o banjo, tentando mostrar minha influência do bluegrass e country americano. Afinal, a música tradicional americana não passa de uma mistura muito bem feita do tradicional inglês/irlandês com música indígena apalache e o gospel dos negros do sul.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;07. Jesu Meine Freude - J. S. Bach&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Enfim, não poderia deixar de citar o grande Johann Sebastian Bach, o maior músico que já passou pela Terra. Trata-se de um coral alemão, um estilo iniciado por Lutero e que Bach reviveu na sua época com incríveis arranjos de polifonia coral. Resolvi cantar as quatro vozes e colocá-las sobrepostas, o que foi bem difícil e ainda ficou cheio de erros e desafinações. Mas talvez o mais difícil foi aprender a cantar em alemão, a língua que pretendo aprender algum dia além do inglês, e que também a Jemima se especializou ao se formar em Letras. Está, nesta música, minha admiração pela Alemanha e pela música barroca. Também não poderia deixar o EP sem qualquer menção ao meu cristianismo, já que não consegui nem mesmo incluir um arranjo de hino. Não consegui, mas compensei com um exemplar da música sacra de Bach, que é quase um combustível de inspiração a todo o meu louvor e prazer no Deus Criador, Salvador e Consolador. Para citar mais um detalhe, foi ouvindo este coral alemão que decidi, certo dia, o que queria - uma vida de serviço e louvor, ao lado da Jemima, com toda a alegria e perto das coisas bonitas que nós dois gostamos e que estão presentes neste EP. A letra:&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: medium; "&gt;&lt;i&gt;Jesu, meine Freude,&lt;br /&gt;Meines Herzens Weide,&lt;br /&gt;Jesu, meine Zier,&lt;br /&gt;Ach wie lang, ach lange&lt;br /&gt;Ist dem Herzen bange&lt;br /&gt;Und verlangt nach dir!&lt;br /&gt;Gottes Lamm, mein Bräutigam,&lt;br /&gt;Außer dir soll mir auf Erden&lt;br /&gt;Nichts sonst Liebers werden.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: medium; "&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: medium; "&gt;&lt;i&gt;Jesus, minha alegria,&lt;br /&gt;prado do meu coração,&lt;br /&gt;Jesus, meu tesouro,&lt;br /&gt;Ah, quanto tempo, quanto tempo&lt;br /&gt;anseia o coração&lt;br /&gt;e ardentemente te deseja!&lt;br /&gt;Cordeiro de Deus, meu esposo,&lt;br /&gt;nenhum outro sobre a Terra&lt;br /&gt;pode me ser mais caro do que Ti!&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;Soli Deo Gloria!&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6917996799159797113-8158285677554243832?l=fernandopasq.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fernandopasq.blogspot.com/feeds/8158285677554243832/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6917996799159797113&amp;postID=8158285677554243832' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6917996799159797113/posts/default/8158285677554243832'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6917996799159797113/posts/default/8158285677554243832'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fernandopasq.blogspot.com/2011/01/cover-de-escritorio.html' title='Cover de Escritório'/><author><name>Fernando Pasquini</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10251767167271298140</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_cc7nKb92UKs/TG9APKe7ADI/AAAAAAAAAek/s9mJzIK-j7U/S220/profile.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_cc7nKb92UKs/TUb_NnjMjVI/AAAAAAAAAnE/cazqstOOq8o/s72-c/cover.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6917996799159797113.post-2164943950081903800</id><published>2011-01-25T22:43:00.010-02:00</published><updated>2011-01-25T23:38:54.538-02:00</updated><title type='text'>O orgulho de ser humilde e o medo de pessoas santas</title><content type='html'>Em alguns momentos eu fico assustado com o tamanho do ciclo vicioso de orgulho que surge no meio cristão.&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Funciona assim: o sujeito se orgulha por conhecer a Bíblia e ter uma vida de santidade. O outro sujeito observa, diz entender melhor a mensagem de humildade e serviço de Cristo, acredita ser o único capaz de exercer a religião direito, joga o irmão lá embaixo e o chama de hipócrita, tradicional e acomodado. O outro observa este, diz que ele não entende nada de teologia, que é uma criança idealista e impetuosa, um intelectual barato, que quer distorcer o evangelho por excesso de contextualização. Outro chega e mais uma vez chama este outro de arrogante. E assim vai...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Percebem? Este é tão sutil ciclo vicioso do ORGULHO DE SER HUMILDE. É o ciclo vicioso da exaltação humana devido à crença na depravação humana. O ciclo de se achar que tem capacidade de servir a Deus por se crer que não é capaz de nada. O ciclo de se rejeitar o próximo devido à crença de que não se pode rejeitar o próximo. O ciclo em que se peca por se crer que é santo demais!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Enquanto isso, cristãos e não-cristãos ficam assustados ao verem esta batalha épica de "Titãs da Fé", e se sentem cada vez mais desencorajados a conhecerem e anunciarem o evangelho daquele que amou, igualmente, a todos aqueles que o desejam servir de coração sincero. Sim, eu me encaixo entre estes que se assustam, e sinto um desconforto enorme a cada vez que um irmão faz uma cara feia, de reprovação, quando falo ou faço algo que eles não concordam. E fico mais perplexo ainda quando me deparo com cristãos conversando e criticando outros cristãos pelas costas. Coisas assim não deveriam me impedir, mas já me impediram, sim, várias vezes, de me envolver mais com o trabalho cristão, seja onde for (na igreja, na universidade, etc). Sinto um desconforto enorme a cada vez que tenho que orar ou falar em público na frente daqueles que acham que entendem bastante do cristianismo só porque já participaram de milhões de cursos e encontros de evangelismo, teologia, louvor; ou mesmo porque seguem uma vida mais santa do que a minha. Aliás, tenho conhecido bem de perto pessoas que nem sequer se envolvem no trabalho por não se acharem aptas e santas o suficiente para isso. Já ouvi frases como "evangelismo é para quem estuda bastante como aqueles 'fulanos' lá, não para mim".&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Tudo bem, às vezes eu também me encaixo no grupo das pessoas "temidas". Mas que vergonha! É uma vergonha, pois, no momento em que deveríamos estar nos encorajando mutuamente e considerando cada um maior do que a si mesmo, estamos fechando a cara e tratando com uma severidade exagerada aqueles que somente não tiveram a mesma instrução do que a nossa.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;E como isto é ruim para a igreja! Cada vez que conheço alguma pessoa passível de ser "temida" por ser santa e inteligente demais, tenho vontade de cair de joelhos e orar para que esta sua imagem suma por completo. Que esta imagem suma e esta pessoa seja, sim, santa, piedosa e conhecedora da Palavra, mas que não seja críticas e exigente a ponto de terem orgulho de sua santidade e capacidade pessoal. Que ela seja mais humilde ao lidar com os fracos e iniciantes na fé. Que ambos possam ter a liberdade e coragem de abraçarem-se e falarem um para o outro: "Amo você, irmão. Estamos juntos em todas pela graça de Deus. Sou um pecador miserável, ajude-me a levantar quando eu cair."&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;"Opressores": tomem cada vez mais cuidado com o ORGULHO DE SER HUMILDE! Ele tem remédio - confiar e depender de Deus em todas as áreas de nossa vida. Isto é santidade de verdade.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;"Oprimidos": não temam! Confiem na providência do Pai, no perdão do Filho e na iluminação do Espírito e sigam em frente! Estudem, ajam, e se humilhem. Ninguém é nada e não faz nada se não for por Cristo!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;i&gt;Soli Deo Gloria&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6917996799159797113-2164943950081903800?l=fernandopasq.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fernandopasq.blogspot.com/feeds/2164943950081903800/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6917996799159797113&amp;postID=2164943950081903800' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6917996799159797113/posts/default/2164943950081903800'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6917996799159797113/posts/default/2164943950081903800'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fernandopasq.blogspot.com/2011/01/o-orgulho-de-ser-humilde-e-o-medo-de.html' title='O orgulho de ser humilde e o medo de pessoas santas'/><author><name>Fernando Pasquini</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10251767167271298140</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_cc7nKb92UKs/TG9APKe7ADI/AAAAAAAAAek/s9mJzIK-j7U/S220/profile.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6917996799159797113.post-4129114614643652346</id><published>2011-01-20T22:39:00.008-02:00</published><updated>2011-01-20T23:49:55.111-02:00</updated><title type='text'>Insatisfação...</title><content type='html'>&lt;i&gt;&lt;div&gt;&lt;i&gt;&lt;a href="http://www.thewildernessdowntown.com/"&gt;http://www.thewildernessdowntown.com/&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;I used to write,&lt;br /&gt;I used to write letters I used to sign my name&lt;br /&gt;I used to sleep at night&lt;br /&gt;Before the flashing lights settled deep in my brain&lt;/i&gt;&lt;div&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;But by the time we met&lt;br /&gt;By the time we met the times had already changed&lt;br /&gt;So I never wrote a letter&lt;br /&gt;I never took my true heart I never wrote it down&lt;br /&gt;So when the lights cut out&lt;br /&gt;I was left standing in the wilderness downtown&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;Now our lives are changing fast&lt;br /&gt;Now our lives are changing fast&lt;br /&gt;Hope that something pure can last&lt;br /&gt;Hope that something pure can last&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;It seems strange&lt;br /&gt;How we used to wait for letters to arrive&lt;br /&gt;But what's stranger still&lt;br /&gt;Is how something so small can keep you alive&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;We used to wait&lt;br /&gt;We used to waste hours just walking around&lt;br /&gt;We used to wait&lt;br /&gt;All those wasted lives in the wilderness downtown&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;oooo we used to wait&lt;br /&gt;oooo we used to wait&lt;br /&gt;oooo we used to wait&lt;br /&gt;Sometimes it never came&lt;br /&gt;(oooo we used to wait)&lt;br /&gt;Sometimes it never came&lt;br /&gt;(oooo we used to wait)&lt;br /&gt;Still moving through the pain&lt;br /&gt;(oooooo)&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;I'm gonna write a letter to my true love&lt;br /&gt;I'm gonna sign my name&lt;br /&gt;Like a patient on a table&lt;br /&gt;I wanna walk again gonna move through the pain&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;Now our lives are changing fast&lt;br /&gt;Now our lives are changing fast&lt;br /&gt;Hope that something pure can last&lt;br /&gt;Hope that something pure can last&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;oooo we used to wait&lt;br /&gt;oooo we used to wait&lt;br /&gt;oooo we used to wait&lt;br /&gt;Sometimes it never came&lt;br /&gt;(oooo we used to wait)&lt;br /&gt;Sometimes it never came&lt;br /&gt;(oooo we used to wait)&lt;br /&gt;Still moving through the pain&lt;br /&gt;(oooooo)&lt;br /&gt;we used to wait&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;We used to wait for it&lt;br /&gt;We used to wait for it&lt;br /&gt;Now we're screaming sing the chorus again&lt;br /&gt;We used to wait for it&lt;br /&gt;We used to wait for it&lt;br /&gt;Now we're screaming sing the chorus again&lt;br /&gt;I used to wait for it&lt;br /&gt;I used to wait for it&lt;br /&gt;Hear my voice screaming sing the chorus again&lt;br /&gt;Wait for it.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;(We Used to Wait - The Arcade Fire)&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Há um bom tempo entrei no site acima e ouvi esta música, que me deu uma vontade enorme de escrever algo no blog. Ela já é auto-explicativa e basta prestar um pouquinho de atenção para perceber que ela fala sobre computadores e internet. Tem uma visão um tanto ruim da internet nos dias de hoje, que tem retirado a nossa paciência e mesmo o contentamento com a vida. "Nós costumávamos esperar, agora nós estamos berrando..."&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A letra também parece ir por um rumo mais profundo. Muitos dizem que, num futuro próximo, a humanidade ficará "presa" na internet, usando avatares fictícios, ou presa em seus próprios subconscientes e individualidades. Vários filmes atuais retratam e discutem esta questão, como Matrix ou o mais recente A Origem, que mostra pessoas que trocam a vida real para ficar sonhando eternamente. Será que isso pode acontecer um dia? Estamos dependendo somente da graça de Deus...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mas talvez eu possa identificar as causas de um problema assim. Já discuti algo parecido no meu último post, "Música, Tecnologia e Invenções",&lt;span&gt;&lt;span&gt; onde dizia que todo o talento, toda a arte e toda a satisfação da nossa alma na verdade não vem dos nossos desejos realizados, do nosso consciente ou subconsciente. O que acontece é que a nossa natureza decaída e a rejeição de Deus, da sua soberania e da sua criação, nos façam rejeitar e odiar todas as circunstâncias da realidade e crer somente na nossa maneira de ver o mundo. Ou, também, em um mundo que temos um controle quase total, que é o caso da internet. Há uma rejeição do mundo real e apego extremo ao mundo individual.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 18px; "&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;Posso dar milhões de exemplos deste sintoma em todas as esferas da sociedade moderna. Posso começar pelos vícios, que podem ser de drogas e remédios; de entretenimento, internet, redes sociais, videogames; de dinheiro e sexo; de intelectualismo, estudo e trabalho. Continuo citando as filosofias existencialistas, desconstrucionistas e niilistas. E termino lembrando-me das bombas relativista e reducionista, que destroem tudo o que se entende por verdade e realidade.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;Achava difícil, mas hoje vejo que é fácil perceber os efeitos deste tipo de pensamento em nós e no mundo. A insatisfação é o primeiro deles, e é sobre ela que quero escrever mais. Parece que quanto mais entramos em nossos próprios mundos e realidades, mais exigentes nos tornamos com relação às coisas que nos cercam. Comprove! Quantas vezes você teve vontade de xingar alguém no trânsito ou ignorar algum parente chato em momentos em que você tem a mente cheia de desejos e ocupações com assuntos próprios? Isto é exatamente a nossa natureza caída rejeitando tudo aquilo que vem de fora, por acreditar não ser tão bom quanto aquilo que está dentro. E que ilusão! Pois sabemos que, mesmo se tivermos o que se passa nas nossas mentes, nada irá nos satisfazer. A internet é assim, não é?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;A nossa satisfação vem de fora, de um mundo que nos surpreende com a glória de Deus. Ele pode, sim, muitas vezes não parecer satisfatório, mas isto é por causa da nossa natureza caída. A Bíblia é muito clara quando ensina que "todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus". É muito clara quando ensina que mesmo as coisas ruins possuem um propósito maior, que é a glória de Deus. E ela nos dá a solução para a doença do individualismo através de Jesus, que nos deu vida,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt; enquanto andávamos "segundo as inclinações da nossa carne, fazendo a vontade da carne e dos pensamentos; e éramos, por natureza, filhos da ira, como também os demais" (Efésios 2). Ele é a realidade plena e exterior, que veio nos abrir os olhos para um mundo que jamais veríamos se não fosse pela fé. Jesus é a nossa alegria e satisfação.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, Verdana, sans-serif; font-weight: 300; line-height: 20px; "&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;Vou responder à música acima com Bach, que fez uma música que hoje só tem seu valor devido à melodia. A letra também é de muito valor.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;"É Jesus minha alegria&lt;br /&gt;Meu prazer consolo e paz&lt;br /&gt;Ele as dores alivia e minh'alma satisfaz&lt;br /&gt;É Jesus meu sol fulgente&lt;br /&gt;Meu tesouro permanente&lt;br /&gt;Eu por isso seguirei e jamais o deixarei"&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;b&gt;(Coro da Cantata 147)&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;Estou repetindo demais este tema do blog, não é? É de propósito. Não escrevo só para os outros, mas para que eu também me lembre a cada dia.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 18px; "&gt;&lt;h3 class="post-title entry-title" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; position: relative; font: normal normal normal 22px/normal Georgia, Utopia, 'Palatino Linotype', Palatino, serif; color: rgb(213, 41, 50); "&gt;&lt;a href="http://fernandopasq.blogspot.com/2011/01/musica-tecnologia-e-invencoes.html" style="text-decoration: none; color: rgb(213, 41, 50); font: normal normal normal 22px/normal Georgia, Utopia, 'Palatino Linotype', Palatino, serif; "&gt;&lt;/a&gt;&lt;/h3&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6917996799159797113-4129114614643652346?l=fernandopasq.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fernandopasq.blogspot.com/feeds/4129114614643652346/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6917996799159797113&amp;postID=4129114614643652346' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6917996799159797113/posts/default/4129114614643652346'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6917996799159797113/posts/default/4129114614643652346'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fernandopasq.blogspot.com/2011/01/insatisfacao.html' title='Insatisfação...'/><author><name>Fernando Pasquini</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10251767167271298140</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_cc7nKb92UKs/TG9APKe7ADI/AAAAAAAAAek/s9mJzIK-j7U/S220/profile.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6917996799159797113.post-7005042412107755339</id><published>2011-01-14T23:18:00.007-02:00</published><updated>2011-01-14T23:37:03.627-02:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_cc7nKb92UKs/TTD5AWRjp2I/AAAAAAAAAm8/PTPA92sussQ/s1600/plometo.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 224px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_cc7nKb92UKs/TTD5AWRjp2I/AAAAAAAAAm8/PTPA92sussQ/s320/plometo.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5562219324177098594" /&gt;&lt;/a&gt;Tenho percebido que uma expressão que não coincide muito bem com o calvinismo é aquela que diz &lt;b&gt;"eu prometo que vou fazer isto"&lt;/b&gt;. Ela coloca toda a responsabilidade nas nossas mãos e confiança de que iremos cumprir o que falamos. Quem somos nós para dizer isto, sendo que a Bíblia diz que não há nada de bom em nossa humanidade? Quem somos nós para dizer isto, se Deus está no comando de cada momento de nossa vida, inclusive no que pensamos e em como agimos?&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Seria bom que a teologia da graça de Deus e da iluminação do Espírito Santo inundasse cada vez mais as nossas vidas, de forma que possamos evitar de usar esta expressão. Tudo bem, às vezes não falamos com a intenção que destaquei, e já incluimos sem perceber a nossa visão de que não podemos fazer nada de bom pelas nossas próprias forças. Mas para evitar confusões, seria melhor que troquemos expressões assim por algo do tipo:&lt;b&gt; "com a graça de Deus e só pela sua vontade soberana, farei o que estou dizendo"&lt;/b&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6917996799159797113-7005042412107755339?l=fernandopasq.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fernandopasq.blogspot.com/feeds/7005042412107755339/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6917996799159797113&amp;postID=7005042412107755339' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6917996799159797113/posts/default/7005042412107755339'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6917996799159797113/posts/default/7005042412107755339'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fernandopasq.blogspot.com/2011/01/tenho-percebido-que-uma-expressao-que.html' title=''/><author><name>Fernando Pasquini</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10251767167271298140</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_cc7nKb92UKs/TG9APKe7ADI/AAAAAAAAAek/s9mJzIK-j7U/S220/profile.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_cc7nKb92UKs/TTD5AWRjp2I/AAAAAAAAAm8/PTPA92sussQ/s72-c/plometo.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6917996799159797113.post-1141308271777338853</id><published>2011-01-13T23:29:00.005-02:00</published><updated>2011-01-13T23:59:40.586-02:00</updated><title type='text'>Música, Tecnologia e Invenções</title><content type='html'>Este post seria uma continuação do meu comentário sobre o livro "Musical Applications of Microprocessors", de Hal Chamberlin. Ele acabou tomando um rumo que desqualificou o título do post, então resolvi mudar. Mas, ainda assim, começo citando o livro.&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A introdução dele comenta a rejeição de alguns músicos, há alguns anos atrás, à música sintetizada eletronicamente ou mesmo a gravação de músicas em discos de vinil, CDs e mp3. Hoje, tirando algumas pouquíssimas e peculiares exceções, ninguém mais questiona esse fato. Mas é interessante reparar na revolução tecnológica que os gravadores, reprodutores e sintetizadores de som trouxeram à música em geral. Com exceção de alguns músicos que tocam o dia inteiro, podemos dizer que a maior parte de toda a música que ouvimos no dia a dia é feita de gravações.&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;No entanto, como sempre acontece na ciência e na tecnologia, também muito do que é "profetizado" quanto ao futuro não acontece. As pessoas nunca perderam o gosto de tocar um instrumento por conta própria, ou mesmo ver um instrumentista habilidoso tocar na sua frente. E embora tenhamos os DVDs e o Youtube, onde ainda podemos ver pessoas tocando na nossa frente, a música tocada "ao vivo e a cores" parece não desaparecer. Por quê?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Sempre acreditei, e talvez a maioria dos que lêem este texto acreditam que há um aspecto na arte e na própria natureza que não pode ser copiada e traduzida pelo homem. Alguns dirão que é a complexidade; outros, a imprevisibilidade; mas uma análise mais profunda deste fato sempre me faz concluir que o nosso próprio modo de enxergar o mundo e mesmo a nossa própria imaginação não são suficientes para que nos sintamos satisfeitos com a nossa existência. É preciso sempre um ruído exterior, algo que foge às nossas expectativas, para que qualquer um possa contemplar o mundo de uma maneira satisfatória. E digo - as gravações, a música eletrônica e os vídeos da internet, por mais inovadores e bonitos que sejam, nunca irão reproduzir o espetáculo da realidade; sobre a qual o grande e glorioso Deus opera perfeitamente.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;É por isso que me recuso a acreditar em filosofias modernas que negam a realidade como sendo definida e absoluta. Me recuso a acreditar que o mundo é somente produto do subconsciente humano ou que não há certeza absoluta sobre alguma coisa, sendo tudo limitado à interpretação de cada um. Pois se fosse assim, tudo estaria ótimo, e estaríamos confortáveis e satisfeitos conosco. Mas C. S. Lewis, em sua conversão, diz que percebeu que há algo em nós que anseia por muito mais, por algo muito maior do que nós mesmos; e que nem mesmo a própria natureza que nos cerca é capaz de satisfazer. Não é normal que um peixe saiba que está molhado. A própria realidade que vemos já parece apontar para uma realidade superior, de glória, que Deus nos quer revelar.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Um exemplo é a experiência que tive ao assistir uma série de concertos em um festival de música em Poços de Caldas (MG). Fiquei impressionado por vários motivos: ouvir músicas que não estava acostumado a ouvir; observar a dedicação e a interpretação de pessoas simples, que não são super-homens criados pelos "auto-tunes" e plugins VST; observar a arte de se construir um arco de violino artesanalmente, esculpindo a madeira, esticando crinas de cavalo, e fazendo um aparato daquele extrair um som tão alto e limpo de uma corda. E não estou dizendo que não haja beleza por trás de todo software e hardware que lida com a gravação e reprodução de música, mas sei que eles são apenas trechos de realidade capturados por homens limitados.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Há uma frase que escrevi que cabe muito bem agora: "Não creio que o talentoso é aquele que possui uma enorme habilidade no que faz. O talentoso é aquele que consegue explorar a realidade de uma maneira tão bela e inovadora que nos faz ter uma visão ainda maior da glória e majestade do Criador."&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Tenho projetos para estas inovações. Sempre tenho pensado em formas de expressar a realidade através da tecnologia que mais me atrai, a computação. Talvez por isto eu goste de gravar e editar música no computador, e também goste de editores gráficos e de vídeo. Mas ainda pretendo, com a graça de Deus, certo dia ter um daqueles famosos "insights" de engenheiro de computação e trabalhar em um projeto que mostre algum aspecto do mundo que poucos conseguiram captar; e que isto cause a contemplação das pessoas e, acima de tudo, a exaltação de Deus. E não só eu, mas que todos saibamos criar inovar, e que para isso, saibamos observar e contemplar a obra de Deus ao nosso redor!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;(Recomendo também a leitura de um &lt;a href="http://eduardomano.net/escutando-musica/"&gt;excelente post&lt;/a&gt; do Eduardo Mano, um grande instrumento de Deus na área da música. Talvez ele complemente o que eu escrevi, ou talvez não; mas é uma boa leitura).&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6917996799159797113-1141308271777338853?l=fernandopasq.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fernandopasq.blogspot.com/feeds/1141308271777338853/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6917996799159797113&amp;postID=1141308271777338853' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6917996799159797113/posts/default/1141308271777338853'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6917996799159797113/posts/default/1141308271777338853'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fernandopasq.blogspot.com/2011/01/musica-tecnologia-e-invencoes.html' title='Música, Tecnologia e Invenções'/><author><name>Fernando Pasquini</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10251767167271298140</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_cc7nKb92UKs/TG9APKe7ADI/AAAAAAAAAek/s9mJzIK-j7U/S220/profile.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6917996799159797113.post-8254275953435171430</id><published>2011-01-04T18:51:00.024-02:00</published><updated>2011-01-05T23:28:38.810-02:00</updated><title type='text'>Há algum tempo (I) - Tromboll e meus RPGs</title><content type='html'>&lt;i&gt;Antes de tudo, quero alertar: esta série de posts serão escritas por simples saudosismo, se tratando de uma pequena auto-biografia. Sim, é o efeito de estarmos entrando numa nova década e eu no quarto ano de faculdade. Se você, leitor, está aqui para procurar textos instrutivos e teóricos, sem procurar saber nada da vida de outra pessoa, procure outro texto. É bom avisar. =)&lt;/i&gt;&lt;div&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;div&gt;&lt;img src="http://2.bp.blogspot.com/_cc7nKb92UKs/TSUUOF-KpHI/AAAAAAAAAlg/DiSYYl12Tc4/s200/capt01.gif" style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 200px; height: 152px;" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5558871547412391026" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Uma curiosidade sobre a minha vida é que por volta dos meus onze e quinze anos eu costumava &lt;i&gt;criar jogos eletrônicos&lt;/i&gt;. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Sim, eu fazia games, e não é por coincidência que estou hoje cursando Engenharia de Computação. Não sabia programar quase nada, mas utilizava um programa muito interessante chamado RPG Maker - uma engine completíssima e já pré-programada, que exigia apenas conhecimentos básicos de lógica de programação e desenho, para construir jogos do gênero &lt;i&gt;roleplaying game&lt;/i&gt; - RPG. E, é claro, o programa exigia uma criatividade que eu creio ter florescido muito em mim, na época, mostrando toda a minha influência e admiração por bons romances, principalmente de ficção científica e fantasia. Fui muito influenciado por J. R. R. Tolkien, C. S. Lewis (cujos livros iria conhecer somente depois), George Lucas, e mesmo os japoneses que criaram os RPGs eletrônicos como Final Fantasy, Chrono Trigger e Tales of Symphonia.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Alguns podem ter ficado confusos: porque eu estou dizendo que criar jogos despertou minha criatividade e admiração por enredos de fantasia e ficção científica? Na verdade, jogos do gênero&lt;/div&gt;&lt;img src="http://1.bp.blogspot.com/_cc7nKb92UKs/TSUV0Db1u_I/AAAAAAAAAlo/hmu4crgzXK4/s200/capt02.gif" style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 200px; height: 158px;" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5558873299078200306" /&gt;&lt;div&gt; RPG sempre focam mais em enredos do que na ação e mecânica do jogo. Ou seja, em um RPG, o atrativo do jogo não é simplesmente a diversão proporcionada por ação ou controle dos personagens, mas está principalmente no desenvolvimento da história e a exploração de cenários. A mecânica do jogo se resume apenas a instruções e comandos dados aos personagens sobre como agir em determinadas situações ("Apareceu um monstro. O que fazer? Atacar? Fugir? Dormir?").&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;E eu me lembro, com muita saudade, de uma história de fantasia criada por mim nesta época. O jogo chamava-se "Tromboll's Revenge" - A Vingança de Tromboll, um nome que preferi ter colocado em inglês, por ser "mais bonito" (risos). Foi o jogo cujo projeto cheguei mais próximo de terminar (ok, eu nunca cheguei a terminar de construir um jogo), mas que se tornou um jogo enorme, com várias horas de duração. O seu maior fã chegou a ser meu irmão menor, que pedia constantemente para que eu fizesse mais partes e mais enredo, conforme ele avançava na história que ia sendo construída pouco a pouco - os personagens avançavam pelo cenário, entrando em montanhas, bosques, desertos, e cidades, evoluiam suas as habilidades e participavam de conversas e acontecimentos. Tenho dois amigos que até hoje se lembram deste meu jogo e inclusive partilhavam do mesmo hobby que eu, tendo criado jogos que eu também me lembro bem. Um deles está hoje terminando um curso superior de Imagem e Som!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A história consistia em um mago lendário que havia sido aprisionado há muitos anos atrás, Tromboll, que então foi libertado e começou a causar destruição pelo universo, que consistia em três mundos paralelos, cujos nomes já esqueci. Diga-se de passagem, o tempo já me fez esquecer quase todos os nomes de personagens e lugares. No entanto eu me lembro muito bem do personagem principal, Neek, cujo vilarejo foi destruído pelos exércitos do mago. Ele, então, sem ter para onde ir, segue para a cidade mais próxima a fim de reconstruir sua vida. No caminho, conhece Leona, uma nômade orfã que resolve o seguir, e Pierre, um ladrão com sotaque francês que o persegue durante todo o jogo, dificultando a sua vida. Eles chegam ao castelo da cidade próxima e conhecem a princesa Yzian, que os convence de lutar contra Tromboll, e para isto, deveriam obter a ajuda de sete espíritos elementais espalhados ao redor do universo.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O enredo segue, e Yzian se une ao grupo, conseguindo obter a ajuda de Gump, elemental da floresta. Aqui, o jogo já apresenta a opção de chamar o elemental para ajudar na luta contra os inimigos, algo que eu demorei um bom tempo para conseguir programar! Neek se perde em um deserto próximo dali, por uma trapaça de Pierre, e então conhece o cavaleiro-mago Squallor que o ajuda a escapar e se encontrar com o resto do grupo. Squallor acaba revelando que é do outro mundo, paralelo, e que estava ali também procurando a ajuda dos espíritos elementais. Ele se une ao grupo e a história prossegue. Me lembro de muitos e muitos acontecimentos no decorrer do jogo, incluindo o espírito em forma de lobo controlador dos raios, do espírito em forma de troll controlador dos pântanos, da morte de Leona devido a um dos capangas de Tromboll, de cenários incríveis que criei, como um vale de cachoeiras e uma cidade que se assemelhava muito com Minas Tirith, em O Senhor dos Anéis. É saudosismo demais para um post contar toda a história do jogo, por isto vou poupar o leitor.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Infelizmente, e muito infelizmente, eu perdi o projeto do jogo! Com exceção de uma vez em que meu outro irmão resolveu apagar o projeto (super legal, ele), e que consegui recuperá-lo através de um backup; num outro dia o disco rígido do meu computador pifou de vez e nunca mais vi nenhum daqueles meus jogos. E tudo bem, hoje eu compreendo que foi da vontade de Deus que todas estas histórias criadas por um adolescente ficassem somente na minha memória.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Termino deixando uma reflexão - muitos podem estar rindo agora de uma história tão maluca e tola que criei. E eu poderia dar a desculpa de que tinha apenas catorze anos, mas não quero fazer isto. Hoje eu me lembro destas histórias e vejo como eu tinha compromisso com uma boa história de fantasia, sem tentativas de incluir alegorias ou reflexões filosóficas/teológicas. E não que eu acredite que histórias assim sejam ruins, pois o livro "Para Além do Planeta Silencioso", de C. S. Lewis, é o melhor romance que já li. Mas também gosto me deter ao pensamento de Tolkien, que diz que nunca devemos perder o apetite por narrativas puras, principalmente do gênero de fantasia. De qualquer forma, já me imaginei fazendo os dois tipos de narrativa. Talvez um dia eu ainda consiga reviver Neek e Tromboll, tal como o povo Herdain'traw, os desertos metálicos de Austarq e o castelo-dirigível de Peranio (sobre estes, são parte de um livro que tentei escrever, que fica para o próximo post); todos em narrativas para meus filhos ou netos, algo que Tolkien fazia bastante. E é claro, à medida que sinto o toque e o amor de Deus cada dia mais presente em minha vida, que estas obras possam sempre refletir a sua glória infinita!&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6917996799159797113-8254275953435171430?l=fernandopasq.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fernandopasq.blogspot.com/feeds/8254275953435171430/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6917996799159797113&amp;postID=8254275953435171430' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6917996799159797113/posts/default/8254275953435171430'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6917996799159797113/posts/default/8254275953435171430'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fernandopasq.blogspot.com/2011/01/ha-algum-tempo-i-tromboll-e-meus-rpgs.html' title='Há algum tempo (I) - Tromboll e meus RPGs'/><author><name>Fernando Pasquini</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10251767167271298140</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_cc7nKb92UKs/TG9APKe7ADI/AAAAAAAAAek/s9mJzIK-j7U/S220/profile.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_cc7nKb92UKs/TSUUOF-KpHI/AAAAAAAAAlg/DiSYYl12Tc4/s72-c/capt01.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6917996799159797113.post-3456321902495126510</id><published>2011-01-02T18:24:00.011-02:00</published><updated>2011-01-03T22:56:54.799-02:00</updated><title type='text'>Fones de Ouvido</title><content type='html'>Alguém já reparou como a sociedade hoje é reinada pelos fones de ouvido? Vou explicar.&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Muitos hoje preferem sair pelo mundo ouvindo apenas o que gostariam de ouvir. Preferem ouvir somente aquilo que agrada indo a certos lugares, ou extraindo somente as idéias que as agradam (principalmente quanto a religiões).&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Muitos não querem mais saber de nenhum som exterior, sons estranhos para si mesmos ou que exijam mais atenção e raciocínio do que o normal. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Ou talvez que sejam tão simples e sutis que não haja por que prestar atenção.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://1.bp.blogspot.com/_cc7nKb92UKs/TSJv0Z7jljI/AAAAAAAAAlY/MphicDdwpU0/s200/ipod.jpg" style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 200px; height: 150px;" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5558127836233176626" /&gt;&lt;div&gt;Muitos explodem seus ouvidos ao exagerar no volume do som, que como uma droga, nunca é suficiente. Ficam com os ouvidos destruídos e mortos no silêncio.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Muitos querem apenas ouvir música e divertir para sobrepor o silêncio e a seriedade com que deveriam encarar a vida, às vezes.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Muitos hoje resolvem apenas ouvir música ao invés de aprender a tocar um instrumento ou compor. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Resolvem apenas ouvir e nunca agir, nunca fazer algo interessante, nunca ajudar alguém, nunca servir a Deus. Poderia listar milhões de desculpas aqui para isso (que são sempre péssimas), mas não valeria a pena. Todos são devotos aos deuses destes tempos: diversão, descanso, procrastinação, informalidade, subjetividade.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Caro leitor, se você está agora debruçado no computador com fones de ouvido, ouvindo suas músicas preferidas, gostaria de fazer um convite: retire-os por um momento. Pare um pouco de ouvir apenas o que gosta, e ouça as pessoas ao seu redor. Proteja a sua saúde física e mental. Pare de apenas ouvir e aja. Tire os fones de ouvido, desligue o video-game, feche o Twitter, e faça alguma coisa útil, para a glória de Deus! Ou pelo menos pare, veja e se deleite com a maravilhosa Música divina tocando ao seu redor.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6917996799159797113-3456321902495126510?l=fernandopasq.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fernandopasq.blogspot.com/feeds/3456321902495126510/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6917996799159797113&amp;postID=3456321902495126510' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6917996799159797113/posts/default/3456321902495126510'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6917996799159797113/posts/default/3456321902495126510'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fernandopasq.blogspot.com/2011/01/tirem-os-fones-de-ouvido.html' title='Fones de Ouvido'/><author><name>Fernando Pasquini</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10251767167271298140</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_cc7nKb92UKs/TG9APKe7ADI/AAAAAAAAAek/s9mJzIK-j7U/S220/profile.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_cc7nKb92UKs/TSJv0Z7jljI/AAAAAAAAAlY/MphicDdwpU0/s72-c/ipod.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6917996799159797113.post-5479243406379828495</id><published>2010-12-29T23:26:00.014-02:00</published><updated>2011-01-13T22:50:17.426-02:00</updated><title type='text'>O Céu em Roma?</title><content type='html'>Um pouco de estudo de história da igreja (neste excelente &lt;a href="http://www.bomcaminho.com/Historia.asp"&gt;site&lt;/a&gt;) me fez repensar alguns conceitos sobre a Igreja Católica Romana. É muito comum encontrar muitos protestantes por aí dizendo que a origem do problema do Romanismo está no excesso de poder nas mãos humanas, na sua malícia, ou nas próprias investidas do diabo contra a Igreja de Cristo. Eu não duvido que estas possam ser causas do problema. Mas também percebo que a história mostra uma outra causa muito sutil e que é extremamente perigosa nos dias de hoje: o excesso de consenso, união e organização na igreja.&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Não, fiquem calmos. Não estou dizendo que o consenso entre as pessoas é ruim e a organização prejudica a igreja. O consenso é sempre desejável, e queria estar sempre disposto a conversar sobre quaisquer temas com quaisquer pessoas, aprender e me corrigir para poder concordar cada vez mais com as pessoas que me cercam. Não estou dizendo que uma igreja deve ser desorganizada, sem administração e pessoas responsáveis. O que estou querendo dizer é que, &lt;i&gt;dada a natureza decaída do homem e a característica espiritual/sobrenatural do cristianismo, o consenso, a união e a organização perfeitas são impossíveis de serem atingidas. Dado este fator, a única maneira de se visualizar a perfeição seria forçando-a; forçando o consenso, forçando a união, e forçando uma organização perfeita e universal situada em algum lugar do planeta.&lt;/i&gt; E então, começamos a falar da Igreja Romana.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A Igreja Romana surgiu no final de uma época de muita discordância entre teólogos e estudiosos da Bíblia, sem contar o surgimento e o crescimento de várias heresias e da própria perseguição física à Igreja. A necessidade de consenso entre os cristãos e a organização de uma igreja física era bastante desejável e importante para o fortalecimento dos cristãos e das suas bases de fé. De fato, o próprio credo apostólico e cânon bíblico foram definidos logo antes do nascimento da Igreja Romana, por motivos claros de sistematização das crenças do cristão. E isto de fato é importante - os presbiterianos, por exemplo, possuem vários estatutos que regem a igreja e a própria Confissão de Fé de Westminster que funciona como uma sistematização das crenças. São formas de simplificar e estabelecer ordem. Temos uma primeira conclusão: &lt;i&gt;é necessário que o cristianismo seja sistematizado e entendido de tal forma que permita a sua autenticidade, clareza e força.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mas então surge a pergunta: até que ponto isto esta sistematização pode ser feita? Até que ponto podemos tentar "racionalizar" aquilo que cremos e a Igreja invisível fundada por Cristo? É nesta pergunta que surge a falha da Igreja Romana - ela foi longe demais ao tentar racionalizar o cristianismo. Foi longe demais ao tentar estabelecer o consenso e a organização de uma forma que o próprio cristianismo não prevê.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Sim, conforme expliquei no último post, o cristianismo não prevê que haja uma racionalização completa dos seus conceitos. A Igreja de Cristo é espiritual. As nossas crenças e nossa interpretação da Bíblia dependem sempre da ação sobrenatural do Espírito Santo. De forma alguma temos como "colocar o Céu na cabeça", sistematizando o cristianismo e reduzindo-o a simples dogmas, bulas, resoluções; ou mesmo chegando a um acordo total, entre todas as pessoas sobre alguns assuntos da Bíblia. Sim, embora creiamos que a Bíblia é infalível, sabemos que muitas interpretações e diferentes doutrinas surgem da sua leitura, e estas doutrinas são em alguns casos extremamente difíceis de se chegar a um acordo. O próprio Martinho Lutero, certa vez, afirmou que a Igreja de Cristo nunca chegaria a um acordo com relação a alguns temas.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Assim, mais uma vez destaco: a Igreja Romana ignorou estas características do cristianismo, e tentou reduzi-lo; colocando o "Céu na cabeça". Para permitir o seu racionalismo e ignorar todo o mistério e sobrenaturalidade por trás do cristianismo, ela também precisou colocar mais fontes de autoridade além das Escrituras - a tradição e a igreja de Roma. Ela precisou de mais fontes de autoridade para poder impor conceitos controversos entre os estudiosos; e desta maneira, se afastou muito facilmente da Bíblia. Reparem como isto é perigoso - no último texto, falei sobre o racionalismo excessivo sendo realizado apenas por não-cristãos, mas isto também é facilmente feito por cristãos.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;De fato, Francis Schaeffer já destacou muito bem o fato de que o romanismo não é nada mais que uma forma de humanismo disfarçado no cristianismo - o que é paradoxal. Ao mesmo tempo que se deseja afirmar os princípios básicos bíblicos, incluindo a depravação do homem, deve-se entender que uma organização eclesiástica é perfeita e que tudo o que há na Bíblia é completamente inteligível e sistematizável pelo homem. A razão do homem prevalece. E, então, como exaltar e desprezar o homem ao mesmo tempo? Chegamos a uma segunda conclusão: &lt;i&gt;o cristianismo não pode ser racionalizado de forma que elimine a autoridade de Deus, os seus mistérios, as dificuldades doutrinárias, e as características sobrenaturais da comunhão dos santos (Igreja) e da iluminação do Espírito Santo.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Como unir as duas conclusões tiradas no texto? Acredito que o protestantismo reformado encontrou uma solução ideal para isto. Ao mesmo tempo que procuramos ter bases de fé comuns entre todos os cristãos (como, por exemplo, das doutrinas da salvação, criação, trindade, etc) e uma comunhão autêntica através da Igreja Invisível de Cristo, não somos obrigados a chegar a um acordo com relação a temas mais profundos e difíceis, que não interferem tão diretamente na forma de se praticar o cristianismo. Surgem então as "denominações", que diferentemente do que alguns acreditam, nem sempre são "rixas" e competições entre pessoas, mas simplesmente formas de se manter uma "discórdia saudável" entre os irmãos em Cristo e fragmentar a administração das igrejas. São formas de se manter vivo o caráter puramente espiritual da Igreja de Cristo e fortalecê-la na Terra. Formas de se manter vivas a discussão e estudo das doutrinas bíblicas sem tornar o cristianismo por demais indefinido e sem sentido.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Enfim, posso concluir o texto louvando a Deus pela existência destas diferentes denominações cristãs. Louvo a Deus pelo duradouro combate entre calvinistas x arminianos; que tem me feito estudar cada vez mais a Bíblia e compreender cada vez a graça de Deus na vida de seres humanos incapazes de chegar a Ele por conta própria. Louvo a Deus pelas discussões sobre cristianismo e cultura, pelas discussões sobre escatologia, pelas discussões sobre moralismo e política. O quanto isto tem nos feito crescer como Igreja! Mas que Deus nunca nos permita chegar a uma falsa união, uma falsa concordância, ou mesmo a um pluralismo ignorante. Que sempre mantenhamos a autoridade e sobrenaturalidade da sua Palavra!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6917996799159797113-5479243406379828495?l=fernandopasq.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fernandopasq.blogspot.com/feeds/5479243406379828495/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6917996799159797113&amp;postID=5479243406379828495' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6917996799159797113/posts/default/5479243406379828495'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6917996799159797113/posts/default/5479243406379828495'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fernandopasq.blogspot.com/2010/12/o-ceu-em-roma.html' title='O Céu em Roma?'/><author><name>Fernando Pasquini</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10251767167271298140</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_cc7nKb92UKs/TG9APKe7ADI/AAAAAAAAAek/s9mJzIK-j7U/S220/profile.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6917996799159797113.post-3046027064234832467</id><published>2010-12-25T21:05:00.005-02:00</published><updated>2010-12-25T21:59:47.614-02:00</updated><title type='text'>Cabeça no Céu</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_cc7nKb92UKs/TRaFEjtM5vI/AAAAAAAAAlI/g6mxDCT2RUw/s1600/564828702_19f5187ca9.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 133px; height: 200px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_cc7nKb92UKs/TRaFEjtM5vI/AAAAAAAAAlI/g6mxDCT2RUw/s200/564828702_19f5187ca9.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5554773503758886642" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Nos últimos dia li uma compilação de artigos editada por Elmer Dyck e publicada com o nome "The act of Bible reading: a multidisciplinary approach to Biblical Interpretation (no Brasil, "Ouvindo a Deus", Editora Shedd). Além de ser uma ótima leitura, recomendada a todos, é mais um dos livros que de certa forma clareou muitas coisas sobre as quais eu ainda não havia estudado profundamente, como história da interpretação bíblica, hermenêutica, semiótica, desconstrucionismo, pós-modernismo, marxismo e teologia da libertação. É claro que não pretendo comentar sobre assuntos como esse num dia de Natal, mas não deixo de citar que são muito interessantes (apesar de que, para os cristãos, filosofia pós-moderna também é triste e revoltante).&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O que quero destacar é que após estudar o pensamento de filósofos como Derrida, Nietzsche, Foucault e Marx, tenho pensado constantemente sobre o ato humano de tentar compreender o mundo que o cerca. Talvez nenhum destes filósofos reducionistas tenham refletido (ou ao menos escrito) sobre o porquê de tentar compreender o mundo de uma maneira generalizada, ato que estes fizeram tão desesperadamente que acabaram por reduzir o próprio mundo. Por que queremos compreender todas as coisas? E por que criamos leis, regras, frases, livros, afirmando realidades que às vezes nem mesmo existem? Por que dizer que "todo pensamento humano é decorrente da influência e do status social", para dizer que entende-se o pensamento humano?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;É claro que não estou defendendo o outro oposto: acreditar que o mundo não deve ser examinado e compreendido. Acredito que a ciência e o conhecimento são essenciais tanto para o crescimento individual como para a humanidade como um todo. Mas me parece que há uma ansiedade tão grande em alguns para conhecer a verdade, que estes acabam ultrapassando os próprios limites da visão e batendo contra o vidro como moscas, como já comentei em um antigo post intitulado Moscas Cegas. E estas pessoas geralmente confundem o ato de compreender o mundo com o ato de reduzi-lo a regras aplicáveis ao todo (isto talvez seja uma herança das ciências exatas). Eles procuram espremer a verdade para caber em sua própria cabeça, e como diz G. K. Chesterton, "é a cabeça acaba por rebentar".&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Precisamos urgentemente aprender a lidar com o mistério. E para isto, acredito que o próprio Senhor Jesus nos dá a resposta completa ao dizer: "Eu lhes asseguro que, a não ser que vocês se convertam e se tornem como crianças, jamais entrarão no Reino dos céus" (Mt 18:13). Muitas traduções deste versículo adicionam uma interpretação reduzida de que deveríamos ser humildes como as crianças. Mas humildade é apenas um aspecto da comparação que Jesus fez. Na verdade, ele diz que a nossa atitude como cristãos diante da verdade deve ser semelhante a uma criança: sempre interessada em aprender, mas ao mesmo tempo, admirada e se sentindo pequena diante da complexidade do mundo. Uma criança nunca (ou pelo menos, não deveria) procura ter uma fórmula mágica que a permita compreender todo o universo; pois cada pequeno detalhe do universo é, para ela, novo e impressionante. E ela admira cada detalhe de tal forma que procura compreender cada um dele, não com o propósito de acabar com as perguntas e mistérios, mas para que novas perguntas surjam. O mundo existe para ser explorado e admirado; não para ser dominado. Em linguagem teológica, isto significa que fomos criados para louvar e dar glória a Deus, e não sermos o próprio Deus.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;G. K. Chesterton conclui bem com uma frase que me tocou profundamente há pouco mais de três anos atrás e ainda continua me tocando. Ele utiliza a palavra "poeta" no lugar de "criança", mas acredito que estas duas palavras podem ser trocadas sem nenhuma perda de sentido: &lt;i&gt;"O poeta pretende, apenas, meter a cabeça no Céu, ao passo que o lógico se esforça por meter o Céu na cabeça. E é a cabeça que acaba por rebentar".&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Lembremos também que o Céu se meteu na Terra há dois milênios anos atrás. Não vamos tentar colocá-lo por inteiro nas nossas cabeças, dominando-o, mas vamos recebê-lo como uma criança, colocando a nossa cabeça nele e louvando a Deus pela sua graça maravilhosa revelada em Cristo.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6917996799159797113-3046027064234832467?l=fernandopasq.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fernandopasq.blogspot.com/feeds/3046027064234832467/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6917996799159797113&amp;postID=3046027064234832467' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6917996799159797113/posts/default/3046027064234832467'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6917996799159797113/posts/default/3046027064234832467'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fernandopasq.blogspot.com/2010/12/nos-ultimos-dia-li-uma-compilacao-de.html' title='Cabeça no Céu'/><author><name>Fernando Pasquini</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10251767167271298140</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_cc7nKb92UKs/TG9APKe7ADI/AAAAAAAAAek/s9mJzIK-j7U/S220/profile.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_cc7nKb92UKs/TRaFEjtM5vI/AAAAAAAAAlI/g6mxDCT2RUw/s72-c/564828702_19f5187ca9.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6917996799159797113.post-5147727035040505014</id><published>2010-12-23T17:25:00.001-02:00</published><updated>2010-12-23T17:25:32.311-02:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>"Entre nós, seres humanos, a esperança por um futuro feliz nasce geralmente da pobreza e incerteza; a esperança cristã, porém, surge de uma possessão que abre muitos mais horizontes para o futuro. Por isso é que a esperança se encontra normalmente ligada à fé e ao amor, que são ambos nossas possessões. Mas exatamente o fato de que nós possuímos, faz-nos sentir dolorosamente o que ainda não temos; tem 'gosto de quero mais'. Por isso esperança é fruto tanto da possessão como da falta". (Hendrikus Berkhof)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6917996799159797113-5147727035040505014?l=fernandopasq.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fernandopasq.blogspot.com/feeds/5147727035040505014/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6917996799159797113&amp;postID=5147727035040505014' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6917996799159797113/posts/default/5147727035040505014'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6917996799159797113/posts/default/5147727035040505014'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fernandopasq.blogspot.com/2010/12/entre-nos-seres-humanos-esperanca-por.html' title=''/><author><name>Fernando Pasquini</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10251767167271298140</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_cc7nKb92UKs/TG9APKe7ADI/AAAAAAAAAek/s9mJzIK-j7U/S220/profile.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6917996799159797113.post-4439922737657381756</id><published>2010-12-21T23:11:00.004-02:00</published><updated>2010-12-22T00:12:51.724-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cristianismo'/><title type='text'>A Violência no Natal</title><content type='html'>&lt;div&gt;Estou um pouco assustado com a enxurrada de artigos e textos nos blogs cristãos com críticas a outros cristãos que não comemoram o Natal. Para mim, o argumento de que o Natal é uma festa pagã instituida pela igreja romana é muito fraco, quando o Natal que eu comemoro é muito mais do que isso. É um argumento supersticioso, que acredito que venha daqueles que Robinson Cavalcanti acusa de protestantes neoanabatistas (artigo &lt;a href="http://www.ultimato.com.br/revista/artigos/327/brasil-um-protestantismo-neoanabatista"&gt;aqui&lt;/a&gt;), que querem mais uma &lt;i&gt;revolução&lt;/i&gt; protestante do que uma &lt;i&gt;reforma&lt;/i&gt; protestante. É uma posição que, para mim, é fraca. Talvez eu nunca tenha sido contrariado ou mesmo me deparado com cristãos que rejeitam o Natal assim. Talvez eu não conheça nem metade dos argumentos.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;No entanto, de certa forma fico assustado com uma "violência" excessiva por parte destes cristãos reformados em atacar (me parece que eles não têm comentários bons para falar sobre o Natal). Vejo pessoas que dedicam o blog só a lamentar pelos cristãos assim. Sim, eu também fui um pouco violento na época das eleições, mas me arrependo. Vamos tentar falar menos e pensar mais!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mais - não vejo essa violência excessiva só nos ataques aos cristãos "desnatalizados", mas também ao Natal secularizado, de comida, presentes e Papai Noel. Sim, eu também acredito que o Natal é exclusivo dos cristãos, e se comemorado por quem é um não-cristão, se torna mentira. Mas o Natal secular realmente é o Natal cristão? Qual a relação entre as duas festas e porque devemos jogar uma bomba no pólo norte? O excesso de críticas ao Natal secular às vezes também me passa a impressão de que estes cristãos são daqueles que querem criar um governo teocrata e obrigar com que todos façam tudo de acordo com a Bíblia. E Jesus não nos chama para que façamos uma teocracia (excelente &lt;a href="http://5calvinistas.blogspot.com/2010/09/porque-eu-nao-quero-uma-teocracia.html"&gt;post&lt;/a&gt; do Helder Nozima). Existe algum problema em gastar o dinheiro do décimo terceiro, comer um bom peru assado com a família ou fazer brincadeiras em memória de um tal de São Nicolau de Mira? É uma pena que para alguns, o Natal seja apenas isso. Mas não vamos impedi-los, e obrigá-los a fazerem o que não querem.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Enfim, eu confesso que não tive nenhuma idéia boa sobre o que escrever sobre o Natal, assim como aconteceu em vários outros anos. Mas não vou saturar meu blog de críticas repetitivas e exageradas (já vi xingamentos exageradíssimos até a letras de músicas tradicionais). Se alguém não quer comemorar o Natal por ser superstição, ou quer comemorar o Natal só com comida e presentes, não me importo. Mas só peço que a eles não deixe de ser apresentado Cristo, que se oferece a nascer em nós, tirando-nos das trevas para sua maravilhosa luz. Que possamos apresentar o verdadeiro Natal, a verdadeira festa cristã (e não pagã) em que lembramos que o Verbo se faz carne e habitou entre nós. Para mim não há texto natalino melhor e mais interessante do que um assim.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6917996799159797113-4439922737657381756?l=fernandopasq.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fernandopasq.blogspot.com/feeds/4439922737657381756/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6917996799159797113&amp;postID=4439922737657381756' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6917996799159797113/posts/default/4439922737657381756'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6917996799159797113/posts/default/4439922737657381756'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fernandopasq.blogspot.com/2010/12/violencia-no-natal.html' title='A Violência no Natal'/><author><name>Fernando Pasquini</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10251767167271298140</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_cc7nKb92UKs/TG9APKe7ADI/AAAAAAAAAek/s9mJzIK-j7U/S220/profile.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6917996799159797113.post-1062074118713242371</id><published>2010-12-17T11:02:00.004-02:00</published><updated>2010-12-17T11:06:20.604-02:00</updated><title type='text'>Ética Blogueira</title><content type='html'>&lt;div&gt;Após várias reformulações no visual do blog e um bom tempo sem postar, resolvi escrever, resumidamente, a minha visão de ética nos blogs; assunto sobre o qual eu aprendo constantemente aqui.  Irei destacar alguns pontos, em itálico, e comentá-los, e posteriormente deixarei todos disponíveis no "recente" menu de páginas ao lado do blog. Também, junto com esta visão, apresento algumas conclusões que podem implicar em mudanças nas minhas postagens daqui para frente.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;i&gt;A internet é um meio de comunicação informal, pública e com acesso aleatório dos usuários.&lt;/i&gt;Acesso aleatório dos usuários significa que o que os textos, argumentos, comentários e respostas são feitos a qualquer momento que o usuário está conectado à internet, e o intervalo de tempo entre uma atividade e outra não está definido. Não obstante, o problema do tempo do acesso, nem sempre um blogueiro amador, que possui outras atividades além de lidar com o blog, possui tempo para dar atenção a todos os comentaristas do blog e escrever respostas.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Desta forma, há injustiça quando associamos a omissão de uma resposta à covardia intelectual de um usuário da internet. Também há injustiça quando se associa o controle e moderação de comentários em um blog a um tipo de "veto à liberdade de expressão". Por este motivo, já deixo claro que quando receber um comentário que considero desnecessário e rejeitá-lo; ou quando publicar alguma pergunta que não responder, é bom entender que não o faço porque desconsidero.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;i&gt;Qualquer texto, como uma postagem de blog ou mesmo um livro, corre risco de se tornar altamente dependente de opiniões e pressupostos já aceitos pelo autor.&lt;/i&gt; Estes não podem ser defendidos e demonstrados com clareza no próprio texto, exigindo posteriores leituras àqueles que se sentirem interessados ou não estiverem esclarecidos. De fato, o conceito de um público universal, que possa compreender tudo o que é dito, é ideal, e está longe da realidade. Acredito que se muita preocupação com isso acaba reduzindo bastante a qualidade e profundidade dos textos.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;E disto se tira que não se deve julgar tão de imediato um texto que pode parecer, à primeira vista, descriterioso ou mesmo "maluco". O autor geralmente não tem espaço suficiente para defender todos os seus pressupostos, e neste caso, um diálogo individual é a melhor alternativa para se transmitir as idéias. Por exemplo, este exato blog possui posts sobre temas do cristianismo voltados para quem é e estuda bastante o cristianismo. Desta forma, um não-cristão que visitá-lo comete injustiça ao dizer que meus argumentos são ruins simplesmente pelo fato de eu não provar algumas de suas pressuposições. Parece desnecessário dizer isso aqui, mas a verdade é que todos nós estamos vulneráveis a este tipo de ataque e até mesmo fazemos agimos assim em alguns momentos.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;No entanto, a falta de rigor com a metodologia da escrita e com a linguagem sempre prejudica entendimento de alguns. E, &lt;i&gt;a internet é um meio de comunicação bastante informal&lt;/i&gt;, que não exige sempre um rigor metodológico. Portanto, sempre existirá muita discordância e falatório desnecessário (entenda-se a fala aqui como a escrita); até porque a&lt;i&gt; internet também oferece muita liberdade de fala às pessoas&lt;/i&gt;. Qual é a solução para isto? Não é uma solução prática, mas acredito que seja a constante disciplina de ser comedido com o que se diz, e pensar bastante antes de falar. E, quando falarmos, que sejamos mais cuidadosos com as palavras. George Owell, escritor, diz que a corrupção da linguagem leva à corrupção do pensamento, que por sua vez leva à corrupção da sociedade. James M. Houston, teólogo, também comenta que a linguagem pós-moderna, após o desconstrucionismo e o niilismo de Derrida, Foucault, Nietzsche, entre outros, também tem causado uma destruição gradual da linguagem e da hermenêutica. E, desta forma, a verdade fica perdida, o entendimento se torna um vácuo, e então já não tenho muitos motivos para escrever em um blog ou em qualquer outro lugar.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Assim, concluo que é sempre preferível ter mais rigor metodológico quando tratamos de temas mais abrangentes e sérios, para evitar o máximo possível a falta de compreensão. Mas não acredito que meu blog sirva apenas para estes propósitos. Às vezes tenho vontade de escrever sobre temas mais abertos e/ou voltados para um público mais específico. E então eu prefiro ter menos rigor, e predomina mais a informalidade, da mesma forma como eu converso mais abertamente com um amigo do que com uma platéia. De fato, este blog aparenta possuir um misto entre as duas coisas. Como separá-las, eu ainda não tenho idéia, mas não gostaria de escolher entre uma ou outra. Gostaria de ter tantos posts sérios (como este...), como posts mais bobos e brincalhões, apesar de ser péssimo com minhas piadas =P...&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Por isso, termino o texto pedindo desculpas. Não conheço o público que lê o meu blog e às vezes tenho o costume de limitá-lo, escrevendo algumas postagens bastante informais. Mas confesso que não gostaria de ser mal-compreendido e demonstrar falta de critério a alguma pessoa que possui opiniões diferentes das minhas e do público reduzido ao qual às vezes eu me direciono. Confesso que já escrevi péssimas postagens, direcionadas a apenas uma ou duas pessoas. Mas gostaria de consertar alguns mal-entendidos, e por isto criei a página "Textos Recomendados", ao lado do blog. São alguns dos vários textos que me deram as opiniões que tenho hoje. A seção está sob constante ampliação e mudança, mas serve como uma resposta automática a alguns comentários que não consegui responder (seja por falta de tempo ou mesmo paciência...).&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6917996799159797113-1062074118713242371?l=fernandopasq.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fernandopasq.blogspot.com/feeds/1062074118713242371/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6917996799159797113&amp;postID=1062074118713242371' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6917996799159797113/posts/default/1062074118713242371'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6917996799159797113/posts/default/1062074118713242371'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fernandopasq.blogspot.com/2010/12/etica-blogueira.html' title='Ética Blogueira'/><author><name>Fernando Pasquini</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10251767167271298140</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_cc7nKb92UKs/TG9APKe7ADI/AAAAAAAAAek/s9mJzIK-j7U/S220/profile.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6917996799159797113.post-824304945756549657</id><published>2010-12-03T08:08:00.001-02:00</published><updated>2010-12-03T08:11:13.713-02:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;i&gt;"Os teólogos da libertação, portanto, descobriram que estão presos entre dois grupos de constituintes mutuamente exclusivos. Por um lado, precisam convencer a igreja de que suas posições são genuinamente bíblicas. Também precisam convencer seus parceiros seculares que suas posições não são tão bíblicas a ponto de identificá-los como inimigos da mudança social histórica. Nem é preciso dizer que essa é uma situação difícil para qualquer um. Embora as várias teologias da libertação tenham desfrutado das luzes da ribalta intelectuais nesses últimos tempos, o futuro não parece tão brilhante para eles."&lt;/i&gt;&lt;div&gt;(Craig M. Gay - A Sociologia do Conhecimento e a Arte da Suspeita)&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6917996799159797113-824304945756549657?l=fernandopasq.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fernandopasq.blogspot.com/feeds/824304945756549657/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6917996799159797113&amp;postID=824304945756549657' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6917996799159797113/posts/default/824304945756549657'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6917996799159797113/posts/default/824304945756549657'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fernandopasq.blogspot.com/2010/12/os-teologos-da-libertacao-portanto.html' title=''/><author><name>Fernando Pasquini</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10251767167271298140</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_cc7nKb92UKs/TG9APKe7ADI/AAAAAAAAAek/s9mJzIK-j7U/S220/profile.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6917996799159797113.post-7919290240986077853</id><published>2010-11-29T17:32:00.001-02:00</published><updated>2010-11-29T17:33:39.321-02:00</updated><title type='text'>Sobre o Recente Protesto Contra a Universidade Presbiteriana Mackenzie</title><content type='html'>Em protesto ao pronunciamento da Igreja Presbiteriana do Brasil (IPB), publicado desde 2007 no site da Universidade Presbiteriana Mackenzie contra o PL 122/2006 (conhecido como “lei anti-homofobia”), um grupo de ativistas organizou uma manifestação no dia 24 de novembro de 2010, por volta das 18h, em frente à universidade. Com previsão de mais de três mil participantes, o evento contou somente com cerca de 400, que se postaram diante dos portões da instituição, na Rua Itambé. Em seguida, o grupo deslocou-se do Mackenzie para a Avenida Paulista com um número já bastante reduzido, conforme anunciado por diversos veículos de comunicação como a Globo News, a Folha de São Paulo, a CET, o site da UOL e dezenas de outros sites informativos. Na universidade, as aulas transcorreram normalmente.&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 10px; padding-right: 0px; padding-bottom: 10px; padding-left: 0px; line-height: 18px; "&gt;A oposição da IPB ao projeto de lei se baseia não só no senso comum e em análises jurídicas especializadas (que consideraram o projeto “inconstitucional”), mas sobretudo nos princípios cristãos que norteiam tanto a denominação quanto o Mackenzie. Não há novidade nisso: quando se matriculam na instituição, os alunos assinam o contrato de serviços educacionais, em que há uma cláusula explicando esse caráter confessional. Isso não significa perseguição a quem não subscreve essas bases cristãs, muito pelo contrário: não há registro na história da universidade de casos de discriminação de qualquer tipo, seja contra alunos homossexuais, seja contra alunos que professam outras religiões, ou nenhuma. Todos têm acesso aos mesmos benefícios, como bolsas de estudo.&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 10px; padding-right: 0px; padding-bottom: 10px; padding-left: 0px; line-height: 18px; "&gt;No entanto, desde o momento em que a publicação do texto da IPB no site do Mackenzie foi “descoberta” pelos ativistas neste ano, a igreja, a universidade e a pessoa de seu Chanceler têm sido duramente atacados e acusados de “homofobia”. Filmados em vídeo, os manifestantes pediam a demissão do Chanceler, cuja foto foi estampada em diversos sites homossexuais acompanhada de palavras de ódio. A virulência que caracterizou essas expressões de indignação, mesmo antes da aprovação do projeto, confirma o quanto é perigoso que a sociedade se veja refém de uma minoria militante, que procura impor seus pontos de vista por meio de pressão e difamação, não admitindo que pessoas, igrejas e organizações cristãs simplesmente afirmem ser a conduta homossexual um pecado.&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 10px; padding-right: 0px; padding-bottom: 10px; padding-left: 0px; line-height: 18px; "&gt;Para detalhar melhor sua postura bíblica — que se fundamenta no amor, não no separatismo, e prega o respeito a todos —, cristãos que partilham da mesma visão sobre o homossexualismo se uniram para elaborar o manifesto “Universidade Mackenzie: Em Defesa da Liberdade de Expressão Religiosa”. O texto foi reproduzido em cerca de oito mil sites cristãos e conservadores, recebendo mais de 36mil citações na internet. Traduzido para idiomas como alemão, espanhol, francês, holandês e inglês, foi postado em sites de diversos países estrangeiros, como Estados Unidos, França, Alemanha e Portugal. Centenas de manifestações de solidariedade à postura do Mackenzie foram veiculadas em diversos meios, inclusive no conhecido blog de Reinaldo Azevedo (articulista da revista Veja), um dos comentaristas políticos mais lidos e respeitados do país. Respondendo às acusações de “homofobia” com argumentos sólidos e bíblicos, os cristãos creem que sua postura contribuiu para que a manifestação de repúdio ao documento da IPB tenha recebido tão pouca adesão do público.&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 10px; padding-right: 0px; padding-bottom: 10px; padding-left: 0px; line-height: 18px; "&gt;Nós, cristãos, estamos alegres e gratos por todo o apoio recebido e pelas orações do povo de Deus em favor da Universidade Presbiteriana Mackenzie e de seu Chanceler, o Rev. Augustus Nicodemus Gomes Lopes. Instamos o povo de Deus a que se una também em súplicas e intercessões para que o Deus todo-poderoso derrame seu Espírito Santo sobre a igreja evangélica neste país. Necessitamos com urgência de um avivamento, de forma que o Cristo crucificado seja exaltado, os crentes sejam santificados, a Escritura Sagrada seja pregada com liberdade, pecadores se convertam e nosso país seja transformado, para a glória do Deus trino da graça.&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 10px; padding-right: 0px; padding-bottom: 10px; padding-left: 0px; line-height: 18px; "&gt;&lt;b&gt;Este pronunciamento é uma criação coletiva com vistas a representar o pensamento cristão brasileiro. Para ampla divulgação.&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6917996799159797113-7919290240986077853?l=fernandopasq.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fernandopasq.blogspot.com/feeds/7919290240986077853/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6917996799159797113&amp;postID=7919290240986077853' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6917996799159797113/posts/default/7919290240986077853'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6917996799159797113/posts/default/7919290240986077853'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fernandopasq.blogspot.com/2010/11/em-protesto-ao-pronunciamento-da-igreja.html' title='Sobre o Recente Protesto Contra a Universidade Presbiteriana Mackenzie'/><author><name>Fernando Pasquini</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10251767167271298140</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_cc7nKb92UKs/TG9APKe7ADI/AAAAAAAAAek/s9mJzIK-j7U/S220/profile.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6917996799159797113.post-8812420042816272109</id><published>2010-11-19T19:05:00.004-02:00</published><updated>2010-12-17T11:07:57.404-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Modernidade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cristianismo'/><title type='text'>Universidade Mackenzie: Em Defesa da Liberdade de Expressão Religiosa</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'lucida grande', tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 13px; color: rgb(51, 51, 51); "&gt;UNIVERSIDADE MACKENZIE: EM DEFESA DA LIBERDADE DE EXPRESSÃO RELIGIOSA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Universidade Presbiteriana Mackenzie vem recebendo ataques e críticas por um texto alegadamente “homofóbico” veiculado em seu site desde 2007. Nós, de várias denominações cristãs, vimos prestar solidariedade à instituição. Nós nos levantamos contra o uso indiscriminado do termo “homofobia”, que pretende aplicar-se tanto a assassinos, agressores e discriminadores de homossexuais quanto a líderes religiosos cristãos que, à luz da Escritura Sagrada, consideram a homossexualidade um pecado. Ora, nossa liberdade de consciência e de expressão não nos pode ser negada, nem confundida com violência. Consideramos que mencionar pecados para chamar os homens a um arrependimento voluntário é parte integrante do anúncio do Evangelho de Jesus Cristo. Nenhum discurso de ódio pode se calcar na pregação do amor e da graça de Deus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como cristãos, temos o mandato bíblico de oferecer o Evangelho da salvação a todas as pessoas. Jesus Cristo morreu para salvar e reconciliar o ser humano com Deus. Cremos, de acordo com as Escrituras, que “todos pecaram e carecem da glória de Deus” (Romanos 3.23). Somos pecadores, todos nós. Não existe uma divisão entre “pecadores” e “não-pecadores”. A Bíblia apresenta longas listas de pecado e informa que sem o perdão de Deus o homem está perdido e condenado. Sabemos que são pecado: “prostituição, impureza, lascívia, idolatria, feitiçaria, inimizades, contendas, rivalidades, iras, pelejas, dissensões, heresias, invejas, homicídios, bebedices, glutonarias” (Gálatas 5.19). Em sua interpretação tradicional e histórica, as Escrituras judaico-cristãs tratam da conduta homossexual como um pecado, como demonstram os textos de Levítico 18.22, 1Coríntios 6.9-10, Romanos 1.18-32, entre outros. Se queremos o arrependimento e a conversão do perdido, precisamos nomear também esse pecado. Não desejamos mudança de comportamento por força de lei, mas sim, a conversão do coração. E a conversão do coração não passa por pressão externa, mas pela ação graciosa e persuasiva do Espírito Santo de Deus, que, como ensinou o Senhor Jesus Cristo, convence “do pecado, da justiça e do juízo” (João 16.8).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Queremos assim nos certificar de que a eventual aprovação de leis chamadas anti-homofobia não nos impedirá de estender esse convite livremente a todos, um convite que também pode ser recusado. Não somos a favor de nenhum tipo de lei que proíba a conduta homossexual; da mesma forma, somos contrários a qualquer lei que atente contra um princípio caro à sociedade brasileira: a liberdade de consciência. A Constituição Federal (artigo 5º) assegura que “todos são iguais perante a lei”, “estipula ser inviolável a liberdade de consciência e de crença” e “estipula que ninguém será privado de direitos por motivo de crença religiosa ou de convicção filosófica ou política”. Também nos opomos a qualquer força exterior – intimidação, ameaças, agressões verbais e físicas – que vise à mudança de mentalidades. Não aceitamos que a criminalização da opinião seja um instrumento válido para transformações sociais, pois, além de inconstitucional, fomenta uma indesejável onda de autoritarismo, ferindo as bases da democracia. Assim como não buscamos reprimir a conduta homossexual por esses meios coercivos, não queremos que os mesmos meios sejam utilizados para que deixemos de pregar o que cremos. Queremos manter nossa liberdade de anunciar o arrependimento e o perdão de Deus publicamente. Queremos sustentar nosso direito de abrir instituições de ensino confessionais, que reflitam a cosmovisão cristã. Queremos garantir que a comunidade religiosa possa exprimir-se sobre todos os assuntos importantes para a sociedade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Manifestamos, portanto, nosso total apoio ao pronunciamento da Igreja Presbiteriana do Brasil publicado no ano de 2007 [LINK&lt;a href="http://www.ipb.org.br/noticias/noticia_inteligente.php3?id=808" rel="nofollow" target="_blank" style="cursor: pointer; color: rgb(59, 89, 152); text-decoration: none; "&gt;http://www.ipb.org.br/noticias/noticia_inteligente.php3?id=808&lt;/a&gt;] e reproduzido parcialmente, também em 2007, no site da Universidade Presbiteriana Mackenzie, por seu chanceler, Reverendo Dr. Augustus Nicodemus Gomes Lopes. Se ativistas homossexuais pretendem criminalizar a postura da Universidade Presbiteriana Mackenzie, devem se preparar para confrontar igualmente a Igreja Presbiteriana do Brasil, as igrejas evangélicas de todo o país, a Igreja Católica Apostólica Romana, a Congregação Judaica do Brasil e, em última instância, censurar as próprias Escrituras judaico-cristãs. Indivíduos, grupos religiosos e instituições têm o direito garantido por lei de expressar sua confessionalidade e sua consciência sujeitas à Palavra de Deus. Postamo-nos firmemente para que essa liberdade não nos seja tirada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Este manifesto é uma criação coletiva com vistas a representar o pensamento cristão brasileiro.&lt;br /&gt;Para ampla divulgação.&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6917996799159797113-8812420042816272109?l=fernandopasq.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fernandopasq.blogspot.com/feeds/8812420042816272109/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6917996799159797113&amp;postID=8812420042816272109' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6917996799159797113/posts/default/8812420042816272109'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6917996799159797113/posts/default/8812420042816272109'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fernandopasq.blogspot.com/2010/11/universidade-mackenzie-em-defesa-da.html' title='Universidade Mackenzie: Em Defesa da Liberdade de Expressão Religiosa'/><author><name>Fernando Pasquini</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10251767167271298140</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_cc7nKb92UKs/TG9APKe7ADI/AAAAAAAAAek/s9mJzIK-j7U/S220/profile.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6917996799159797113.post-9091861819460894253</id><published>2010-11-14T23:08:00.004-02:00</published><updated>2010-11-14T23:37:09.548-02:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Após um pequeno tempo sem postar, abri meu blog hoje e me assustei - uma página inteira só com postagens sobre política! Nem me dei conta de que as eleições e toda a empolgação por discutir sobre este assunto com os amigos causaram uma enxurrada de textos, entre os quais muitos realmente não foram tão bons. Mas ainda assim estou satisfeito e não quero parar com este assunto; tenho certeza que aprendi muito nas leituras e conversas durante este tempo.&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mas chegam horas que precisamos mudar um pouco de assunto, não é? Eu mesmo gosto de tantos assuntos que acredito que sou até prejudicado por não conseguir estudar todos eles com a atenção que gostaria de dar. Engenharia, eletrônica, computação, música, teologia, línguas estrangeiras; podendo chegar até filosofia, história, pedagogia ou biologia. Infelizmente tenho que dar prioridades a poucos assuntos, mas isto não me impede de querer estudar ou mesmo escrever sobre todos eles. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Além do mais, tenho que tomar cuidado em não me deter apenas à críticas, e também escrever sobre bons assuntos. Vou cometer a ousadia de copiar e repetir o que a Norma escreveu no seu &lt;a href="http://normabraga.blogspot.com/"&gt;blog&lt;/a&gt;;ela que me perdoe, mas é exatamente isso:&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;i&gt;"O problema do cristão que se concentra em demasia nos assuntos políticos é ocupar demais a mente com os pecados alheios. Isso corrói o coração. Agora que a Dilma entrou, eu quero mais é me ocupar com assuntos que prefiro – teologia e filosofia – , mas sem esquecer, claro, na medida do possível, de ajudar os cristãos a se livrarem da idolatria socialista".&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Vamos tomar cuidado!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;E aproveitando este meu empenho em postar sobre outros assuntos, resolvi fazer algumas pequenas mudanças no blog. Coloquei ali do lado uma seção com leituras recomendadas - livros e textos que tentam dar um pouco mais de base para as idéias (ou "maluquices") que geralmente escrevo por aqui. Também pretendo escrever uma seção do tipo "sobre o blog", e, apesar de saber mexer em GIMP e Fireworks, ainda não tive uma boa idéia para uma imagem de topo do site (quem tiver, me ajude!). Por fim, aguardem por um texto que estou preparando, já faz algum tempo, sobre minhas experiências nas conversas e discussões pela internet e o que eu pude aprender sobre "Ética Blogueira".&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6917996799159797113-9091861819460894253?l=fernandopasq.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fernandopasq.blogspot.com/feeds/9091861819460894253/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6917996799159797113&amp;postID=9091861819460894253' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6917996799159797113/posts/default/9091861819460894253'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6917996799159797113/posts/default/9091861819460894253'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fernandopasq.blogspot.com/2010/11/apos-um-pequeno-tempo-sem-postar-abri.html' title=''/><author><name>Fernando Pasquini</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10251767167271298140</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_cc7nKb92UKs/TG9APKe7ADI/AAAAAAAAAek/s9mJzIK-j7U/S220/profile.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6917996799159797113.post-5210223119158736832</id><published>2010-11-03T23:24:00.004-02:00</published><updated>2010-11-14T23:32:37.208-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Política'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Calvinismo'/><title type='text'>Respostas...</title><content type='html'>&lt;div&gt;O texto a seguir foi escrito para ser um comentário do último post; uma resposta a várias pergunta feitas pelo Paulo Brasil, do blog Através das Escrituras. Como ele acabou ficando muito grande e respondeu perguntas que vários leitores podem ter pensado quando leram este último post, resolvi publicá-lo.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A resposta foi dividida em vários itens, assim como fiz no último post.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;1) Quanto a frase da existência de ricos e pobres não ser um erro; sim, eu acredito que já refleti bastante sobre ela. Talvez o que faltou nela foi um "nem sempre", e inclusive eu já vou corrigi-la, para evitar mais mal-entendidos. Entretanto, talvez você questione isso mesmo assim. E então eu respondo que eu acredito que as coisas são assim mesmo; e são da vontade de Deus, que criou cada um e escreveu cada dia de cada pessoa no seu livro (Salmo 139). É verdade que algumas vezes a pobreza é uma injustiça social, um problema; mas nem sempre. Às vezes faz tudo parte do plano de Deus. Existem pessoas que podem ter todas as oportunidades possíveis e se esforçarem o máximo quanto puderem, e ainda assim, não vão sair da pobreza porque não é da vontade de Deus. Deus é mal, injusto? Pelo contrário... seus planos são santos e visam um bem muito maior. Glória a Ele!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;2) A liberdade dos pobres a que me refiro anteriormente (veja - outra falha de escrita) é a liberdade de se esforçar, trabalhar, estudar, e sair da pobreza. Isto é, a "mobilidade" de classes sociais. O mesmo deve valer para um rico; que também deve ter liberdade para se tornar pobre (embora isso pareça estranho).&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;3) A ajuda financeira obrigatória pelo Estado desrespeita a visão de cada um; pois obriga o cidadão a ajudar alguém de uma forma que nem sempre é (ou ele acha que seja) a mais correta e eficiente. É um assunto difícil; pois realmente seria ruim um país onde não se tem nenhum espírito solidário. Acho que o problema está mesmo na dependência financeira que os pobres obtêm do Estado ou de qualquer pessoa; dependência que, por exemplo, só dá uma opção de voto numa eleição, frente à ameaça de se perder o auxílio.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;4) Descrevi no post os três fatores principais que causam a pobreza (ou riqueza) - falta de esforço próprio, planos de Deus para a vida da pessoa ou falta de oportunidades. O que exemplo que você citou, da dominação, pode se encaixar na terceira causa. E acredito que em situações, por exemplo, em que um patrão começa a explorar um empregado ou quando se tem um mercado monopolista que fecha as portas a vários empregos; é papel e dever do Estado interferir e organizar. O Estado deve garantir que cada esfera da sociedade funcione autonomamente sem que uma interfira na outra. O Estado é um árbitro, um juiz igual em um jogo de futebol: não diz como cada um deve jogar, mas deve interferir quando houver uma "falta", uma desonestidade. Pretendo escrever melhor sobre essa minha visão nos próximos posts.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Enfim, ouvi pela segunda vez uma insinuação de que ignoro o desamparo aos pobres que acontece no Brasil; na primeira, por um sujeito estressado que acha que entende tudo, na segunda, pelo Paulo, que eu respeito e considero muito. Talvez este último post tenha dado impressões assim, até porque eu cometi vários erros de escrita e não consegui me fazer tão bem entendido. Mas vou confessar: eu também me incomodo de ver pobreza aqui, principalmente em um país que tem tanto potencial e oportunidades para oferecer. Aliás, o que mais me incomoda é ver a pobreza intelectual do brasileiro; uma falta de incentivo e de amor ao conhecimento que torna a vida das pessoas um tanto insignificante. Existe um pequeno anseio dentro de mim de me tornar um professor e contribuir no que puder para acabar com esse mal. É só um pequeno anseio, que se for da vontade de Deus, um dia pode ser uma realidade.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6917996799159797113-5210223119158736832?l=fernandopasq.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fernandopasq.blogspot.com/feeds/5210223119158736832/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6917996799159797113&amp;postID=5210223119158736832' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6917996799159797113/posts/default/5210223119158736832'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6917996799159797113/posts/default/5210223119158736832'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fernandopasq.blogspot.com/2010/11/respostas.html' title='Respostas...'/><author><name>Fernando Pasquini</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10251767167271298140</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_cc7nKb92UKs/TG9APKe7ADI/AAAAAAAAAek/s9mJzIK-j7U/S220/profile.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6917996799159797113.post-320753039886625893</id><published>2010-10-30T08:09:00.004-02:00</published><updated>2010-11-03T23:03:32.828-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Política'/><title type='text'>Razões para Não Apoiar o Assistencialismo</title><content type='html'>1) O objetivo do imposto público não é solidarizar-se e ajudar os pobres financeiramente. O imposto público é um pagamento dos serviços providos pelo Estado, responsável por legislação, execução e jurisdição das leis e da Constituição.&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;2) O auxílio financeiro direto aos pobres, mesmo quando não tem como intenção clara cativar a população e "comprar votos", inevitavelmente o faz. E mantém no governo, por mais de oito anos (contra o que a Constituição prevê), um mesmo candidato ou coligação política, que pode ter várias outras intenções, que não são percebidas pela sociedade.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;3) Precisa-se diferenciar o que é solidariedade e o que é redistribuição de renda. Solidariedade existe quando alguém usa parte de sua renda para auxiliar aquele que não consegue, por si só, se sustentar economicamente. É uma aplicação econômica visando um bem maior. Redistribuição de renda é quando se retira parte da renda de vários trabalhadores, à força, para doá-la àqueles que não a mereceriam devido à não trabalharem. Além de uma redistribuição de dinheiro, também é uma redistribuição de valores econômicos, uma vez que a renda obtida do trabalho já não é mais tão importante frente à pobreza. A pobreza passa a ser um valor econômico; e o pobre recebe uma renda simplesmente por ser pobre.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;4) O fato da existência de pobres e ricos NEM SEMPRE é um erro, um pecado, uma injustiça social. Três fatores cooperam para isto - a) o esforço direto de um indivíduo para entrar ou sair de uma classe social; b) a "sorte" ou destino, por assim dizer, em se encontrar em uma classe (nós cristãos entendemos por plano de Deus), e por fim, c) a falta de oportunidades para a mobilidade de classe. O governo deve responsabilizar-se apenas por reduzir a terceira causa. Quando ele começa a interferir nas duas, acaba por se sobrepor à liberdade individual de cada um e mesmo aos propósitos de Deus para uma sociedade.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;5) Por fim, se o auxílio financeiro aos pobres deve existir em um país, o serviço deve ser oferecido por uma organização diferente e totalmente alheia ao Estado, que usufrui de um poder político considerável e que pode ser utilizado impropriamente. A ajuda financeira não é a única forma de se reduzir a pobreza em um país e não deve ser atitude obrigatória e pré-estabelecida a cada cidadão; uma vez que desrespeita a visão individual de cada um. Não é culpa e papel do governo fazer com que alguém pense que deva contribuir para a erradicação da pobreza através da doação direta. É papel do governo garantir que a liberdade dos pobres não seja retirada ao se termos pessoas e instituições que os exploram.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;i&gt;"E disse Pedro: Não tenho prata nem ouro; mas o que tenho isso te dou. Em nome de Jesus Cristo, o Nazareno, levanta-te e anda!" (Atos 3:6)&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6917996799159797113-320753039886625893?l=fernandopasq.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fernandopasq.blogspot.com/feeds/320753039886625893/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6917996799159797113&amp;postID=320753039886625893' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6917996799159797113/posts/default/320753039886625893'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6917996799159797113/posts/default/320753039886625893'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fernandopasq.blogspot.com/2010/10/razoes-para-nao-apoiar-o.html' title='Razões para Não Apoiar o Assistencialismo'/><author><name>Fernando Pasquini</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10251767167271298140</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_cc7nKb92UKs/TG9APKe7ADI/AAAAAAAAAek/s9mJzIK-j7U/S220/profile.jpg'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6917996799159797113.post-1859881811372151088</id><published>2010-10-29T17:23:00.004-02:00</published><updated>2010-11-14T23:32:17.511-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Política'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Economia'/><title type='text'>O Emprego Público (II) - A Estabilidade de Emprego É Injusta</title><content type='html'>O próprio título do post já se justifica. A estabilidade no emprego, assim como o salário fixo, é um sonho para qualquer pessoa. Mas ele é justo? Numa sociedade onde alguns têm oportunidade de tê-lo e outros não, é claro que não é justo!&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mas aproveito o conceito do post para acusar o que todos já sabem - empregos estáveis geram funcionários acomodados e que não trabalham direito. Posso estar sendo pragmático demais, mas de qualquer forma confesso que não estou generalizando. Não são todos, mas todos nós conhecemos exemplos de funcionários públicos que não trabalham e ganham a mesma quantia a todo mês, sem o risco de perder o emprego. E então, temos são greves na USP ou mesmo trabalhadores honestos se matando de trabalhar, em uma empresa privada, enquanto um funcionário ganha o mesmo para se preocupar com quem irá passear com o seu cachorro.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mais uma conseqüência - por não ter o seu emprego ameaçado, todos podem trabalhar do modo como quiserem. E os problemas surgem em todas áreas - administrativa, econômica, política, e mesmo a qualidade do serviço é comprometida. Se não existe concorrência, a lei do menor esforço prevalece (ainda mais quando a fonte do dinheiro é fixa e é a própria sociedade - que "não sou eu"). Será que alguém consegue discordar de mim neste ponto?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Não pretendi ser "teórico" neste post, e pelo contrário, fui bem estressadinho =P. Foi para compensar o último.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6917996799159797113-1859881811372151088?l=fernandopasq.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fernandopasq.blogspot.com/feeds/1859881811372151088/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6917996799159797113&amp;postID=1859881811372151088' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6917996799159797113/posts/default/1859881811372151088'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6917996799159797113/posts/default/1859881811372151088'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fernandopasq.blogspot.com/2010/10/o-emprego-publico-ii-estabilidade-de.html' title='O Emprego Público (II) - A Estabilidade de Emprego É Injusta'/><author><name>Fernando Pasquini</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10251767167271298140</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_cc7nKb92UKs/TG9APKe7ADI/AAAAAAAAAek/s9mJzIK-j7U/S220/profile.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6917996799159797113.post-1456412779860894807</id><published>2010-10-28T09:36:00.010-02:00</published><updated>2010-10-28T10:21:40.926-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Política'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Economia'/><title type='text'>O Emprego Público (I) - Salários Fixos Aumentam o Desemprego</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;i&gt;Hoje, por ocasião de não ter aulas devido ao dia do funcionário público, começo uma série de posts que pretendem consolidar várias reflexões minhas sobre este tipo de emprego. São questionamentos e conclusões, de todos os tipos e ramos do conhecimento, que colocam em jogo a eficácia e a justiça desta forma de trabalhar. Não que eu rejeite o trabalho de um funcionário público em si, pois o tipo de trabalho não tem relação alguma com o tipo de emprego (por exemplo, se eu quiser trabalhar como um bom professor universitário, posso acabar numa faculdade pública). Mas há pouco tempo concluí que o emprego público é uma das maiores formas de injustiça e atraso já inventadas. Meus motivos serão apresentados nesta série de posts.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Uma das principais e mais atraentes características do emprego público, principalmente no Brasil, é o oferecimento de salários fixos - uma quantia exata de dinheiro a todo mês. As vantagens disto são óbvias - menor risco de se perder o emprego, menores chances de exploração dos funcionários, melhor planejamento familiar, etc. Trata-se de algo que toda pessoa gostaria de ter, incluindo eu mesmo; e sabemos que muitas e muitas pessoas vivem assim. Mas será que, economicamente falando, o salário fixo é bom para a sociedade em geral? Será que nossa segurança financeira no trabalho está comprometendo o trabalho de outras pessoas? Ou será que não?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Nesta primeira reflexão, quero ser bastante didático e apresentar um conceito, baseado em economia, que pode dar um empurrão inicial para as próximas da série. A lei econômica vou expor neste post é de certa forma antiga (por lei, entenda-se um postulado científico). Mas é uma lei que considero fundamental para a formação de qualquer pessoa, e, ironicamente, não foi algo que tive oportunidade de aprender no ensino fundamental. Só pude aprender em um curso de Introdução à Economia" na minha graduação em engenharia. Trata-se da Lei da Oferta e Demanda, uma lei para a análise de preços de mercado, atribuída ao economista Alfred Marshall. Com o uso de um simples raciocínio baseado neste princípio econômico, podemos observar facilmente que o salário fixo não é atraente para o mercado de trabalho e favorece o desemprego. Veremos este raciocínio.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Primeiramente, sabemos que os empregos fazem parte de um mercado - o mercado de trabalho. Neste mercado, o produto ofertado é a mão-de-obra dos trabalhadores (comunistas amadores, não se ofendam). As empresas procuram por esta mão-de-obra e estão dispostas a oferecer dinheiro para pagar por ela. Ou seja, no mercado de trabalho, temos dois fatores: a &lt;i&gt;oferta&lt;/i&gt; de mão-de-obra, pelos trabalhadores, e a &lt;i&gt;demanda&lt;/i&gt; de mão-de-obra, pelas empresas.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Agora, vamos pensar: como se comporta a oferta de mão-de-obra? Segundo a Lei da Oferta de Alfred Marshall, temos os postulados:&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;i&gt;- Se o preço do produto aumenta, a quantidade ofertada do mesmo também aumenta (a atividade fica mais lucrativa e as pessoas podem produzir mais);&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;i&gt;- Se o preço do produto diminui, a quantidade ofertada do mesmo também diminui (as pessoas ficam pouco incentivadas a vender ou têm dificuldades para produzir).&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Podemos, assim, plotar o seguinte gráfico:&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(0, 0, 238); -webkit-text-decorations-in-effect: underline; "&gt;&lt;img src="http://4.bp.blogspot.com/_cc7nKb92UKs/TMlguIfomnI/AAAAAAAAAjA/YHCnKiJEkZ0/s320/post02.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5533059962871782002" style="display: block; margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 10px; margin-left: auto; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 284px; " /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;E a demanda, como funciona? Vejamos:&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;i&gt;- Se o preço do produto aumenta, a demanda diminiu (poucas pessoas vão querer comprar o produto, e talvez vão procurar outros);&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;i&gt;- Se o preço do produto diminui, a demanda aumenta (preciso dar exemplos?).&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Temos o gráfico:&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(0, 0, 238); -webkit-text-decorations-in-effect: underline; "&gt;&lt;img src="http://4.bp.blogspot.com/_cc7nKb92UKs/TMlhPV5b38I/AAAAAAAAAjI/mFnhjadx9-Y/s320/post01.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5533060533405343682" style="display: block; margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 10px; margin-left: auto; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 277px; " /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Repare - o que é uma situação de equilíbrio de mercado? Trata-se de quando &lt;i&gt;a quantidade ofertada (mão-de-obra) é igual à quantidade demandada (empregos)&lt;/i&gt;. Nesta situação, o mercado fica estável e não há nem desemprego, nem prejuízo para as empresas por falta de empregados. Vamos representar esta situação:&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(0, 0, 238); -webkit-text-decorations-in-effect: underline; "&gt;&lt;img src="http://3.bp.blogspot.com/_cc7nKb92UKs/TMlh5xBUKwI/AAAAAAAAAjQ/LNY7chBE4NU/s320/post03.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5533061262240656130" style="display: block; margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 10px; margin-left: auto; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 261px; " /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Temos um preço de mercado fixo! Este preço é justo? Aparentemente sim. Mas e se ele for muito baixo (imagine que o preço da mão-de-obra de um funcionário seja R$ 20,00 observando este gráfico)? Temos um problema econômico, e o governo deve fazer o possível para evitar que isto aconteça. Mas será que ele pode resolver isto fixando um preço independente deste valor de mercado? Vejamos:&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(0, 0, 238); -webkit-text-decorations-in-effect: underline; "&gt;&lt;img src="http://4.bp.blogspot.com/_cc7nKb92UKs/TMljFv4y0DI/AAAAAAAAAjY/HomxCkyxQso/s320/post05.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5533062567606538290" style="display: block; margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 10px; margin-left: auto; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 286px; " /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A situação é clara - temos um DESEQUILÍBRIO ECONÔMICO. A mão-de-obra oferecida pela população vai ser muito maior do que aquela demandada pelas empresas. Isto tem um nome: &lt;b&gt;DESEMPREGO&lt;/b&gt;. Pois bem - ao se oferecer a uma pessoa um salário superior àquele que se é estipulado pelo mercado, estamos&lt;i&gt; desfavorecendo&lt;/i&gt; aqueles que estão procurando por emprego!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;i&gt;Uma nota: este mesmo raciocínio pode ser aplicado para provar que um salário mínimo alto também contribui para o desemprego! Você consegue ver por quê?&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Podemos também observar este gráfico com outros olhos: e se o governo estipular um pagamento aos funcionários &lt;i&gt;inferior&lt;/i&gt; ao valor de mercado? Veja:&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(0, 0, 238); -webkit-text-decorations-in-effect: underline; "&gt;&lt;img src="http://2.bp.blogspot.com/_cc7nKb92UKs/TMlj74grPQI/AAAAAAAAAjg/jhZRRpLc-Jw/s320/post04.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5533063497634233602" style="display: block; margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 10px; margin-left: auto; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 286px; " /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A situação é que a indústria irá sofrer uma falta de mão-de-obra, precisando de mais funcionários do que aqueles que estão sendo ofertados (aliás, serão poucos os que procurarão empregos com pagamento tão ruim!).&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;De fato, esta solução mais fácil está longe de ser a melhor. Mas então, alguém pode perguntar: o que o governo pode fazer para corrigir problemas como o que foi citado anteriormente; do valor de mercado não condizer com um bom padrão de vida? Posso destacar alguns pontos que tentam responder esta pergunta:&lt;/div&gt;&lt;div&gt;1) Muitas vezes não há o que o governo possa fazer. O governo não é Deus; e a situação econômica ruim tem a ver com fatores externos ou mesmo da cultura de um país. O governo não deve ter liberdade para interferir nestas questões.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;2) No entanto, o governo, &lt;i&gt;juntamente&lt;/i&gt; com a população e com as outras esferas da sociedade (cultura, família, ciência, religião, etc), podem se esforçar para mudar os padrões econômicos e provocarem&lt;b&gt; deslocamentos&lt;/b&gt; nas curvas de oferta e demanda. Vamos supor um caso onde a população fica mais qualificada para trabalhar - a mão-de-obra oferecida terá um valor muito maior para uma mesma quantidade de pessoas, e a curva da oferta se desloca para cima (ou para a esquerda). Repare, pelo gráfico, que o valor de mercado (os salários) sobe!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(0, 0, 238); -webkit-text-decorations-in-effect: underline; "&gt;&lt;img src="http://2.bp.blogspot.com/_cc7nKb92UKs/TMlojh5YmGI/AAAAAAAAAjo/Y6S46vPt3Sk/s320/post06.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5533068576805132386" style="display: block; margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 10px; margin-left: auto; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 261px; " /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Note, então, que vários fatores podem fazer as curvas de oferta e demanda deslocarem em uma economia. E é assim que os preços e valores dos bens e serviços mudam (ou deveriam mudar) em uma sociedade.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Enfim, existem vários questionamentos quanto a este modo de ver a economia; mas repare que não há meios de se provar que a lei é falsa, porque é uma lei. Existem exceções à ela e muitas vezes ela não consegue ser abranger alguns fatores econômicos importantes, mas ainda assim, ela funciona muito bem para explicar que um emprego público com salário fixo não é algo atraente. Digo isto "economicamente"; pois podemos ter várias outras motivações ideológicas, éticas e religiosas para aceitá-lo ou não. Muita gente diz que é um mal necessário. É sobre isto que os próximos posts irão falar.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6917996799159797113-1456412779860894807?l=fernandopasq.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fernandopasq.blogspot.com/feeds/1456412779860894807/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6917996799159797113&amp;postID=1456412779860894807' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6917996799159797113/posts/default/1456412779860894807'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6917996799159797113/posts/default/1456412779860894807'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fernandopasq.blogspot.com/2010/10/o-emprego-publico-i-salarios-fixos.html' title='O Emprego Público (I) - Salários Fixos Aumentam o Desemprego'/><author><name>Fernando Pasquini</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10251767167271298140</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_cc7nKb92UKs/TG9APKe7ADI/AAAAAAAAAek/s9mJzIK-j7U/S220/profile.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_cc7nKb92UKs/TMlguIfomnI/AAAAAAAAAjA/YHCnKiJEkZ0/s72-c/post02.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6917996799159797113.post-4654045758933378575</id><published>2010-10-27T08:21:00.001-02:00</published><updated>2010-10-27T08:23:37.518-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Política'/><title type='text'>A Cultura Política Brasileira (I)</title><content type='html'>&lt;i&gt;"Mesmo nos Estados Unidos, baluarte do mundo livre, a teoria da exploração influencia a opinião pública. Essa influência se mostra na crença popular no fato de que uma economia capitalista livre submete os assalariados ao poder e arbítrio dos industriais ricos. Considera-se o trabalhador, como indivíduo, um ser desamparado, carente de proteção legal nas negociações que mantém com as empresas, cuja maior preocupação está no poder e no lucro. O mercado livre — que objetiva o lucro numa livre competição — prevaleceu neste país antes da Primeira Guerra e é condenado por causar sofrimento a multas gerações de trabalhadores. Essas idéias, versões populares da teoria da exploração, invadiram nossas escolas e universidades, penetraram, na verdade, por todos os canais, e mudaram radicalmente nossos partidos políticos e Igrejas. Deram origem a um gigantesco movimento de sindicatos de trabalhadores e à "nova ordem" em assuntos sociais e econômicos. É, sem dúvida, a teoria da exploração que determina nossa política econômica básica, em todos os níveis de governo."&lt;/i&gt;&lt;div&gt;&lt;i&gt;&lt;a href="http://www.olavodecarvalho.org/bbawerk/prefacio.htm"&gt;http://www.olavodecarvalho.org/bbawerk/prefacio.htm&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6917996799159797113-4654045758933378575?l=fernandopasq.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fernandopasq.blogspot.com/feeds/4654045758933378575/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6917996799159797113&amp;postID=4654045758933378575' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6917996799159797113/posts/default/4654045758933378575'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6917996799159797113/posts/default/4654045758933378575'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fernandopasq.blogspot.com/2010/10/cultura-politica-brasileira-i.html' title='A Cultura Política Brasileira (I)'/><author><name>Fernando Pasquini</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10251767167271298140</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_cc7nKb92UKs/TG9APKe7ADI/AAAAAAAAAek/s9mJzIK-j7U/S220/profile.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6917996799159797113.post-2820452136964544513</id><published>2010-10-15T17:10:00.006-03:00</published><updated>2010-10-17T19:51:05.269-02:00</updated><title type='text'>Conservadorismo?</title><content type='html'>&lt;a href="http://www.peticaopublica.com.br/PeticaoVer.aspx?pi=P2010N3315"&gt;http://www.peticaopublica.com.br/PeticaoVer.aspx?pi=P2010N3315&lt;/a&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; border-collapse: collapse; line-height: 18px; "&gt;&lt;i&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;Manifesto Evangélico por um Processo Eleitoral Ético&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nós, evangélicos e evangélicas, brasileiros, eleitores e cidadãos comprometidos com a verdade e a justiça, manifestamos profeticamente as nossas rejeições e defesas diante da onda de conservadorismo que se abateu sobre o país nesse processo eleitoral. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; border-collapse: collapse; line-height: 18px; "&gt;&lt;i&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse; font-size: 12px; line-height: 18px;"&gt;Muito bem, vamos analisar, à luz desse manifesto, o que o evangélico brasileiro acredita que é o conservadorismo.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; border-collapse: collapse; line-height: 18px; "&gt;&lt;i&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;Rejeitamos os posicionamentos de alguns líderes evangélicos, que em vez de preparar cidadãos, com plenos conhecimentos de seus direitos e deveres, encaminham seus fieis para um exercício equivocado da fé.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse; font-size: 12px; line-height: 18px;"&gt;Não tenho como concordar com isso porque não foi explicitado o que é exercício equivocado da fé (frase incompleta...). Mas tudo bem, não acho certo o que o Paschoal Piragine fez.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; border-collapse: collapse; line-height: 18px; "&gt;&lt;i&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;Rejeitamos a disseminação de boatos e inverdades com fim de manipular o eleitorado.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; border-collapse: collapse; line-height: 18px; "&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;Pois é, cristão às vezes é visto como sendo mais mentiroso do que todo mundo por aí. A gente é mais mentiroso que o horário eleitoral que passa na TV, uau. E nossa, será que ninguém pode errar sem que acreditem que estão tentando manipular com mentiras?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; border-collapse: collapse; line-height: 18px; "&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt; - Conservadorismo += Mentiroso&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; border-collapse: collapse; line-height: 18px; "&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt; - Conservadorismo += Malicioso&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; border-collapse: collapse; line-height: 18px; "&gt;&lt;i&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;Rejeitamos a manipulação, seja ela de que forma for, e a redução das questões cruciais e relevantes no processo eleitoral a temas presos ao mero moralismo.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse; font-size: 12px; line-height: 18px;"&gt;Redução a mero moralismo eu também rejeito. Mas não vamos jogar isso fora também. Ou vamos deixar tão fácil assim tirarem a liberdade à vida das crianças "não-planejadas"?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; border-collapse: collapse; line-height: 18px; "&gt;&lt;i&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;Rejeitamos o uso da fé como instrumento de manipulação política no momento em que temas como erradicação da pobreza, sustentabilidade ambiental e desigualdade social precisam ser discutidos pela sociedade.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; border-collapse: collapse; line-height: 18px; "&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;Estou muito disposto a discutir sobre isso tudo, estou disposto o suficiente para conversar e provar que, com exceção da sustentabilidade ambiental, acho tudo isso uma bobagem enorme, anti-bíblica e que está longe de ser a solução pra sociedade.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse; font-size: 12px; line-height: 18px;"&gt; - Conservadorismo += Ignorante&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; border-collapse: collapse; line-height: 18px; "&gt;&lt;i&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;Rejeitamos o papel da mídia, que dá voz e espaço, para que a onda de conservadorismo ganhe visibilidade, desviando o foco das propostas dos candidatos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse; font-size: 12px; line-height: 18px;"&gt;A Internet é aberta, não é mídia. E afinal, as pessoas tem que se esforçar mesmo para impedir que o conservadorismo ganhe visibilidade, ou devem dar espaço para que todos dêem suas opiniões?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse; font-size: 12px; line-height: 18px;"&gt; - Conservadorismo += Desvia o Foco&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse; font-size: 12px; line-height: 18px;"&gt; - Conservadorismo += Não Pode Aparecer&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; border-collapse: collapse; line-height: 18px; "&gt;&lt;i&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;Rejeitamos a demonização dos candidatos e partidos, além do processo eleitoral.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse; font-size: 12px; line-height: 18px;"&gt;Calma, gente. Eu sei que tem gente que demoniza mesmo. Mas parem de demonizar os que vocês acham que estão demonizando, também.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse; font-size: 12px; line-height: 18px;"&gt; - Conservadorismo += "Demonizador"&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; border-collapse: collapse; line-height: 18px; "&gt;&lt;i&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;Rejeitamos a difusão de informações equivocadas dos papéis que cabem ao Executivo e ao Legislativo no país.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse; font-size: 12px; line-height: 18px;"&gt;Para mim o único papel que eles possuem é fazer o possível para continuarem lá. E por favor, já disse, parem de "demonizar" aqueles que simplesmente erram.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; border-collapse: collapse; line-height: 18px; "&gt;&lt;i&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;Rejeitamos qualquer forma de intolerância religiosa.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; border-collapse: collapse; line-height: 18px; "&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;Ok. Eu sou conservador e rejeito também...&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; border-collapse: collapse; line-height: 18px; "&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;Conservadorismo += Intolerante&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; border-collapse: collapse; line-height: 18px; "&gt;&lt;i&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;Dessa forma, defendemos que as eleições devem girar em torno das questões programáticas e dos planos de governo.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; border-collapse: collapse; line-height: 18px; "&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;Quem dera... é o que os "conservadores" estão tentando fazer!&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; border-collapse: collapse; line-height: 18px; "&gt;&lt;i&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;Defendemos, como herança do Protestantismo, a manutenção e o fortalecimento do Estado Laico.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse; font-size: 12px; line-height: 18px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;QUE GAFE!!! FORTALECIMENTO DO ESTADO LAICO??? HERANÇA DO PROTESTANTISMO??? Meu Deus... é verdade que o Protestantismo favorece o Estado Laico, mas nunca defendeu o seu fortalecimento!!! Isso pode ser é herança Marxista atéia, mas não protestante!!!Conservadorismo += Estado Teocrático&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse; font-size: 12px; line-height: 18px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; border-collapse: collapse; line-height: 18px; "&gt;&lt;i&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;Defendemos a necessidade de uma reforma política e eleitoral que leve o Brasil, do sistema proporcional, no máximo, ao distrital misto, para que os candidatos tenham vínculos comunitários.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; border-collapse: collapse; line-height: 18px; "&gt;&lt;i&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; border-collapse: collapse; line-height: 18px; "&gt;&lt;i&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;Defendemos o aprofundamento do Estado de Direito e a consecução do estabelecimento do Estado de Equidade social, política e econômica.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse; font-size: 12px; line-height: 18px;"&gt;Tradução: "vamos defender o esquerdismo. Cristão é de esquerda, e cristão conservador de direita não é cristão ou está muito perturbado, falta Bíblia e amor de Deus".&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse; font-size: 12px; line-height: 18px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse; font-size: 12px; line-height: 18px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: separate; font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif; line-height: 15px; color: rgb(51, 51, 51); "&gt;O que trabalha com mão remissa empobrece, mas a mão dos diligentes vem a enriquecer-se. O que ajunta no verão é filho sábio, mas o que dorme na sega é filho que envergonha. (Provérbios 10:4-5)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse; font-size: 12px; line-height: 18px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: separate; font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif; line-height: 15px; color: rgb(51, 51, 51); "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse; font-size: 12px; line-height: 18px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: separate; font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif; line-height: 15px; color: rgb(51, 51, 51); "&gt;Um pouco para dormir, um pouco para tosquenejar, um pouco para encruzar os braços em repouso, assim sobrevirá a tua pobreza como um ladrão, e a tua necessidade, como um homem armado. (Provérbios 6:10-11)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse; font-size: 12px; line-height: 18px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: separate; font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif; line-height: 15px; color: rgb(51, 51, 51); "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse; font-size: 12px; line-height: 18px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: separate; font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif; line-height: 15px; color: rgb(51, 51, 51); "&gt;Se permanecer a obra de alguém que sobre o fundamento edificou, &lt;b&gt;esse receberá galardão&lt;/b&gt;; se a obra de alguém se queimar, &lt;b&gt;sofrerá ele dano&lt;/b&gt;; mas esse mesmo será salvo, todavia, como que através do fogo. (1 Coríntios 3:14-15)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse; font-size: 12px; line-height: 18px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: separate; font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif; line-height: 15px; color: rgb(51, 51, 51); "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse; font-size: 12px; line-height: 18px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: separate; font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif; line-height: 15px; color: rgb(51, 51, 51); "&gt;Ora, o que planta e o que rega são um; e cada um receberá o seu galardão, &lt;b&gt;segundo o seu trabalho&lt;/b&gt;. (1 Coríntios 3:8)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse; font-size: 12px; line-height: 18px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: separate; font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif; line-height: 15px; color: rgb(51, 51, 51); "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse; font-size: 12px; line-height: 18px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: separate; font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif; line-height: 15px; color: rgb(51, 51, 51); "&gt;A um deu cinco talentos, a outro, dois e a outro, um, &lt;b&gt;a cada um segundo a sua própria capacidade&lt;/b&gt;; e, então, partiu. (Mateus 25:15)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse; font-size: 12px; line-height: 18px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: separate; font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif; line-height: 15px; color: rgb(51, 51, 51); "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse; line-height: 18px; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: separate; font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif; line-height: 15px; color: rgb(51, 51, 51); "&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: medium;"&gt;Equidade social, econômica e política NÃO!!!!!!!!! Que sociedade é essa onde ninguém pode ser melhor ou pior do que o outro???&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; border-collapse: collapse; line-height: 18px; "&gt;&lt;i&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;Defendemos uma Igreja independente, que não se submeta aos interesses políticos e eleitorais. Ao contrário, que exerça sua função profética produzindo cidadãos livres e conscientes de seu papel cívico.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; border-collapse: collapse; line-height: 18px; "&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;Ok.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; border-collapse: collapse; line-height: 18px; "&gt;&lt;i&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;Defendemos a manutenção e o avanço das conquistas sociais que, nos últimos anos, fizeram com que uma parcela significativa de brasileiros saísse dos níveis de pobreza inaceitáveis em que viviam.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; border-collapse: collapse; line-height: 18px; "&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;Isso, vamos defender o assistencialismo do Estado, e que ele continue com sua política Robin Hood de roubar dos ricos para dar para os pobres.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; border-collapse: collapse; line-height: 18px; "&gt;&lt;i&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;Defendemos a manutenção de políticas públicas que promovam a erradicação da pobreza e a maior igualdade entre os brasileiros.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse; font-size: 12px; line-height: 18px;"&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;Por favor, não quero ninguém ditando como eu devo me comportar através de políticas públicas que me tornam iguais a todo mundo! E também não quero que o Estado seja um deus que faça com que todo mundo fique rico da noite pro dia!&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; border-collapse: collapse; line-height: 18px; "&gt;&lt;i&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;Por fim, assumimos o compromisso de continuarmos orando e contribuindo solidariamente com a construção de um Brasil sustentável, economicamente viável, socialmente justo.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; border-collapse: collapse; line-height: 18px; "&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;Isso, vamos orar, para que os evangélicos de toquem e parem de demonizar o conservadorismo, louvar o esquerdismo e o poder do Estado, louvar os conceitos de igualdade social; estejam abertos à conversa racional e não relativista; e para que muito do que foi dito aí atrás não aconteça... é só assim que teremos um Brasil sustentável, economicamente viável e socialmente &lt;b&gt;JUSTO&lt;/b&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; border-collapse: collapse; line-height: 18px; "&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; border-collapse: collapse; line-height: 18px; "&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;Para terminar, vamos fazer um resumo de tudo o que esse manifesto disse do conservadorismo:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; border-collapse: collapse; line-height: 18px; "&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; border-collapse: collapse; line-height: 18px; "&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;Conservadorismo = &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; border-collapse: collapse; line-height: 18px; "&gt;Mentiroso + Malicioso + &lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; border-collapse: collapse; line-height: 18px; "&gt;Ignorante + &lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; border-collapse: collapse; line-height: 18px; "&gt;Desvia o Foco + Não Pode Aparecer + &lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; border-collapse: collapse; line-height: 18px; "&gt;"Demonizador" + Intolerante + &lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; border-collapse: collapse; line-height: 18px; "&gt;Estado Teocrático.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; border-collapse: collapse; line-height: 18px; "&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse; line-height: 18px; "&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;E depois, preciso dizer que fui ofendido? Vou repetir o mesmo que disseram: "Rejeito a disseminação de boatos e inverdades com fim de manipular os (evangélicos). Rejeito essa militância em ignorar, demonizar e xingar tanto o conservadorismo que, seja qual a for a definição que dão a ele, não pode ser impedido de dar as caras. Não acredito que isso que foi apresentado aqui é conservadorismo. É ridiculo - dizem que não podemos nos importar só com o que é certo e errado nestas eleições, e acusam os conservadores. É um cristianismo medíocre que entende errado aquele conceito bíblico de "não julgar" e acaba julgando todo mundo que faz isso. Fica a pergunta - porque esses evangélicos fazem &lt;i&gt;isso&lt;/i&gt;? (repare que talvez devam ser do mesmo tipo que diz que Jesus foi um "cara" revolucionário pop-alternative e igreja com pastor de terno e liturgia é sinal de frieza espiritual).&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; border-collapse: collapse; line-height: 18px; "&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6917996799159797113-2820452136964544513?l=fernandopasq.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fernandopasq.blogspot.com/feeds/2820452136964544513/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6917996799159797113&amp;postID=2820452136964544513' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6917996799159797113/posts/default/2820452136964544513'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6917996799159797113/posts/default/2820452136964544513'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fernandopasq.blogspot.com/2010/10/conservadorismo.html' title='Conservadorismo?'/><author><name>Fernando Pasquini</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10251767167271298140</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_cc7nKb92UKs/TG9APKe7ADI/AAAAAAAAAek/s9mJzIK-j7U/S220/profile.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6917996799159797113.post-5892868844524440424</id><published>2010-10-12T21:31:00.004-03:00</published><updated>2010-11-14T23:32:01.350-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Política'/><title type='text'></title><content type='html'>Porque será que nenhum, absolutamente &lt;i&gt;nenhum&lt;/i&gt; candidato das atuais eleições deixou o discurso do tipo "vou melhorar a educação, vou melhorar a saúde, vou melhorar a renda", e veio com um discurso deste tipo:&lt;div&gt;&lt;i&gt;"VOCÊ, povo brasileiro, com muita força de vontade, vai trabalhar duro e melhorar a educação, melhorar a saúde e melhorar a renda; e eu vou estar fazendo o possível aqui para que vocês não sejam impedidos disso!"&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Depois dizem que idolatria é coisa antiquada...&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6917996799159797113-5892868844524440424?l=fernandopasq.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fernandopasq.blogspot.com/feeds/5892868844524440424/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6917996799159797113&amp;postID=5892868844524440424' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6917996799159797113/posts/default/5892868844524440424'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6917996799159797113/posts/default/5892868844524440424'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fernandopasq.blogspot.com/2010/10/porque-sera-que-nenhum-absolutamente.html' title=''/><author><name>Fernando Pasquini</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10251767167271298140</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_cc7nKb92UKs/TG9APKe7ADI/AAAAAAAAAek/s9mJzIK-j7U/S220/profile.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6917996799159797113.post-126660544390650839</id><published>2010-10-03T22:51:00.002-03:00</published><updated>2010-10-03T23:11:53.990-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Política'/><title type='text'>Já chega de Antonio Gramsci!</title><content type='html'>Talvez todos nós devamos concordar que muito do que dizemos não recebe a devida reflexão que seria necessária. É normal fazermos isso, e várias vezes nos deparamos falando ou defendendo idéias que nunca nos aprofundamos o suficiente para analisar os seus significados.&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Hoje eu convido o leitor deste pequeno post a refletir sobre dois assuntos; duas coisas que lemos e ouvimos constantemente, e que eu me convenço a cada dia mais que não são refletidas o suficiente (talvez porque realmente não somos encorajados a isso).&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;1) O que é igualdade e desigualdade social? Porque se defende tanto aí fora sobre a igualdade social, e porque é uma idéia tão aceita e inquestionável? Porque a desigualdade é ruim? A desigualdade é injusta? Vamos entender e colocar o significado correto de afirmações como estas. Particularmente eu questiono muito este tipo de "igualdade" que é defendida por aí. Será que queremos igualdade de oportunidades ou igualdade no sentido pleno, ou seja, igualdade no sentido de que ninguém pode ser ou se sair melhor do que o outro? Deus nos criou todos diferentes, cada um com seus defeitos e qualidades; características não podem ser suprimidas em prol de uma sociedade onde predomina o "coletivo" - uma massa amorfa e uniforme composta por pessoas todas iguais e que fazem e querem a mesma coisa das suas vidas.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;2) Por que será que muitas pessoas falam e vêem a idéia de privatização como uma atitude talvez até pior que vender a alma para o demônio? Não vou me estender sobre isso. Mas privatização é tão ruim assim? Pragmaticamente falando, é por causa de privatização que a USP não fica suja e encardida durante uns três meses todos os anos. Os funcionários são mal-tratados e são alvos do sistema capitalista? Por favor, meu amigo, estude o que é um governo liberal e capitalista e só depois tente relacioná-lo com o reino da besta. Pare de dar ouvidos para estes professorezinhos de colegial que não te fazem refletir sobre muito do que é defendido hoje...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O segundo turno das eleições está aí. Não defendo nenhum dos dois "bananas" que estão competindo, mas só tem uma coisa que gostaria de gritar bem alto: PAREM DE ACHAR QUE PSDB É DIREITA, E QUE A DIREITA SÓ QUER SABER DE GENTE RICA E DEIXAR O RESTO DO POVO POBRE!!! Não precisa nem ser de direita; pode ser o que você quiser. Mas de fato eu já cansei de ouvir frases prontas que relacionam capitalismo, liberalismo e EUA com negligência, ganância, racismo, partidarismo, pecado, Satanás, etc. Chega! Chega de Antonio Gramsci na nossa educação!!!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6917996799159797113-126660544390650839?l=fernandopasq.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fernandopasq.blogspot.com/feeds/126660544390650839/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6917996799159797113&amp;postID=126660544390650839' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6917996799159797113/posts/default/126660544390650839'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6917996799159797113/posts/default/126660544390650839'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fernandopasq.blogspot.com/2010/10/ja-chega-de-antonio-gramsci.html' title='Já chega de Antonio Gramsci!'/><author><name>Fernando Pasquini</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10251767167271298140</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_cc7nKb92UKs/TG9APKe7ADI/AAAAAAAAAek/s9mJzIK-j7U/S220/profile.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6917996799159797113.post-6627968365517893204</id><published>2010-09-24T17:08:00.007-03:00</published><updated>2010-11-14T23:31:49.649-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Política'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cristianismo'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;i&gt;Nota: O próximo post que pensava em colocar aqui era uma continuação do anterior, onde, a pedido de algumas pessoas, expandiria o tema e/ou apresentaria um resumo das minhas conclusões. Mas o tempo não tem sido muito amigo de mim nesses últimos e próximos dias. Provas, eventos e compromissos não me permitem fazer muitas coisas que queria, entre as quais seria postar no blog e conversar com os amigos sobre tudo isso. Mas mesmo sem tempo, penso constantemente no assunto. E para não perder aqueles "insights" que me vêm na mente às vezes, resolvi escrever este pequeno post, que já irá ajudar para o próximo.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Penso bastante na expressão do Pr. Paschoal Piragine Jr., em seu vídeo que virou hit de internet: "legalização da iniquidade". Que iniquidade seria esta a que ele está se referindo? Se por legalização da iniquidade entendemos que a legislação do país não cobriria um pecado acusado pela Bíblia, estamos mergulhados nela. Se levarmos em conta os valores morais cristãos que são ignorados e contrariados, legalmente, no nosso país, não devemos nos assustar nem um pouco com esta expressão. Por exemplo, uma pessoa tem total liberdade de encher a cara e fumar cigarro à vontade no país, e embora isso seja contra os valores cristãos, é um ato legalizado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas também penso nesta "legalização da iniquidade" como tendo um outro sentido. Penso na legalização de atos que interferem na liberdade de uma pessoa e vão contra o princípio moral universal básico de "não faça para os outros o que você não quer que seja feito para você". O Estado deve sempre considerar um crime uma pessoa achar que tem direito de tirar a vida de outra. Ele deve sempre considerar um crime um patrão que abusa dos seus empregados. E ele &lt;span style="font-style:italic;"&gt;deveria&lt;/span&gt;, com bases em seus julgamentos, considerar crime uma mulher que acha que pode tirar a liberdade de viver de seu feto. Deveria considerar crime alguém invadir sua propriedade sem permissão nem conversa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É contra isto, que nós, cristãos, devemos nos manifestar. Se o estado quer dar liberdade para que as pessoas não acreditem em Deus, tudo bem, não tem problema. Se quiser liberar o sexo pra todo mundo e todas as idades, OK. Se quiser legalizar o homossexualismo, ou mesmo legalizar a maconha, tudo bem - contra estas coisas, é papel de Deus julgar a cada um. Mas não podemos deixar estas coisas  interferirem na nossa liberdade e &lt;span style="font-style:italic;"&gt;também&lt;/span&gt;&lt;span&gt; na liberdade do próximo&lt;/span&gt;&lt;span&gt;. Posso dizer que a iniquidade está sendo legalizada sim, e que não deveríamos nos conformar isso. E de qualquer forma, mesmo se ela já foi, de que importa? Vamos continuar lutando e nos manifestando pela justiça. Justiça que nem precisa vir das nossas convicções bíblicas; basta apenas acreditarmos na liberdade de cada um neste mundo.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6917996799159797113-6627968365517893204?l=fernandopasq.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fernandopasq.blogspot.com/feeds/6627968365517893204/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6917996799159797113&amp;postID=6627968365517893204' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6917996799159797113/posts/default/6627968365517893204'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6917996799159797113/posts/default/6627968365517893204'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fernandopasq.blogspot.com/2010/09/nota-o-proximo-post-que-pensava-em.html' title=''/><author><name>Fernando Pasquini</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10251767167271298140</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_cc7nKb92UKs/TG9APKe7ADI/AAAAAAAAAek/s9mJzIK-j7U/S220/profile.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6917996799159797113.post-2737246788066590121</id><published>2010-09-22T22:51:00.004-03:00</published><updated>2010-09-22T23:42:23.043-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Política'/><title type='text'>O que é Direita?</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-large;"&gt;PSDB NÃO É DIREITA!!!&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-large;"&gt;EU NÃO APOIO O SERRA!!!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-small;"&gt;(embora acho que terei que votar para impedir a Dilma)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Não levem a mal, estou escrevendo este texto bastante tranquilo, eu acho. Mas acho que estou sendo muito mal interpretado quando digo a expressão "direita" - as pessoas acham que estou apoiando o PSDB ou a visão de um partido qualquer por aí, formado por humanos cristãos e não-cristãos que erram o tempo todo. Eu não apoio partidos quando me declaro de direita. Muito menos visões políticas. Eu apóio ideias, idéias que eu acredito que são antagônicas com a esquerda. Particularmente, eu acho que se existem as expressões "direita" e "esquerda", elas se referem a ideias que se opõem entre si. E uma vez que somos cristãos que acreditamos na coerência da verdade, somente uma das duas pode estar correta.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Precisamos saber o que é direita e o que é esquerda; e a que tipo de idéia nos referimos quando usamos os termos. Se esquerda e direita forem tratadas simplesmente como posições de um partido, ou uma coleção de ideias sobre os mais diferentes temas, realmente há meios de concordar parcialmente com uma e parcialmente com outra. Eu mesmo sou a favor da ideia de leis para protegerem os trabalhadores de exploração, &lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;aparentemente&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt; de esquerda, e da propriedade privada, da direita. Note: se tratarmos direita e esquerda como uma coleção de visões independentes entre si, realmente há meios de concordar parcialmente com as duas.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Mas o que podemos (e talvez deveríamos) fazer é tentar entender o centro de cada uma destas visões; e observar como este centro se desenvolve nas outras conclusões. Qual é o centro da visão da esquerda? Qual é o centro da visão da direita? Não vou responder aqui; há controvérsias e muita discussão. Existem cristãos que se declaram de esquerda por acharem que o centro da visão de esquerda é algo que não ataca a sua fé. E, do mesmo modo, há aqueles que rejeitam-na por acharem que o centro da visão está em algo que ataca. Tudo depende da ideia central que se defende.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;No entanto, também acho necessário fazer um alerta: as pessoas não são perfeitas, e nem sempre elas conseguem ser coerentes. Às vezes elas podem facilmente defender uma posição que não tem nada a ver ou não deriva da ideia central, seja de direita ou esquerda. Por exemplo, uma pessoa pode defender a ideia de que o Estado é soberano e tem total autoridade sobre a sociedade; e ao mesmo tempo dizer que é cristã e reconhece a soberania de Deus. São posições incoerentes, mas que existem. Tomemos cuidado, e principalmente tenhamos paciência com nossos irmãos em Cristo que agem assim. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small; "&gt;Não vamos "demonizar" e "santificar" as pessoas e seus partidos, vamos "demonizar" e "santificar" as idéias que nos são apresentadas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;meta equiv="content-type" content="text/html; charset=utf-8"&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Mas no fim, vocês percebem a situação? Será que não poderíamos evitar grande parte das discussões de política se tivéssemos bem definidos os termos que utilizamos, evitando confusões? Ou talvez até parássemos de usar os termos direita e esquerda, que já estão controversos demais, e passássemos a explicar "por extenso" cada uma das idéias que defendemos e rejeitamos? Como essas palavras, que para um leigo apenas indicam direções, são controversas! Quantas interpretações, quantos significados! Temos duas opções: ou utilizamos somente uma definição para cada uma delas (a correta), ou as abandonamos e passamos a utilizar outros termos mais específicos. Estou ficando cansado de ser mal interpretado, e acusado de "tucano", "burguês" ou "tradicional" quando na verdade quero defender a liberdade do cristão, incluindo família, religião, economia, arte, cultura, ciência, etc. Essa é a direita que eu vejo, e sobre a qual eu li e vi definida.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Queria ter em mãos, agora, um guia que desse uma orientação para o leitor sobre o que é direita e o que é esquerda; mas talvez até eu esteja confuso com as minhas definições, diante de tantas. De qualquer forma, leiam um post antigo meu &lt;/span&gt;&lt;a href="http://fernandopasq.blogspot.com/2010/04/curso-intensivo-de-anti-esquerdismo.html"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;aqui&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;, intitulado "Curso Intensivo de Anti-Esquerdismo", onde me posiciono contra o esquerdismo que, p&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;elo menos eu e os autores citados&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;, vêem.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Quanto ao fato do PSDB não ser de direita, de fato, ele não é (mais uma vez, pela definição de direita que eu conheço). As pessoas acham que pelo fato de eu só criticar a Dilma e o PT, eu não sou contra outras idéias de outros partidos. Talvez eu precisasse mesmo falar de outros partidos. Entender e dizer até onde eles são coerentes com o cristianismo (fazendo um esforço enooooooorme), e onde não são. Mas bem, vocês sabem - entre um médico e uma terrorista sequestradora e falsa, é muito mais fácil apontar o dedo para a terrorista. Como citei em um tweet, é muito fácil criticar o PT ou qualquer outro partido por irem contra o princípio cristão de família e apoiarem o aborto. Mas é difícil criticar alguma ideia mais obscura, e talvez, mas nem sempre por causa disso, pior. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;OBS: Quase nunca pedi comentários para um post, mas por favor, quem teve a paciência de lê-lo, comente...&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6917996799159797113-2737246788066590121?l=fernandopasq.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fernandopasq.blogspot.com/feeds/2737246788066590121/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6917996799159797113&amp;postID=2737246788066590121' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6917996799159797113/posts/default/2737246788066590121'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6917996799159797113/posts/default/2737246788066590121'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fernandopasq.blogspot.com/2010/09/o-que-e-direita.html' title='O que é Direita?'/><author><name>Fernando Pasquini</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10251767167271298140</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_cc7nKb92UKs/TG9APKe7ADI/AAAAAAAAAek/s9mJzIK-j7U/S220/profile.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6917996799159797113.post-8597078630903866726</id><published>2010-09-22T08:27:00.003-03:00</published><updated>2010-09-22T08:45:45.417-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Educação'/><title type='text'>Elogio à Decoreba</title><content type='html'>Por que a expressão "de cor" é tão criticada, satirizada e rejeitada nos dias de hoje? Será que esquecemos o que significa saber alguma coisa "de coração" (como a tradução em inglês, "by heart")? O que é saber de coração?&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Sempre somos apresentados à dicotomia: "de cor" X "entender"; que talvez possa ser dividida em "coração X mente". Acredita-se que o conhecimento está construído somente sobre a cabeça que raciocina, e nunca no coração que tem prazer no que aprende. Eu não vejo motivo algum em só raciocinar o tempo inteiro, sem amor e dedicação ao conhecimento. Não vejo motivo ao pensarmos e raciocinarmos sobre as coisas o tempo inteiro sem que elas façam parte de nós, sendo incorporadas em nós, e ficando no coração e na ponta da língua. De fato, não devemos pensar que o coração e a mente são conceitos que se excluem; e sim, que se complementam.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;É claro que também existem várias conseqüências práticas ao decorarmos - rápida aplicação, base para outros raciocínios mais complexos, entendimento mais fácil das idéias de outras pessoas. Mas pensemos no que significa aprender com o coração. Memorizar os conceitos envolve dedicação e trabalho; e principalmente amor ao conhecimento. E o conhecimento não é subjetivo!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6917996799159797113-8597078630903866726?l=fernandopasq.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fernandopasq.blogspot.com/feeds/8597078630903866726/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6917996799159797113&amp;postID=8597078630903866726' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6917996799159797113/posts/default/8597078630903866726'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6917996799159797113/posts/default/8597078630903866726'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fernandopasq.blogspot.com/2010/09/elogio-decoreba.html' title='Elogio à Decoreba'/><author><name>Fernando Pasquini</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10251767167271298140</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_cc7nKb92UKs/TG9APKe7ADI/AAAAAAAAAek/s9mJzIK-j7U/S220/profile.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6917996799159797113.post-8922768443647638620</id><published>2010-09-20T13:41:00.006-03:00</published><updated>2010-11-14T23:31:01.117-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Calvinismo'/><title type='text'></title><content type='html'>Ontem ouvi uma pessoa dizendo que alguns problemas como AIDS, gravidez precoce e drogas são os piores demônios do mundo, e que destroem a vida de qualquer pessoa. "Só isso?", eu me perguntei. E então disse: ainda bem que o amor de Cristo é maior, seu poder é muito maior que de qualquer demônio e não existe nada de que ele não nos possa libertar. E então, inesperadamente, o &lt;i&gt;dito&lt;/i&gt; cristão discordou de mim. Talvez ele mesmo se assustou com a sua reação ao retrucar com um "NÃO" espontâneo e tentou se corrigir com algumas palavras, embora sem assumir que acabou de se declarar um herege. Disse que Jesus apenas nos diz para não nos envolvermos com estas coisas, mas que caso nos envolvermos, o problema é nosso.&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Apesar de freqüentar uma igreja protestante, a pessoa com quem conversei não aparentou nem um pouco ser cristã e mostrar sinais de humildade e submissão a Cristo. E apesar de não ser cristã, sua implicância em me tratar com o adjetivo "calvinista" me fez notar um ponto interessante no seu arminianismo; ou pelagianismo, para ser pior. Para o arminianismo, Cristo, ou Deus, apenas nos orienta para que façamos ou não façamos tais coisas. "Não use drogas" acaba sendo uma ordenança igual à "me aceite, ou vá para o inferno". "O problema é seu se você escolhe errado, o problema é seu se você usa drogas". "O problema é seu se seus pais, lá no Éden, quiseram comer o fruto proibido e caíram, não podendo mais fazer as coisas certas". E depois, ainda se diz com a maior segurança que Deus é amor. E agora eu me pergunto - onde alguém pode ver que o livre-arbítrio humano é bom? Se Deus não interfere nele, estamos perdidos; e Deus não demonstra o seu amor se não nos contrariar e vencer os demônios e males que nós mesmos trazemos para a nossa vida.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Eu reafirmo o que disse: que Cristo é poderoso o suficiente para nos livrar de qualquer demônio, ou mal aqui na Terra. Não é problema nosso; e não somos nós que escolhemos o que fazemos com a nossa aparente liberdade. Ele é poderoso para nos livrar porque influencia nossa mente e decisões; tocando-nos com o Espírito Santo, e nos protegendo de qualquer ataque. E ele nos perdoa porque já levou todos esses males sobre ele. De fato, a soberania de Deus é a doutrina que mais dá segurança e satisfação ao cristão.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;i&gt;"O homem, por si só, não tem a capacidade de purificar seu próprio coração e produzir dons divinos, como um verdadeiro arrependimento de pecados, e, ao contrário do artificial, um verdadeiro temor de Deus, verdadeira fé, amor sincero."&lt;/i&gt; (Martinho Lutero, em seu livro "A escravidão da vontade", considerado por ele mesmo como seu melhor livro teológico e único digno de ser publicado.)&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6917996799159797113-8922768443647638620?l=fernandopasq.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fernandopasq.blogspot.com/feeds/8922768443647638620/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6917996799159797113&amp;postID=8922768443647638620' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6917996799159797113/posts/default/8922768443647638620'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6917996799159797113/posts/default/8922768443647638620'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fernandopasq.blogspot.com/2010/09/ontem-ouvi-uma-pessoa-dizendo-que.html' title=''/><author><name>Fernando Pasquini</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10251767167271298140</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_cc7nKb92UKs/TG9APKe7ADI/AAAAAAAAAek/s9mJzIK-j7U/S220/profile.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6917996799159797113.post-3419937994029275936</id><published>2010-09-19T08:08:00.006-03:00</published><updated>2010-11-14T23:31:19.774-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cristianismo'/><title type='text'>Igreja Fria?</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_cc7nKb92UKs/TJX2g1fq8CI/AAAAAAAAAhg/4i9FPY4o-To/s1600/churchWip01.jpg"&gt;&lt;/a&gt;(Para apoio, leiam também o artigo do Allen Porto: Tradicionalmente morto - &lt;a href="http://5calvinistas.blogspot.com/2010/08/tradicionalmente-morto.html"&gt;http://5calvinistas.blogspot.com/2010/08/tradicionalmente-morto.html&lt;/a&gt;)&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Talvez todos conheçam a expressão "igreja fria". "Você canta hinos, sua igreja é fria". "Você não acolhe pessoas, sua igreja é fria". "Você é tradicional, você é frio". Existe até uma piadinha que fazem com nós, presbiterianos, ao nos chamarem de "sorveterianos".&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_cc7nKb92UKs/TJX2g1fq8CI/AAAAAAAAAhg/4i9FPY4o-To/s1600/churchWip01.jpg"&gt;&lt;img src="http://1.bp.blogspot.com/_cc7nKb92UKs/TJX2g1fq8CI/AAAAAAAAAhg/4i9FPY4o-To/s320/churchWip01.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5518587962388574242" style="float: left; margin-top: 0px; margin-right: 10px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; cursor: pointer; width: 320px; height: 305px; " /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div&gt;Preciso dizer algo que talvez seja até inútil dizer neste blog. Mas se alguém chama uma igreja de fria pelo simples fato de cantarem hinos, de ter um coral, ou do pastor fazer uma pregação usando os pronomes "tu" e "vós", me desculpe, mas esta é uma abordagem muito superficial e preconceituosa. Se "calor" espiritual só existe em uma igreja lotada, ou com pessoas batendo palmas, erguendo as mãos e cantando alto, ou montes de dízimos, ou montes de testemunhos, ou montes de orações que fazem todo mundo chorar... acredito que este "calor" não é o sentido bíblico e ainda assim é um conceito muito superficial. Como diz Jon Foreman, na música "Instead of a Show", "I hate the hypocracy of your worship, I hate the hypocracy of your hymns". Se uma igreja canta hinos, ou canta as músicas "top nas paradas gospel", nada impede que elas sejam hipócritas e frias. (Apesar que os hinos são muito melhores em letra...)&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Por favor, parem de achar que igreja fria é igreja tradicional, igreja de doutrina. Se alguém acha que doutrina é algo que esfria o cristão, é porque não sabe o que é doutrina. O estudo da doutrina bíblica verdadeira é a coisa que mais nos incomoda, e nos faz querer gritar bem alto, para todos, que nossa satisfação e esperança está somente nas mãos do Deus soberano; o Deus soberano, misericordioso e justo, que através da Bíblia nos ensina as doutrinas da justificação pela fé, santificação, &lt;i&gt;predestinação&lt;/i&gt;. Nós amamos e nos satisfazemos nessas doutrinas, e queremos cantá-las bem alto (por isso, os hinos). Se uma doutrina esfria e acomoda alguém, não é uma doutrina bíblica.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mas acho que já acabei tocando no ponto do que realmente caracteriza uma igreja fria: acomodação e hipocrisia. Quanto à última, não preciso exemplificar. Mas quanto à primeira, talvez seja um fato que muitos de nós, "sorveterianos", não nos damos conta. Muitos de nós vamos à igreja todo domingo, fazemos tudo certinho, cantamos no coral, cantamos nossos hinos, ouvimos a pregação do pastor; e ali é tudo o que temos e estamos muito bem lá. Tudo é lindo, todos os nossos amigos estão ali, ouvimos sempre o que gostamos de ouvir, nos orgulhamos porque temos a doutrina bíblica correta, ficamos no culto com nossos amiguinhos olhando e rindo de tudo o que acontece de "diferente"... e ficamos só naquilo. E o evangelismo? E a busca por crescimento, por amar e depender de Deus &lt;i&gt;pelo que Ele é&lt;/i&gt;; e não só pelo que ele nos faz? Preciso dizer que isso é frieza? Será que alguém precisa falar tudo isso como eu? Eu queria não precisar...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;i&gt;"We rise and fall together,&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;i&gt;Our hearts still beat below.&lt;br /&gt;You can't stand by forever,&lt;br /&gt;You're a kid with a bullet soul.&lt;br /&gt;Are you ready to go?&lt;br /&gt;Are you ready to go?"&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;i&gt;(Switchfoot)&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Trebuchet MS', Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; color: rgb(85, 85, 85); line-height: 16px; "&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6917996799159797113-3419937994029275936?l=fernandopasq.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fernandopasq.blogspot.com/feeds/3419937994029275936/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6917996799159797113&amp;postID=3419937994029275936' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6917996799159797113/posts/default/3419937994029275936'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6917996799159797113/posts/default/3419937994029275936'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fernandopasq.blogspot.com/2010/09/igreja-fria.html' title='Igreja Fria?'/><author><name>Fernando Pasquini</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10251767167271298140</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_cc7nKb92UKs/TG9APKe7ADI/AAAAAAAAAek/s9mJzIK-j7U/S220/profile.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_cc7nKb92UKs/TJX2g1fq8CI/AAAAAAAAAhg/4i9FPY4o-To/s72-c/churchWip01.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6917996799159797113.post-2263658341827990931</id><published>2010-09-18T11:03:00.003-03:00</published><updated>2010-11-14T23:28:49.038-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Calvinismo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cristianismo'/><title type='text'>O Que é Liberdade</title><content type='html'>&lt;i&gt;"O ideal da liberdade não é o desejo autônomo balanceado com o equilíbrio soberano entre o bem e o mal. O ideal da liberdade é o cristão perceber espiritualmente a beleza de Deus, e estar tão completamente envolto no amor a Deus a ponto de nunca se ver tentado a encontrar algum equilíbrio entre Deus e uma escolha alternativa. Ao contrário, a pessoa transcede a experiência da escolha e vive sob a influência contínua da alegria soberana da Deus. Na visão de Agostinho, a experiência cônscia de precisar contemplar escolhas era um sinal, não da liberdade da vontade, mas da desintegração do querer. A luta pela escolha é um mal necessário neste mundo decaído até o dia em que o discernimento e o deleite se unem numa perfeita compreensão do que é infinitamente deleitável, ou seja, Deus."&lt;/i&gt;&lt;div&gt;(John Piper - O Legado da Alegria Soberana)&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6917996799159797113-2263658341827990931?l=fernandopasq.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fernandopasq.blogspot.com/feeds/2263658341827990931/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6917996799159797113&amp;postID=2263658341827990931' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6917996799159797113/posts/default/2263658341827990931'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6917996799159797113/posts/default/2263658341827990931'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fernandopasq.blogspot.com/2010/09/o-que-e-liberdade.html' title='O Que é Liberdade'/><author><name>Fernando Pasquini</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10251767167271298140</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='25' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_cc7nKb92UKs/TG9APKe7ADI/AAAAAAAAAek/s9mJzIK-j7U/S220/profile.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6917996799159797113.post-5767510977847691355</id><published>2010-09-14T19:33:00.003-03:00</published><updated>2010-09-14T20:06:09.518-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cristianismo'/><title type='text'>John Piper - Uma Vida Voltada para Deus (I)</title><content type='html'>Ganhei o livro de aniversário da minha namorada e achei muito interessante. O livro é composto por breves oitenta capítulos, cada um contendo duas ou três páginas, com reflexões acerca de diversos temas, que ainda vão me inspirar vários posts. A simples leitura do prefácio já me fez refletir sobre uma verdade que o pastor John Piper destacou muito bem: os livros não mudam pessoas, e sim, os parágrafos. Não são leituras grandes e enfadonhas que irão nos tocar profundamente, e sim, pequenos parágrafos; ou talvez, até pequenas frases.&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;São destacados vários exemplos, a começar do próprio John Piper, ao ler a primeira página de "The Weight of Glory", de C. S. Lewis:&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;i&gt;"Somos criaturas indiferentes, que brincam com bebidas, sexo e ambição, enquanto o gozo infinito é-nos oferecido; como uma criança ignorante que deseja continuar brincando na lama em uma favela, porque não imagina o que significa o oferecimento de um feriado na praia. Satisfazemo-nos com coisas pequenas demais."&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Outros exemplos são os casos de Santo Agostinho, ao ler Romanos 13:13,14:&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, Verdana, sans-serif; font-weight: 300; line-height: 20px; "&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;i&gt;"Andemos honestamente, como de dia; não em glutonarias, nem em bebedeiras, nem em desonestidades, nem em dissoluções, nem em contendas e inveja. Mas revesti-vos do Senhor Jesus Cristo, e não tenhais cuidado da carne em suas concupiscências."&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, Verdana, sans-serif; font-weight: 300; line-height: 20px; "&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;ou mesmo Lutero, com Romanos 1.16-17:&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, Verdana, sans-serif; font-weight: 300; line-height: 20px; "&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;i&gt;"Pois não me envergonho do evangelho, porque é o poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê, primeiro do judeu e também do grego; visto que a justiça de Deus se revela no evangelho, de fé em fé, como está escrito: O justo viverá por fé."&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, Verdana, sans-serif; font-weight: 300; line-height: 20px; "&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;Talvez todos o que estão lendo este post têm algum parágrafo ou frase que o tocaram profundamente. E para aqueles que são cristãos, com certeza existem versículos, e vários versículos, que já fizeram isto. Eu posso citar, entre versículos, Romanos 11:36, Salmo 51:12 ou Filipenses 2:13. E também posso citar algumas palavras de autores que não pude me segurar e anotei em um papel logo que as encontrei. Palavras que me deixaram refletindo por dias, senão meses. Como estas:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;i&gt;"'Eu quero ter isso. Portanto, eu devo ter isso' - esse é o pensamento inato do homem irregenerado". (John Piper)&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;i&gt;"É a Religião espiritual pura que com uma mão priva o artista de sua arte especificamente religiosa, mas que com a outra lhe oferece em troca um mundo todo para ser religiosamente animado". (Eduard von Hartmann)&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt
